A Justiça da Itália decidiu anular nesta sexta-feira a extradição da deputada federal Carla Zambelli para o Brasil, em uma reviravolta no processo que vinha sendo acompanhado tanto pelo governo brasileiro quanto pelos aliados da parlamentar. A decisão partiu da Suprema Corte de Cassações italiana, considerada a última instância da Justiça no país europeu.
Segundo a defesa de Zambelli, a Corte anulou a autorização anterior que havia sido concedida pela Corte de Apelação italiana no caso envolvendo a condenação relacionada à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ. O advogado Alessandro Sammarco afirmou que, com a nova decisão, a ex-deputada deverá ser colocada em liberdade já neste sábado.
Mesmo com a anulação da extradição nesse processo específico, a situação jurídica de Zambelli ainda não está totalmente encerrada. Isso porque existe um segundo pedido relacionado ao caso em que ela foi condenada por porte ilegal de arma e ameaça armada durante o episódio ocorrido em São Paulo na véspera das eleições de 2022. A própria Justiça italiana decidiu separar os processos.
A defesa também argumentou perante os magistrados italianos que existiriam falhas processuais no Brasil, além de questionamentos sobre as condições do sistema prisional brasileiro. Os advogados tentavam evitar que a ex-deputada fosse enviada de volta ao país para cumprir as penas determinadas pelo STF.
A influenciadora Deolane Bezerra voltou ao centro de uma grande investigação policial nesta quinta-feira. Segundo informações divulgadas por veículos da imprensa nacional, o nome dela chegou a ser incluído na Difusão Vermelha da INTERPOL enquanto ela estava em Roma, na Itália, dias antes da operação ser deflagrada no Brasil.
A nova operação, chamada “Vérnix”, investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro com ligação ao PCC. A Polícia Civil de São Paulo, com apoio do Ministério Público e da Polícia Federal, cumpriu mandados de prisão e bloqueou mais de R$ 327 milhões em bens e contas bancárias.
De acordo com as investigações, a suspeita é de que empresas de fachada e movimentações financeiras teriam sido usadas para ocultar recursos ilícitos ligados à facção criminosa. A defesa de Deolane ainda não comentou detalhadamente o caso, mas pessoas próximas afirmam que ela nega qualquer envolvimento com atividades criminosas.
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Ao comentar os bastidores do governo fluminense, Lula afirmou que, neste momento, o mais importante é garantir governabilidade e articulação política no Rio — e a fala acabou sendo interpretada por muita gente como um recado de que apoio institucional pode pesar mais do que voto popular nesse processo. A declaração repercutiu rápido nas redes sociais e também entre lideranças políticas do estado, principalmente porque o Rio vive um momento de indefinição após mudanças na linha sucessória do Palácio Guanabara.
Nos bastidores de Brasília e da Alerj, o comentário foi visto como mais um sinal de que o Planalto quer acompanhar de perto quem terá força para comandar o Rio até a eleição de outubro. Críticos reagiram dizendo que, numa democracia, voto continua sendo a principal base de legitimidade de qualquer governo. Já aliados de Lula afirmam que o presidente falava de estabilidade política e governabilidade num momento delicado do estado. Resultado: a frase ganhou peso político imediato e colocou ainda mais atenção sobre a disputa pelo comando do Rio de Janeiro nas próximas semanas.
#lula #alerj #riodejaneiro
Uma reportagem divulgada nesta semana afirmou que o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, também teria financiado produções audiovisuais relacionadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ex-presidente Michel Temer.
Segundo a publicação, Vorcaro teria participado do financiamento do documentário “Lula”, dirigido pelo cineasta Oliver Stone, além de uma produção sobre Michel Temer prevista para lançamento nos próximos meses.
As informações surgem em meio à repercussão do áudio vazado envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e aumentam o debate político em torno do caso.
A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou um projeto que pode declarar o humorista Fábio Porchat como persona non grata no estado do Rio de Janeiro.
