Garantir em nome do Presidente Mao e achar que o Presidente Mao diria isso são a mesma coisa? Na internet chinesa, vocês escrevem sobre Mao Zedong, Xi Jinping, Ursinho Pooh ou os acontecimentos de 89? Vêm para a internet estrangeira exibir liberdade e intimidar as pessoas de fora, fingindo que não conhecem as histórias da vossa rede interna?
Garantir em nome do Presidente Mao e achar que o Presidente Mao diria isso são a mesma coisa? Na internet chinesa, vocês escrevem sobre Mao Zedong, Xi Jinping, Ursinho Pooh ou os acontecimentos de 89? Vêm para a internet estrangeira exibir liberdade e intimidar as pessoas de fora, fingindo que não conhecem as histórias da vossa rede interna?
true history is here
The Myths of 1949–1978
Take the myths of these three decades apart one by one, and what remains is a clear balance sheet.
Industrial foundation. The so-called "independent and complete industrial system" passed off a crude count of industrial categories as real capability. In 1978 the whole country produced about 3,000 cars and 3,800 color television sets. The fertilizer that fed the people, the synthetic fiber that clothed them, and the wide steel plate were all bought as complete plants from the United States, Japan and Western Europe in the 1970s, paid for with oil. The engineers and workers capable of running that equipment were trained after 1978, by a generation that went through the restored college entrance exams, television universities and night schools.
Equality and clean government. Cadre salaries were divided into thirty grades, with a 31-fold gap between top and bottom. The household registration system split town and country into two castes. Getting things done "through the back door" and trading power for sex were widespread; prostitution was merely declared abolished.
No debt and self-reliance. Being debt-free was the product of forced saving: urban real incomes fell rather than rose over two decades. The "two bombs and one satellite" program and the 156 key industrial projects began with Soviet help, and their core personnel had been trained in the Republican era.
Social stability. The campaign to suppress counterrevolutionaries killed by quota; the Anti-Rightist Campaign labeled 550,000 people; the Cultural Revolution killed between 750,000 and 1.5 million in the countryside alone. For thirty years there was no criminal code and no lawyers, and people could be executed for what they said. Afterwards, more than three million wrongful cases were redressed.
@nicholaslyb@Jueshengshenlan@Nulukkhizdin Se dissesses isso na era de Mao Zedong, terias sido fuzilado. Tu também não tens estatuto para adivinhar o que o líder supremo está a pensar.
The Myths of 1949–1978
Take the myths of these three decades apart one by one, and what remains is a clear balance sheet.
Industrial foundation. The so-called "independent and complete industrial system" passed off a crude count of industrial categories as real capability. In 1978 the whole country produced about 3,000 cars and 3,800 color television sets. The fertilizer that fed the people, the synthetic fiber that clothed them, and the wide steel plate were all bought as complete plants from the United States, Japan and Western Europe in the 1970s, paid for with oil. The engineers and workers capable of running that equipment were trained after 1978, by a generation that went through the restored college entrance exams, television universities and night schools.
Equality and clean government. Cadre salaries were divided into thirty grades, with a 31-fold gap between top and bottom. The household registration system split town and country into two castes. Getting things done "through the back door" and trading power for sex were widespread; prostitution was merely declared abolished.
No debt and self-reliance. Being debt-free was the product of forced saving: urban real incomes fell rather than rose over two decades. The "two bombs and one satellite" program and the 156 key industrial projects began with Soviet help, and their core personnel had been trained in the Republican era.
Social stability. The campaign to suppress counterrevolutionaries killed by quota; the Anti-Rightist Campaign labeled 550,000 people; the Cultural Revolution killed between 750,000 and 1.5 million in the countryside alone. For thirty years there was no criminal code and no lawyers, and people could be executed for what they said. Afterwards, more than three million wrongful cases were redressed.
true history is here
The Myths of 1949–1978
Take the myths of these three decades apart one by one, and what remains is a clear balance sheet.
