Simplesmente o Jornal Nacional mostrando os EUA com comida caríssima, americano sem conseguir pagar as contas e até churrascaria sem carne. E o Flávio Bolsonaro escolheu justo esse momento pra viver o sonho americano. Cinema demais!
O Nikolas Ferreira incentivou o boicote a um projeto social que alimenta os pobres só pq o responsável votou no Lula, mas a população fez o inverso e abraçou o projeto. No fim, o cozinheiro mandou um recadinho pra ele.
🇺🇸 Are US taxpayers footing the bill for Flávio Bolsonaro’s luxury getaway in Miami? 😨
🚨 Your taxes could be funding every single VIP perk of a fugitive criminal who ran away from Brazil. Why is the US bankrolling this?! Watch this and see where the money is coming from!
#DeportTheBolsonaros
O governo NÃO recuou do fim da escala 6x1 🚨
Agora, o diálogo com os setores trata das diferentes formas de distribuição das folgas, inclusive por negociação coletiva, desde que sejam garantidos 2 dias de descanso por semana ao longo do mês, sem redução salarial.
O povo reelegeu @LulaOficial pra defender o SUS do tesouraço e de propostas de ampliar planos de saúde. Hoje anunciamos, em BH, um hospital que era 100% privado virar 100% SUS !
GRAVE 🚨
Simplesmente o vôo que levou Flávio e sua família da Argentina até Miami, custou a bagatela de U$ 150 mil dólares (CERCA DE 800 MIL REAIS).
O vôo foi pago por um intermediário do setor aéreo nos EUA, através de uma conta também nos EUA.
Não se sabe quem contratou esse intermediário.
Quem pagou por esse vôo? De onde vem tanto dinheiro?
Live report: “The port belongs to those who work there, and to this city."
Dockworkers at more than 110 ports in 22 countries, across five continents, are striking today against the genocide in Gaza and the arms shipments that sustain it.
In Genoa, thousands of port workers and students have joined USB's general strike. Now, after the manifestation started with burning tires in the streets and blocking the roadway to the terminals, thousands are marching through the city.
"Today we'll block everything, then march into the port, because the port is our home,” said José Nivoi of CALP.
I'll be here reporting on the ground throughout the day as things develop.
(This video has captions with the Italian roughly translated.)
Governadores que fizeram campanha prometendo reduzir ou não aumentar impostos tiveram seus estados entre os que aprovaram o reajuste do ICMS sobre combustíveis, decidido apenas dois dias depois do segundo turno das eleições de 2026.
Por Cleber Lourenço
https://t.co/c0KAeoYun1
This is historic!
Dockworkers across 5 continents and 113 ports are striking today to demand an end to their workplaces being used to transport bombs.
This is what our rulers fear most: workers coming together to liberate humanity from capitalism and imperialism.
Flávio Bolsonaro esperava que, até a noite de domingo, as pessoas já o estivessem chamando de próximo presidente do Brasil.
Em vez disso, a decisão do político de extrema-direita de fugir para os EUA após perder a eleição e – por 58 minutos – se autoproclamar “o verdadeiro presidente eleito do Brasil” o transformou em motivo de chacota, com jornais e comentaristas brasileiros despejando uma enxurrada de adjetivos depreciativos sobre o candidato derrotado.
“Se é que serviu para alguma coisa, a insensatez de Flávio libertou a direita democrática de uma família de golpistas que, por muito tempo, a manteve refém de sua imprudência e desprezo irremediável pelo Brasil”, bradou na sexta-feira o jornal conservador Estado de São Paulo.
Bolsonaro fugiu para Miami na noite de terça-feira, 48 horas depois de ser derrotado por seu adversário de esquerda, o presidente em exercício Luiz Inácio Lula da Silva, por 4,4 milhões de votos. A vitória de Lula foi reconhecida por líderes de direita de todo o mundo, incluindo Nayib Bukele, de El Salvador, e Giorgia Meloni, da Itália, além do próprio partido de Bolsonaro e de muitos aliados importantes.
Mas na quarta-feira, após desembarcar nos EUA, Bolsonaro publicou uma carta extravagante – supostamente produzida com a ajuda do ChatGPT – na qual se declarou “o verdadeiro presidente eleito do Brasil” e fez alegações falsas sobre fraude eleitoral.
Talvez o mais bizarro seja que ele afirmou que continuaria a liderar a oposição brasileira do exterior, comparando-se a Charles de Gaulle, que na década de 1940 liderou um governo francês no exílio contra os nazistas a partir de Londres, e ao herói da independência cubana do século XIX, José Martí, que desafiou o império espanhol a partir de Nova York.
“Todos eles foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentaram. A história os chamou de outra coisa”, disse Bolsonaro, comparando-se também à ganhadora do Prêmio Nobel da Venezuela, María Corina Machado, e a Rui Barbosa, político brasileiro que se exilou em Londres no final do século XIX após desafiar um presidente autoritário conhecido como “o Marechal de Ferro”.