A proposta ganhou força após a repercussão de um vídeo em que o humorista simula uma ligação para a equipe do ex-presidente Jair Bolsonaro e faz ofensas ao político.
O projeto foi aprovado por quatro votos a dois na comissão. Deputados ligados ao PL votaram favoravelmente à proposta, enquanto parlamentares da oposição se posicionaram contra.
O caso gerou forte repercussão nas redes sociais e voltou a acender o debate sobre liberdade de expressão, humor político e polarização no país.
O senador Flávio Bolsonaro confirmou a autenticidade de uma conversa com o empresário Daniel Vorcaro após o vazamento de um áudio que passou a circular nas redes sociais e nos bastidores políticos.
Após a repercussão do caso, Flávio Bolsonaro afirmou que não vê problema no diálogo e passou a defender publicamente a criação de uma CPMI para investigar o Banco Master.
Segundo o senador, a comissão teria como objetivo esclarecer possíveis irregularidades e ampliar a transparência sobre o caso.
O episódio ganhou força no cenário político e aumentou a pressão por novas investigações envolvendo o banco e personagens ligados ao caso.
@poptime Aqui no Brasil a esquerda estaria fazendo protesto dizendo que ele é ser humano, merece ressocialização e ser perdoado pra voltar a viver na sociedade
O nome do ministro Alexandre de Moraes voltou ao centro do debate político após surgir em relatos ligados à negociação de delação premiada do empresário Daniel Vorcaro, investigado no escândalo envolvendo o Banco Master. Segundo informações divulgadas por veículos da imprensa, a possível colaboração de Vorcaro com autoridades poderia citar contatos, mensagens e relações institucionais envolvendo integrantes do alto escalão político e jurídico de Brasília.
Reportagens apontam que investigadores analisam supostas conversas entre Vorcaro e pessoas ligadas ao Supremo Tribunal Federal, além de contratos e movimentações financeiras que passaram a ser alvo de questionamentos públicos. Em meio à repercussão, aliados da oposição passaram a cobrar mais transparência sobre o caso e acusam o STF de adotar critérios diferentes em delações envolvendo figuras politicamente sensíveis.
O ministro Alexandre de Moraes nega irregularidades e, até o momento, não há decisão judicial que o coloque formalmente como investigado no caso. Ainda assim, o avanço das apurações e a possibilidade de novas revelações aumentaram a pressão política sobre o Supremo e ampliaram o debate sobre a relação entre o Judiciário e grandes grupos econômicos investigados pela Polícia Federal.
A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, deflagrou no dia 28 de abril de 2026 a Operação Mare Liberum, considerada uma das maiores ações recentes contra corrupção no sistema aduaneiro brasileiro. O foco da investigação é um esquema instalado na alfândega do Porto do Rio de Janeiro, onde servidores públicos, despachantes e empresários atuariam de forma organizada para facilitar a entrada irregular de mercadorias no país mediante pagamento de propina.
Segundo as autoridades, a Justiça Federal autorizou o cumprimento de 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e também em Vitória, no Espírito Santo. Entre os principais alvos estão servidores da própria Receita Federal, incluindo auditores fiscais e analistas tributários, além de profissionais ligados ao despacho aduaneiro. Ao todo, 25 servidores foram afastados de suas funções por determinação judicial durante o avanço das investigações.
As apurações indicam que o esquema teria movimentado valores expressivos ao longo dos últimos anos. Estima-se que cerca de 17 mil declarações de importação apresentem indícios de irregularidades entre 2021 e 2026, envolvendo aproximadamente R$ 86,6 bilhões em mercadorias. Esse volume coloca a operação entre as mais relevantes já realizadas no combate a fraudes no comércio exterior brasileiro.
De acordo com os investigadores, a organização criminosa atuava facilitando o desembaraço de cargas de forma ilegal, permitindo a entrada de produtos sem o devido controle ou pagamento correto de tributos. Há ainda suspeitas de que o esquema possa ter contribuído para a entrada de itens ilícitos, como armas e drogas, ampliando a gravidade do caso.
