DUBLADO PARA NÃO TER DÚVIDA
Ditador da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, em conversa com embaixador brasileiro, diz que:
“Faremos tudo o que for possível, se necessário, para que as eleições no Brasil ocorram em um ambiente calmo e pacífico e que o Lula permaneça no cargo”.
Oi?
Outra vez Mais uma vez, @domadair vai direto ao cerne da questão, defendendo a liberdade sem concessões e sem medo de dizer a verdade. Em tempos em que muitos se calam ou se omitem, sua voz livre e corajosa faz toda a diferença.
🚨 É PRECISO ANULAR TUDO: Segundo @MikeBenzCyber, Biden desviou chips semicondutores de Taiwan que foram enviados ao chefe do STF, como parte de um acordo secreto com Barroso, para as eleições presidenciais brasileiras de 2022.
Biden enviou ao Brasil três importantes membros de seu governo; Victoria Newland , então subsecretária para assuntos políticos do Departamento de Estado dos EUA para ameaçar funcionários do governo brasileiro, Lloyd Austin que era o chefe dos militares dos EUA(Pentágono) para ameaçar militares da cúpula das FFAA brasileira para não apoiarem Bolsonaro assim que fosse anunciada a “vitória” de Lula e Bill Burns, chefe da CIA, para ameaçar Bolsonaro a não questionar o resultado da eleições.
Ao mesmo tempo a USAID enviou US$ 80 milhões para financiar e garantir a “vitória” de Lula sobre Bolsonaro.
Três trabalhadores foram sequestrados, torturados e executados pelo Comando Vermelho no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Não eram criminosos, não estavam armados, não deviam nada a ninguém - estavam apenas trabalhando.
Ricardo Antônio da Silva Souza, 44 anos, Jackson Santos Macedo, 41, e Patrick Vinícius dos Santos Horta, 28, prestavam serviços de instalação e manutenção de internet quando foram capturados na noite de terça-feira, 16 de dezembro, no bairro do Alto do Cabrito. Segundo a polícia, o crime não tem qualquer relação com atividades ilícitas por parte das vítimas.
A principal linha de investigação aponta para um motivo ainda mais perverso: a cobrança de “pedágio” por parte da facção criminosa à empresa prestadora de serviço. Como o valor não teria sido pago, os funcionários - elos mais frágeis da cadeia - foram escolhidos para morrer, ou seja, uma execução exemplar.
Os corpos foram encontrados amarrados, com sinais de violência, em uma área conhecida por ser controlada pelo tráfico. A cena não deixa dúvidas: trata-se de um território onde o Estado não manda, não entra ou chega tarde demais.
Este é o retrato de um país em que facções decidem quem pode trabalhar, circular ou viver. Onde empresas são extorquidas, trabalhadores são usados como moeda e o crime organizado impõe sua própria soberania à bala.
O Brasil real assiste à consolidação de um narcoestado informal, onde cumprir o dever profissional sem pagar pedágio vira sentença de morte.
Hoje é data da anistia mais famosa da França, feita em 1900.
O Brasil de 2025 é o espelho francês de 1900. A história tem suas ironias.
Em 1894, a França condenou Alfred Dreyfus com base em um memorando mal analisado, num julgamento fechado, sem defesa, com apoio da imprensa e provas secretas.
Em 2025, o Brasil debate a situação de Jair Bolsonaro, condenado em processos que seus defensores consideram igualmente questionáveis.
Dreyfus era o único oficial judeu do Estado-Maior francês — um alvo conveniente para o antissemitismo da época.
Bolsonaro representa uma direita que muitos consideram inconveniente para o establishment político atual.
Nos dois casos, a divisão social é profunda.
Na França, dreyfusards e antidreyfusards rasgaram o país ao meio.
No Brasil, bolsonaristas e antibolsonaristas reproduzem fraturas semelhantes.
O coronel Picquart descobriu que o verdadeiro traidor era Esterhazy, mas foi silenciado quando tentou corrigir o erro. Diziam que questionam o julgamento era atacar a França.
No Brasil, questionamentos sobre a condução dos processos são frequentemente descartados como "ataques às instituições".
A França de 1900 escolheu a anistia geral — perdoou falsificadores e denunciantes, vítimas e perpetradores.
Era mais fácil decretar esquecimento do que estabelecer a verdade.
O Brasil de 2025 enfrenta dilema similar: buscar pacificação por uma anistia ou insistir em processos que metade do país considera ilegítimos?
Dreyfus só foi completamente reabilitado em 1906, quando as paixões políticas haviam esfriado.
A verdade precisou esperar a política se acalmar.
A pergunta que fica é incômoda: quantos Dreyfus a história produz quando a justiça se subordina à conveniência política?
E mais importante: o Brasil escolherá o caminho da França de 1900 — uma paz artificial sobre fundamentos podres — ou terá coragem de enfrentar suas contradições?
A anistia pode silenciar o conflito.
Mas como os franceses aprenderam, silêncio não é justiça. E injustiças silenciadas têm o péssimo hábito de habitar a memória dos justos e retornar quando menos se espera.
Advogada criminalista é executada a tiros em BH.
Kamila Rodrigues estava abrindo a porta do carro quando foi surpreendida por um outro veículo. Um homem desceu, disparou várias vezes contra ela e fugiu. O crime foi no bairro Ermelinda, nesta segunda-feira, 22.
Hoje no ato que flopou da esquerda eu fui covardemente 4gredid0 apenas por questionar o porquê eles são a favor da anistia de 79 e contra a anistia do 8/1.
O governo americano acaba de falar para ninguém no planeta tomar essa merda. Cento e vinte e sete toneladas de evidências comprovam ser indutor de autismo. Mulheres grávidas principalmente. Corram!
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