@camaradamachado o Brasil só cresceu no início desse século pq foi carregado pela China. Tenho pouquíssimas esperanças de que no curto ou médio prazos cresceremos por conta própria...
Crescimento da China (2000-2010)
@ViniDemirbay@MafinhaBarba@Estadao se houver provas de que ele sabia de alguma origem ilegal, ele deve responder por isso... caso contrário, realmente não há nenhuma ilegalidade em aceitar financiamento privado para qualquer empreendimento
Há tempos membros ativistas do Ministério Público descobriram que não precisam convencer juízes nem legisladores para fazerem andar agendas ideológicas que lhes são caras.
Basta ameaçar litigância com base em interpretações pessoais da lei e, em seguida, propor os famigerados Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) para obrigar agentes privados a seguirem regras que ninguém legislou, mas que lhes agradam.
Vejam esse caso. O MPF ajuizou ação para obrigar o Einstein a adotar cotas na residência médica. Querem que reservem 55% das vagas, sendo inacreditáveis 5% para trans, um grupo que não representa 0,1% da população e ainda menos dos médicos formados.
E qual o fundamento para meter a mão numa instituição privada? Que o Einstein tem imunidade tributária e colabora com o SUS. Quer dizer: porque o hospital faz o bem e o Estado, em troca, abre mão de tributá-lo, o Estado agora é dono dele.
Ocorre que isso não está em lei nenhuma. É invenção do procurador, interpretação generosa da lei costurada com uma nota técnica e a sempre presente ameaça de processo.
O empresário, o reitor, o diretor de hospital, todos fazem a mesma conta: vou enfrentar anos de litígio e desgaste no país da insegurança jurídica gastando rios de dinheiro contra um MP sustentado com dinheiro infinito do contribuinte ou assinar um TAC e obedecer?
Quase todos assinam os famigerados TACs.
É por meio dos tais TACs que um órgão que deveria fiscalizar a lei passou a legislar pelas costas dela, transformando preferência ideológica em obrigação que ninguém votou.
Um futuro governo que se leve a sério vai ter que encarar isso de frente. Não há país viável com um poder paralelo, sem voto e sem freio, decidindo quem entra na faculdade e quem dirige uma empresa, interpretando a lei ao sabor de suas ideologias, ameaçando agentes privados com transtornos enormes e oferecendo TACs como alívio, cuja assinatura é quase admissão de culpa por crimes que não existem.
Cortar as asas do MP e devolvê-lo ao dever estrito, que é fiscalizar o cumprimento da lei e não fabricá-la, é condição necessária para refundarmos o Brasil. O governante que não fizer isso vai ter que governar de joelhos.
O cara inventa uma história. Daí sai de 1000 para 3 milhões de seguidores em apenas 5 dias.
Lança algumas vaquinhas e capta mais de R$ 100 mil a troco de nada.
Mesmo desmascarado, diversas empresas começam a patrociná-lo e agora vive de full time influenciador. Para isso, bastou apenas mentir e inventar uma história.
E você ainda acredita que o Brasil tem futuro e que basta "votar certo" para resolver nossos problemas... isso aqui já era!
No Brasil, parece que se estabeleceu um sistema de veto informal.
Os ministros do STF podem suspender a aplicação de uma lei mediante análise, e podem não analisar por tempo praticamente ilimitado.
O Congresso passou a lei da dosimetria, e Alexandre de Moraes suspendeu; o presidente do Senado está sentado em cima de um volume colossal de projetos de lei, dentre os quais o do fim da escala 6x1, que foi aprovado a toque de caixa na Câmara.
“É o Brasil. O Brasil não tem mais lei. Nós temos um Congresso, mas acima dele tem o STF.
O Congresso vota, mas o presidente do Senado decide que não vai colocar em votação.
Essas crises vêm revelando, para quem tem olhos para ver, o funcionamento do regime político brasileiro.
O Estado democrático de direito é, na verdade, o poder de decisão de meia dúzia de pessoas.”