O MEC divulgou que 66% das crianças brasileiras estão alfabetizadas ao fim do 2º ano. É um avanço real, que representa esforço de professores, gestores e políticas públicas. Não é pouco.
Mas o dado também nos convida a uma pergunta desconfortável: e se tivéssemos seguido, de forma consistente, o que a ciência da leitura já sabia há décadas?
Fui assistir o novo filme da Netflix (Meu ano em Oxford) achando ser mais um filme de romance clichê e sai traumatizada.
“Viver deliberadamente, não é planejar tudo. Mas experienciar cada pequeno momento, porque tudo o que temos é uma sucessão de momentos.”
Puts, sabe. 🤍
O desabafo da Nanda Costa é real.
Hoje em dia, ser bom no que faz não basta. Tem que performar no insta. (?)
O ator tem que virar influenciador. O médico tiktoker. O personal, o padeiro, o limpador de sofá… todos têm que criar um perfil se quiserem novos alunos ou clientes.
Venderam a ideia de que presença online é sinônimo de competência. Agora tá todo mundo exausto tentando entregar resultado e engajamento.
Não é meu gênero de série, mas depois de Breaking bad, @ozark foi quase um romance.
Assisti uma temporada por semana e iniciando hoje a quarta e última. Queee final da terceira.