Letras invisíveis
Existe uma literatura invisível no Brasil. Eu a descobri como curador de quatro festivais literários, Fliaraxá, Fliparacatu, Flitabira e Flipetrópolis. Seus autores são chamados “locais”, porque não estão no eixo São Paulo-Rio de Janeiro .https://t.co/08WolwgwCB
Hoje @afonsoborges fala sobre o livro “Mar”, de Ana Miranda. A obra nasceu de um desejo antigo da autora: escrever com a voz de uma mulher africana arrancada do seu território e trazida ao Brasil como escravizada no século XVIII. https://t.co/zMKBChPytH
"Temperaturas récord coinciden con predicciones climáticas" ["Record temperatures coincide with climate predictions"] | Nice piece on our recent @pnasnews article by Úrsula Pamela García (@ursupam) for @meteoredmx [in spanish]: https://t.co/dSNJ1Dh8Pp
Authoritarian AI may seem all-powerful, but AI surveillance requires autocrats to choose whether to allow AI models to overcorrect (targeting innocent citizens) or undercorrect (missing potential threats). Neither model is perfect, and both have political consequences.
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"O movimento de opinião que marcou 2018 foi forte e impulsionou candidatos sem carreira política consolidada. Agora, estrutura partidária, financiamento e alinhamento com candidaturas fortes voltam a ser decisivos", avalia o cientista político Vitor Sandes, professor da UFPI (Universidade Federal do Piauí).
Ele afirma que o perfil institucional do Senado dificulta a permanência de parlamentares sem base política sólida. Assim, candidatos com redes regionais e experiência administrativa tendem a ser favorecidos.
As pesquisas de intenção de voto apontam nesta direção, com favoritismo de ex-governadores, ex-senadores que tentam voltar à Casa legislativa e políticos associados a Lula e Bolsonaro. A fragmentação partidária no Senado, que chegou ao seu ápice em 2018, diminuiu ao longo do mandato e deve manter a mesma tendência na eleição. Ao todo, 20 partidos elegeram representantes em 2018, número que caiu para 13 entre os senadores que chegam ao fim do mandato. Por João Pedro Pitombo Notícia auspiciosa da matéria a eleição de @PauloHartungES para o Senado. Nomes como @simonetebetbr@Casagrande_ES@helderbarbalho@renancalheiros@EduardoBraga_AM que trazem a experiência da política como ela deve ser. É essencial que a política volte ao seu leito na Casa Alta.
@reztirps@mzoeramos@Solangesrour@jrfariajr@EconomicsArtBRL@elida_graziane@elrojodelPI@joaovillaverde@Seneguini@RaquelATeixeira@anacarla_abrao@AnaCandocha@v_duailibe@TucaPinheiroDF@abranches@opiniaorenato@andrei__roman@Gabriel_LBarros@FelipeSalto@rcortez_05
José Eduardo Agualusa, além de excelente romancista, é um mestre dos títulos. Tudo sobre Deus era título reservado para algum romance que ainda escreveria. Certamente não sabia qual, apenas que em algum momento futuro o escreveria. https://t.co/uBgLZlzlA0
Que Congresso é este que aprova leis ilegais e anticonstitucionais que deveriam ter sido barradas nas comissões de Constituição e Justiça, cujo dever é examinar a constitucionalidade, juridicidade de projetos de lei?
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'Centrão tentará se afastar de Flávio Bolsonaro se perceber que a proximidade traz mais desgaste do que ganho', diz cientista político https://t.co/ccTHiKCsYt
“If I could write all my work again, I am convinced that I’d do it better, which is the healthiest condition for an artist. That’s why he keeps on working, trying again; he believes each time that this time he will do it, bring it off.” —William Faulkner https://t.co/tgKr0oApk2
"Os liberal-conservadores brasileiros que julgam Lula por um viés ideológico e o pintam de extremista deviam rever essa opinião à luz do que aconteceu em Washinginton."