Industrial foundation. The so-called "independent and complete industrial system" passed off a crude count of industrial categories as real capability. In 1978 the whole country produced about 3,000 cars and 3,800 color television sets. The fertilizer that fed the people, the synthetic fiber that clothed them, and the wide steel plate were all bought as complete plants from the United States, Japan and Western Europe in the 1970s, paid for with oil. The engineers and workers capable of running that equipment were trained after 1978, by a generation that went through the restored college entrance exams, television universities and night schools.
Equality and clean government. Cadre salaries were divided into thirty grades, with a 31-fold gap between top and bottom. The household registration system split town and country into two castes. Getting things done "through the back door" and trading power for sex were widespread; prostitution was merely declared abolished.
No debt and self-reliance. Being debt-free was the product of forced saving: urban real incomes fell rather than rose over two decades. The "two bombs and one satellite" program and the 156 key industrial projects began with Soviet help, and their core personnel had been trained in the Republican era.
Social stability. The campaign to suppress counterrevolutionaries killed by quota; the Anti-Rightist Campaign labeled 550,000 people; the Cultural Revolution killed between 750,000 and 1.5 million in the countryside alone. For thirty years there was no criminal code and no lawyers, and people could be executed for what they said. Afterwards, more than three million wrongful cases were redressed.
@LucasEstv Os chineses não podem usar o Google, o X, o Facebook e não conseguem acessar uma enorme quantidade de sites estrangeiros. Só é possível por meio de VPN. Além disso, há os exércitos de trolls do governo. Você acha que isso se chama abertura?
Reforma Agrária (1950–1953): cerca de 1 a 2 milhões de mortos; algumas estimativas são mais altas.
•Campanha de Repressão aos Contrarrevolucionários (1950–1951): cerca de 700 mil a 2 milhões. O próprio Mao Zedong mencionou mais de 710 mil execuções.
•Campanhas dos "Três Antis" e dos "Cinco Antis" (1951–1952): de dezenas de milhares a centenas de milhares, sobretudo por suicídio.
•Campanha Sufan (1955) e Campanha Antidireitista (1957): cerca de 550 mil pessoas foram rotuladas como "direitistas"; não há estatísticas confiáveis sobre o número de mortos, que ocorreram sobretudo em campos de trabalho forçado (como Jiabiangou, em Gansu).
•Fome do Grande Salto Adiante (1959–1961): a maior catástrofe; as estimativas acadêmicas variam entre 15 e 55 milhões de mortos, com a maioria em torno de 30 milhões. Demógrafos como Ashton e Banister estimam cerca de 30 milhões; Yang Jisheng, cerca de 36 milhões; Dikötter, cerca de 45 milhões.
•Revolução Cultural (1966–1976): com base em crônicas de condados e registros locais, Andrew Walder, da Universidade de Stanford, estima entre 1,1 e 1,6 milhão de mortes não naturais, uma estimativa considerada conservadora; Dikötter estima entre 2 e 3 milhões. Além disso, dezenas de milhões de pessoas sofreram perseguições em diferentes graus.
Foram indispensáveis? Não. A conclusão predominante entre os estudiosos é que a fome do Grande Salto Adiante foi causada por decisões políticas e poderia ter sido evitada: requisições excessivas de grãos, exportação de cereais em plena fome, falsificação dos números de produção e repressão a quem relatava a verdade. Quando a política foi ajustada no início dos anos 1960, a mortalidade caiu rapidamente. As execuções e perseguições das campanhas políticas tampouco eram um pré-requisito técnico da industrialização. Outros países acumularam capital industrial no mesmo período sem um custo humano dessa magnitude.
@nicholaslyb@Jueshengshenlan@Nulukkhizdin Foi Mao Zedong quem restabeleceu as relações diplomáticas entre a China e o Japão em 1972. Até hoje, a China e o Japão mantêm relações diplomáticas em nível de embaixadores. Por que você fica tão exaltado com o Japão? Vá lá criticar o Presidente Mao, então.
@Charles8508468@Eureka_Bing@Nulukkhizdin Profunda, é? Sem a Reforma e Abertura, você nem conseguiria sair da sua aldeia. A terra nem seria sua. Um pobre coitado com fome. É, muito profunda.
