eu fico receoso de aloprar os jogadores pelo fracasso, aí lembro que eles ganham MILHÕES POR MÊS pra representar um país onde a renda média gira em torno de 3 mil reais, E FAZEM PROPAGANDA DE BET PRA COMPLEMENTAR A RENDA. tem q se fuder memo, o mínimo era ao menos jogar com raça
EM CASA DE FERREIRO… O ESPETO É REALMENTE DE FERRO
Uma investigação conduzida pela Public Eye com a International Baby Food Action Network (IBFAN) e repercutida pelo The Guardian, escancarou uma estratégia perversa: a Nestlé está despejando produtos de qualidade nutricional inferior em países da África, Ásia e da América do Sul – incluindo o Brasil. Por meio de análises laboratoriais, os pesquisadores descobriram que o Cerelac, conhecido no Brasil como Mucilon, e o Nido, o Ninho, contêm teores de açúcar surpreendentes. O objetivo desses produtos é ajudar as crianças a “levar uma vida mais saudável”. Será mesmo?
A Nestlé, que controla 20% do mercado mundial de produtos alimentares para bebês, viola as diretrizes da OMS para prevenir a obesidade e as doenças crônicas. A empresa adiciona açúcar e mel ao leite infantil e aos produtos à base de cereais vendidos em vários países mais pobres. Segundo a OMS, “o acréscimo elevado de açúcares livres é inquietante, por estar associado à baixa qualidade da alimentação, à corpulência e ao risco de desenvolvimento de enfermidades não transmissíveis”.
Conforme Laurent Gaberell, um dos especialistas engajados na pesquisa, “a Nestlé deve cessar com esses padrões perigosos duplos e deixar de adicionar açúcar em todos os seus produtos para infantes menores de três anos em nível mundial”.
Duplo padrão injustificável! Uma avaliação do Cerelac (ou Mucilon) evidenciou que alguns itens examinados continham quase 4g de açúcar suplementar por porção. No item comercializado no Senegal e na África do Sul, havia 6g por porção e, na Nigéria, um item testado ostentava até 6,8 gramas. Já as análises no Cerelac vendido na Índia demonstraram que, em média, cada porção continha mais de 2,7 gramas de açúcar. Na Suíça, não há nenhum produto similar comercializado.
A ONU calcula que a indústria alimentícia seja responsável por 10 bilhões de dólares anuais em custos ambientais e de saúde em todo o mundo. Com base nos dados divulgados nesse relatório da Olho Público junto à RAAII, fica evidente qual é a política adotada pela Nestlé: nutricídio. Adoecer e matar as populações menos favorecidas do mundo é uma estratégia compartilhada pelas grandes corporações dos ultraprocessados.
Fonte: Xepa Ativismo e Intercept.
Imagem: O Joio e o Trigo