Os envolvidos poderão responder por crimes como corrupção, contrabando, descaminho, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A operação segue em andamento, e novas fases não estão descartadas, à medida que as autoridades aprofundam a análise do material apreendido e rastreiam a extensão completa da rede investigada.
A rejeição do nome de para uma vaga no Supremo Tribunal Federal provocou reações imediatas no meio político — especialmente entre lideranças evangélicas com atuação no Congresso Nacional. Parlamentares e representantes desse segmento avaliaram o resultado como positivo e interpretaram a decisão como um sinal de força política diante de uma indicação considerada sensível.
Nos bastidores, integrantes da chamada bancada evangélica já demonstravam resistência ao nome de Messias, principalmente por divergências em pautas de costumes e por sua proximidade com o governo federal. A rejeição acabou sendo vista por esses grupos como uma vitória estratégica, reforçando o peso que esse segmento ainda exerce em votações relevantes no Senado.
Após o resultado, algumas lideranças destacaram que a decisão representa mais do que um revés individual: seria um recado político sobre a necessidade de maior diálogo na construção de indicações para cargos de alto nível. Também houve quem interpretasse o episódio como um indicativo de que nomes com forte identificação governista podem enfrentar maior dificuldade de aprovação.
O episódio amplia a pressão sobre o governo na escolha de futuros indicados ao STF, ao mesmo tempo em que evidencia a capacidade de articulação de blocos parlamentares organizados, como o evangélico, em temas institucionais de grande impacto.
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A Câmara dos Deputados aprovou a derrubada do veto presidencial ao projeto que trata da dosimetria das penas, em uma votação expressiva que evidenciou dificuldades do governo em manter sua base unida. Com 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários, os deputados decidiram retomar trechos da proposta que haviam sido barrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema tem forte impacto jurídico e político, especialmente por envolver discussões sobre a individualização das penas, incluindo casos relacionados aos atos de 8 de janeiro.
A decisão, no entanto, ainda não é definitiva. Para que o veto seja efetivamente derrubado, o Senado Federal também precisa votar no mesmo sentido. Caso os senadores confirmem a decisão da Câmara, os dispositivos voltam a valer integralmente. O episódio representa mais um teste na relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, além de reacender debates sobre segurança jurídica, proporcionalidade das penas e possíveis repercussões no cenário político nacional.
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, avançando mais uma etapa no processo de nomeação.
Nos bastidores, a base governista já trabalhava com uma margem confortável de apoio. Antes mesmo da votação, aliados estimavam entre 15 e 16 votos favoráveis dentro da comissão, número acima do mínimo necessário para aprovação, que é de 13 votos. A movimentação incluiu articulações políticas e mudanças na composição da CCJ para consolidar a maioria.
Durante a sabatina, Messias respondeu a questionamentos sobre temas como independência entre os Poderes, liberdade de expressão e o papel do Supremo no cenário político. Ele defendeu uma atuação pautada na Constituição e afirmou que pretende exercer o cargo com equilíbrio e responsabilidade institucional.
A aprovação na CCJ, embora decisiva, não encerra o processo. O nome segue agora para o plenário do Senado, onde precisa de pelo menos 41 votos entre os 81 senadores para ser confirmado e assumir uma cadeira na Corte.
Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Messias chega à fase final em meio a um ambiente político polarizado, com a escolha de ministros do STF sendo cada vez mais acompanhada de perto por diferentes setores da sociedade e da classe política.
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O Senado rejeitou a indicação de para o , mesmo após ele ter sido aprovado na CCJ. No plenário, o nome não alcançou os votos necessários para confirmação.
A decisão é considerada rara e representa um revés político para o governo de , que agora precisará indicar um novo candidato ao cargo. O caso também reacende discussões sobre os critérios de escolha para ministros do STF e o equilíbrio entre os Poderes.
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