Pouco menos de uma hora após a primeira publicação da proclamação de Bolsonaro nas redes sociais, uma versão corrigida foi divulgada, alterando seu status declarado para “líder do Brasil” – supostamente após ele ter sido repreendido por funcionários do governo Trump, que buscavam evitar um rompimento diplomático total com os líderes reais do Brasil.
A carta retificada também atualizou o brasão brasileiro desatualizado, que havia sido usado erroneamente no cabeçalho da primeira versão, referindo-se aos “Estados Unidos do Brasil” – nome que o país sul-americano não usa desde 1967.
A fuga de Bolsonaro – e sua breve, porém falsa, alegação de ser “presidente eleito” de uma das maiores democracias do mundo – provocou uma onda de reprovação e ridículo.
“[Esta carta] parece ter sido escrita por um imbecil, um lunático”, disse Flávia Oliveira, uma proeminente comentarista política, à rede GloboNews.
Os editorialistas do Estado de São Paulo disseram: “A carta de Flávio não merece a tinta deste jornal, mas não há como ignorar o constrangimento”, antes de criticarem duramente um homem que chamaram de “um vigarista da pior espécie”. (The Guardian)
- Segundo a CNN Brasil, órgãos que investigam a saída de Flávio Bolsonaro concluíram que ela foi planejada antes da eleição e chamada internamente de "operação Alba".
- De acordo com a reportagem, ele cruzou a fronteira de van, acompanhado de um ex-agente do Mossad, e a PF avalia pedir ao STF o bloqueio de seus bens.
• Duas vans: Flávio cruzaram a Ponte da Amizade na terça (27) numa van, e a esposa e as filhas foram em outra. As placas foram identificadas por câmeras. Segundo a CNN, os motoristas são um ex-vereador de Foz do Iguaçu e o filho dele.
•Ex-agente do Mossad: um ex-agente israelense, naturalizado americano, teria chegado ao Brasil em 19/10, acompanhado Flávio de Brasília até a Argentina e estado na van com ele na fronteira. A reportagem não diz o nome dele.
•Argentina e EUA: fontes do governo dizem que houve ajuda de integrantes do governo Milei e chamam o caso de "exfiltração", com apoio da Argentina e dos EUA. Sobre o jato, a CNN repete o que o NYT já tinha publicado: teria sido providenciado por Jason Miller.
•Pistas falsas: segundo as fontes, informações desencontradas foram espalhadas de propósito para desviar a atenção para outro local.
•Planejamento: a conclusão dos órgãos é que a fuga não foi de última hora. O plano teria até nome interno, "operação Alba".
•O mais novo: a PF avalia pedir ao STF o bloqueio de bens e contas de Flávio, e o Ministério da Justiça espera o relatório da PF para decidir sobre cooperação internacional.
Les brésiliens ont relayer nos combats maintenant c’est à nous de relayer leurs combats et de soutenir nos frère autochtones qui sont entrain de souffrir à cause de la colonisation perdez pas l’essentiel de notre alliance
🇬🇫🇧🇷🇫🇷 #salvemnossosindígenas#protejamterrasindigenas
🇧🇷🇺🇸 AMERICANS, YOU NEED TO UNDERSTAND THE MADNESS OF BOLSONARISM.
If you think the Bolsonaro family’s latest political circus is bizarre, let me tell you what happened in Brazil in 2022.
After Jair Bolsonaro lost the presidential election, thousands of his supporters camped outside military bases, demanding that the Armed Forces overturn the democratic result.
They spread conspiracy theories, demanded a military coup, and refused to accept reality.
On January 8, 2023, Bolsonaro supporters violently stormed Brazil’s Congress, Supreme Court, and Presidential Palace.
But perhaps the most surreal episode of this collective hysteria happened when a group of Bolsonaro supporters gathered around A TIRE AND STARTED PRAYING.
Yes. A tire. 🛞🙏
I’m not joking. They literally prayed around a tire. Even today, it’s difficult to understand what they thought they were accomplishing.
This is the level of political fanaticism we’re dealing with.
Now, following reports of Flávio Bolsonaro’s departure for the United States, his allies are attempting to turn Brazil’s domestic political and legal disputes into an international diplomatic crisis.
They couldn’t accept defeat in 2022, and they still haven’t learned how democracy works.
And apparently, Donald Trump is willing to entertain this absurd political spectacle.
Figures such as Paulo Figueiredo, Rodrigo Constantino, and other Bolsonaro allies continue promoting narratives that portray the family as victims of political persecution.
But losing an election is not persecution. And facing legitimate criminal investigations is not persecution either.
Americans deserve to understand who these people are before their government gets dragged into another country’s political conflicts.
Brazil is a free, sovereign democracy. Our institutions, elections, and judicial system must be respected.
Please share this story. Show people the videos of Bolsonaro supporters praying around a tire.
The world needs to understand how far this movement has departed from reality.
And most importantly, why the United States should never become a refuge from accountability or a platform for undermining Brazilian democracy.
🇧🇷 Brazil’s sovereignty is not negotiable.