No Cristianismo há impulso em tornar tudo estéril desprovido de verde, imitando o ambiente desértico original dessa crença nociva, os cristãos odeiam árvores, eles preferem uma cruz de madeira (uma árvore morta) com um cadáver (Jesus) crucificado nela do que uma árvore real viva.
The "Galilean, not Jew" nonsense:
In the first century CE, Galilee was a major center of Jewish life. Jesus of Nazareth and most of his followers were Galilean Jews.
🇦🇷 Argentina proíbe devedores de pensão alimentícia a assistir a jogos da Seleção na Copa.
A medida atinge cerca de 13 mil pessoas inadimplentes no país.
“Quem não cumpre suas obrigações de sustentar os filhos deve sofrer consequências”, afirmou Jorge Macri, chefe do governo de Buenos Aires.
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📸 AFA | Seleção Argentina
Consequentemente, essa consciência interna deseja desdobrar-se na forma da criação como algo distinto do próprio Criador. Como resultado desse desejo, todo o mundo externo, como o original do reflexo, expande-se a partir da semente (da consciência).
— Tantrāloka, Abhinavagupta
"Não há nada de errado com a suástica. A demolição de edifícios apenas porque fotografias aéreas mostram que eles têm formato de suástica é um desperdício ridículo de dinheiro. O problema é apenas que pessoas com uma visão limitada a identificam com o uso que um movimento político em um canto do mundo fez dela, e isso durante pouco mais de um quarto de século, um mero piscar de olhos na história mundial.
E mesmo assim, o movimento nazista usou apenas uma versão da cruz gamada que simplesmente não pode ser confundida com as suásticas legítimas usadas no resto do mundo. Isso, então, garante uma solução fácil. A suástica genérica nunca deveria ser demonizada ou proibida. Até mesmo a suástica nazista é inocente do que aconteceu sob sua égide, mas, como um compromisso temporário, como uma concessão sensível àqueles que sofreram sob ela, os hindus poderiam concordar em não usar o design nazista específico.
Essa é uma promessa fácil de cumprir, pois os hindus nunca optaram, nem jamais optarão, pela cruz gamada de Hitler. Ela empurra a brilhante cor solar para o fundo e traz a escuridão para o primeiro plano; e simboliza um equilíbrio instável que não pode durar muito, muito menos ser sanātana, eterno."
- Koenraard Elst, Can we still use the swastika?
brasileiro achando que é indígena e tratando portugual como se os descendentes dos colonizadores fossem os portugueses e não os brasileiros deve ser um dos maiores larps que existe
Gurujī Sthaneśvar Timalsina (2022):
“Em essência, a compreensão sāṃkhya é a de que o mundo é um processo organísmico que carece de um começo ou fim reais. Trata-se de um sistema fechado no sentido de que não há uma agência externa, e o dinamismo de prakṛti, a natureza, não possui uma teleologia predeterminada nem uma teleologia imposta por algum fator externo. Se puruṣa fosse expurgado da matriz da metafísica sāṃkhya, então a mudança em si mesma seria cega.”
Isso é interessante porque temos aqui uma descrição disteleológica da natureza, que basicamente antecipa um insight que só iria vingar de vez 1.500 anos depois com Darwin e Mayr, no contexto da síntese evolutiva moderna, ou, numa estimativa mais baixa, 1.300 anos depois, se formos contar a célebre negação da teleologia fundamental na natureza por Espinoza.
A metáfora clássica do cego e do coxo/aleijado no Sāṃkhyakārikā s. 22 também é muito boa: um possui movimento sem visão, a natureza; o outro possui visão, mas sem nenhum movimento, o espírito; só juntos há processo, dispensando aqui um designer pessoal controlando tudo de fora.
A natureza aqui é inconsciente, sem teleologia intrínseca nas suas constantes evoluções, pariṇāma; mas seu desdobramento não é totalmente sem direção apenas na medida em que ela evolui, diferencia-se, produz buddhi, intelecto, ahaṃkāra, ego, mente, sentidos, mundo fenomênico e experiência, e torna possível a experiência, o discernimento e, no fim, a libertação de puruṣa, que a observa sem interagir com ela. Mas tal direção não é algo “dela” ou imposto por um agente de fora dela, como no teísmo; em si mesma, ela é disteleológica.
É justamente aí que o Sāṃkhya antecipa uma intuição muito moderna: a natureza pode gerar ordem, ela pode gerar também a complexidade, as estruturas vivas, a própria cognição e até condições para a libertação sem precisar ser intrinsecamente guiada por intenção, previsão ou propósito. Nesse sentido, o Sāṃkhya já separa processo de design, organização de agência pessoal, e direção funcional de finalismo intrínseco. Prakṛti pode se desdobrar em estruturas cada vez mais complexas sem “visá-las” em sentido psicológico pois sua evolução não é a execução de um plano, mas o dinamismo interno dos guṇas.
A única “teleologia” no Sāṃkhya, portanto, não é intrínseca a prakṛti, mas relacional (e diria eu dialética): ela aparece apenas pelo contato, proximidade ou conjunção, saṃyoga, entre prakṛti e puruṣa. Prakṛti é “para” puruṣa apenas no sentido de que, quando refletida na presença da consciência, suas transformações cegas se tornam o campo da experiência, do discernimento e da eventual libertação. Mas prakṛti não conhece puruṣa, não deseja a libertação, nem delibera em direção a um fim. Seu suposto propósito não é uma intenção interna, mas uma relação explicativa que surge apenas quando prakṛti é compreendida em conexão com puruṣa.
Podgorski (1984) enfatiza justamente esse ponto ao falar da “vocação” de prakṛti: prakṛti se desdobra para o prazer/experiência e libertação de puruṣa, mas ela o faz como uma natureza dinâmica, não como uma mente deliberativa. E a imagem da dançarina que eles usam é ainda mais forte: prakṛti dança, exibe seus guṇas, revela todo o campo fenomênico e, quando é vista, cessa sua atividade.
Uma natureza cega, inconsciente e não-teísta, cujas transformações não são impostas de fora por um artesão divino, mas que ainda assim se tornam inteligíveis como experiência e libertação quando colocadas em relação com puruṣa. Por isso, o sistema consegue afirmar uma espécie de inteligibilidade cósmica sem transformar o cosmos em artefato, e uma espécie de direcionalidade sem transformar a natureza em mente - ou seja, um axiarquismo minimalista. Essa é a grandiosidade do Sāṃkhya.
Reading Bible and Q0ran have been amongst the most rewarding experiences of my life because they explained to me the WHY of behaviour of 1zlamic, christian, J3wish communities.
Yet, none of them represent truth to me. I found the most poignant truth in Indic religions.