> arranje uma briga online com um pais inteiro
> jogue contra esse pais no mata mata da copa do mundo
> comece o primeiro tempo perdendo
> ganhe de virada
eu nao saio do brasil nem amarrada
“O Messi fazendo 3 gols num jogo, Mbappe, Haaland etc e o protagonista da Seleção não consegue nem andar em linha reta”
Nosso protagonista tá aí, filho da puta. Participa de TODOS os gols do Brasil. Gigante e decisivo, melhor do mundo.
Baila Por Nós, @vinijr!
e quando a música “malandramente” fez sucesso e aí os caras interpretaram que o sucesso da música era o sufixo mente aí tentaram emplacar “mentalmente”, “abusadamente” e “automaticamente”
Projetos do Lula:
Fim da Escala 6x1.
CNH gratuita.
Gás do Povo.
Pé de Meia.
Isenção do IR pra quem ganha até 5 mil.
Reforma Tributária.
Conta de Luz Grátis.
Taxação dos Super Ricos.
Projetos do Flávio Bolsonaro:
Derrubar o veto do PL da Dosimetria pra soltar 200 mil bandidos.
Acabar com o PIX.
Anistia para o Bolsonaro.
Às 7 da manhã: isso é hora de velho tá na rua
Às 10 da manhã: isso é hora de velho tá na rua
Às 12 horas : isso é hora de velho tá na rua
(E assim até completar as 24 horas )
Tudo que tenho visto sobre esse caso, tem me deixado doente, os detalhes são de embrulhar o estômago, principalmente sendo mulher.
Eu estou cansada de fingir que esses crimes são “casos isolados”.
Não são.
Uma adolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo. A Justiça decreta prisão preventiva dos investigados. Eles estão foragidos.
E a sociedade reage como sempre reage:
com silêncio, relativização ou distração.
Mas vamos falar do que ninguém quer assumir.
Violência contra mulheres não nasce no quarto.
Ela nasce na cultura.
Nasce em comunidades red pill que ensinam que mulher é troféu, que consentimento é detalhe, que masculinidade é domínio, que término não existe, que limites são detalhes pra se ignorar.
Nasce em discursos religiosos distorcidos que romantizam submissão feminina e tratam obediência como virtude moral.
Nasce quando homens são ensinados que perder controle é “instinto”, mas mulheres são ensinadas que sofrer violência é “imprudência”.
E depois chamam isso de exceção.
Não é exceção quando o discurso inteiro constrói mulher como objeto moralmente inferior ou sexualmente disponível.
Não é exceção quando masculinidade é vendida como poder sobre alguém.
Não é exceção quando ressentimento vira identidade política masculina.
E toda vez que uma mulher aponta essa estrutura, dizem que ela está “atacando homens” ou “atacando religião”.
Não.
Estamos atacando a cultura que protege agressores mais rápido do que protege vítimas, que as culpa, que assassina a sua reputação antes de apontar o agressor, o assassino.
Estou cansada de viver em estado de alerta.
Cansada de ouvir que “nem todo homem” enquanto toda mulher conhece o medo, a violência e a morte.
Cansada de ver indignação feminina ser tratada como radicalismo, mas misoginia organizada ser tratada como opinião.
Se a crítica incomoda, talvez o problema não seja o tom.
Talvez seja o espelho.
Todo dia, toda hora, a cada minuto uma mulher está sofrendo violência ou morrendo, e isso não pode ser tratado como algo "normal", CHEGA.