Tratar a execução sumária de proprietários de terras como algo trivial, um assunto desumano tratado de forma leviana, explica perfeitamente por que você é tão indiferente aos 30 milhões de compatriotas que morreram de fome. Uma escória como você não tem moral alguma para falar de esquerda ou direita.
Você chama a morte de tanta gente de "construir a base"? Que vergonha!
Reforma Agrária (1950–1953): cerca de 1 a 2 milhões de mortos; algumas estimativas são mais altas.
Campanha de Repressão aos Contrarrevolucionários (1950–1951): cerca de 700 mil a 2 milhões. O próprio Mao Zedong mencionou mais de 710 mil execuções.
Campanhas dos "Três Antis" e dos "Cinco Antis" (1951–1952): de dezenas de milhares a centenas de milhares, sobretudo por suicídio.
Campanha Sufan (1955) e Campanha Antidireitista (1957): cerca de 550 mil pessoas foram rotuladas como "direitistas"; não há estatísticas confiáveis sobre o número de mortos, que ocorreram sobretudo em campos de trabalho forçado (como Jiabiangou, em Gansu).
Fome do Grande Salto Adiante (1959–1961): a maior de todas; as estimativas acadêmicas variam entre 15 e 55 milhões, com a maioria em torno de 30 milhões. Demógrafos como Ashton e Banister estimam cerca de 30 milhões; Yang Jisheng, cerca de 36 milhões; Dikötter, cerca de 45 milhões.
Revolução Cultural (1966–1976): com base em crônicas de condados e registros locais, Andrew Walder, da Universidade de Stanford, estima entre 1,1 e 1,6 milhão de mortes não naturais, uma estimativa considerada conservadora; Dikötter estima entre 2 e 3 milhões. Além disso, dezenas de milhões de pessoas sofreram perseguições em diferentes graus.
O mais curioso é que o Brasil caiu nessa conversa de vocês, acreditando que precisava de nacionalização e capital nacional. Os próprios brasileiros caíram no golpe e puseram isso em prática. O país de vocês, depois de 1978, abraçou totalmente o capital internacional, mas na propaganda passa a ideia oposta.
O mais incrível é que ninguém chantageou a China: a própria China se fechou economicamente enquanto exportava a revolução. O tal pãozinho a que você se refere era açúcar branco recebido como ajuda externa durante a época da fome em que as pessoas morriam de fome, mas que quadros de alto escalão recusavam em grandes quantidades sob o pretexto de que aquilo era uma maldade do capitalismo. Hehe. O quinto pãozinho é fruto da sua imaginação. É melhor você ser grato a Deng Xiaoping.
As escolas ensinam isso?
Reforma Agrária (1950–1953): cerca de 1 a 2 milhões de mortos; algumas estimativas são mais altas.
Campanha de Repressão aos Contrarrevolucionários (1950–1951): cerca de 700 mil a 2 milhões. O próprio Mao Zedong mencionou mais de 710 mil execuções.
Campanhas dos "Três Antis" e dos "Cinco Antis" (1951–1952): de dezenas de milhares a centenas de milhares, sobretudo por suicídio.
Campanha Sufan (1955) e Campanha Antidireitista (1957): cerca de 550 mil pessoas foram rotuladas como "direitistas"; não há estatísticas confiáveis sobre o número de mortos, que ocorreram sobretudo em campos de trabalho forçado (como Jiabiangou, em Gansu).
Fome do Grande Salto Adiante (1959–1961): a maior de todas; as estimativas acadêmicas variam entre 15 e 55 milhões, com a maioria em torno de 30 milhões. Demógrafos como Ashton e Banister estimam cerca de 30 milhões; Yang Jisheng, cerca de 36 milhões; Dikötter, cerca de 45 milhões.
Revolução Cultural (1966–1976): com base em crônicas de condados e registros locais, Andrew Walder, da Universidade de Stanford, estima entre 1,1 e 1,6 milhão de mortes não naturais, uma estimativa considerada conservadora; Dikötter estima entre 2 e 3 milhões. Além disso, dezenas de milhões de pessoas sofreram perseguições em diferentes graus.