O iraniano falou e disse. Brasil é fraco porque o Estado descobriu bem cedo que pode agir como classe e produzir um sentido ideológico que tem como horizonte projetar hegemonia, visando se equiparar ao estatuto de uma burguesia local (especialmente os militares e sua tradição golpista). Porque tem uma burguesia que não age como classe, mas mais como alavanca de conglomerados exteriores que olham para cá como um campo de extração do século V dc. Porque o campo intelectual e científico está mais preocupado com sua "internacionalização" do que com sua "nacionalização", que ainda não ocorreu. E porque com tudo isso, o único projeto hegemônico que vinga é o da fila para ver quem tem mais acesso aos diversos capitais (bens, serviços, símbolos e crenças) importados, preferencialmente dos EUA. Até a religião popular está cada vez mais se tornando um puxadinho daquelas porcarias da era Reagan.
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"- As pessoas te associam a um futebol magnífico, de trocas de passes. É possível fazer isso toda semana numa liga tão física quanto a Premier League?
- É por isso que estou aqui".
Pep Guardiola, 2016.
EXCLUSIVO:
Jabuti nunca subiu em árvore.
Entenda por que essa convocação é uma superprodução da CBF.
Uma teia complexa vai te ajudar a ver tudo daqui a pouco e entender. LEIA:
https://t.co/l3yzDAN2dY
ATENÇÃO:
NOVA REPORTAGEM:
Você não está achando estranho uma superprodução pra uma convocação?
Esse jabuti não subiu sozinho na árvore da CBF. Tem história de superfaturamento, polícia...
https://t.co/l3yzDAN2dY
Segundo o Tiago Leifert, eu sou da seita dos 'contra Neymar' na seleção.
Como santista, esse debate para mim nem existe: o Neymar que vocês querem já ficou no passado há pelo menos 10 anos.
Um novo vexame com ele no grupo? Seria bom...