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@htafelizz@oresgatedaalma Dulia (Veneração comum):Prestada aos anjos e a todos os outros santos canonizados.Honra as virtudes deles e busca a intercessão deles junto a Deus.
@htafelizz@oresgatedaalma Protodulia (Primeira veneração):Atribuída a São José, o pai adotivo de Jesus e esposo de Maria.Fica acima dos demais santos devido à sua dignidade na Sagrada Família.
Senhor da vida, hoje pedimos-te a graça de reconhecer e cuidar do valor único e irrepetível de cada ser humano. Ensina-nos a acolher a vida sem condições, a cuidar a fragilidade com ternura, a acompanhar cada etapa com respeito e a defender com coragem quem não tem voz. #RecemosJuntos em https://t.co/nxFgw5JpkH
O papa Leão XIV pede aos fiéis que rezem especialmente pelo “respeito e pela proteção da vida humana” em todo este mês de julho.
A Rede Mundial de Oração do Papa, obra pontifícia confiada aos jesuítas, publicou a intenção de oração do papa para este mês de julho.
“Rezemos pelo respeito e pela proteção da vida humana em todas as suas etapas, reconhecendo-a como um dom de Deus”, pede Leão XIV, segundo o site da Rede Mundial de Oração do Papa.
O site publica as intenções de oração para cada mês do ano e diz que “essas intenções de oração são o produto de um longo processo sinodal de discernimento da Igreja, em vários países do mundo, abrangendo propostas de vários Dicastérios, Congregações e serviços da Santa Sé”.
Depois dos “vários meses” exigidos por esse processo, o papa “dedica tempo à oração e ao discernimento” sobre o assunto e, depois , confia “as suas 12 intenções de oração a todos os fiéis”, que “são orientações para a nossa vida e missão”.
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ÂNGELUS | O papa Leão XIV falou hoje (28), na oração do Ângelus, sobre a natureza do verdadeiro amor, que - disse ele - requer pelo menos três atitudes essenciais: “desapego, perda e acolhimento”.
O papa disse que o amor só dá frutos “quando estamos dispostos a perder um pouco do nosso “eu” para dar espaço ao outro, a perder um pouco de tempo para escutar um amigo, a perder um pouco de conforto para compartilhar uma situação complicada”.
“É difícil compreender isso, especialmente num mundo no qual perder parece ser uma fraqueza e no qual se vive obcecados por ter e possuir”, disse Leão XIV.
“Diz o Evangelho: Quem conserva a vida apenas para si mesmo, na realidade, perde-a (cf. Mt 10, 39), porque ela não se abre à alegria do amor e torna-se estéril”, disse ele.
O papa articulou sua reflexão com base nas exortações de Jesus Cristo para segui-Lo e ser testemunhas de Seu Reino, dizendo que "não se trata de uma ação exterior, mas de nos dedicarmos totalmente a uma relação de amor com Ele".
“Quando começa a enviar os seus Apóstolos em missão, o Senhor deseja que eles estejam livres de qualquer vínculo”, disse ele. “No entanto, é válido para todos que até os afetos mais importantes encontram a sua plenitude graças ao amor que Cristo nos dá”.
Leão XIV deu a vida matrimonial como exemplo: "só é possível vivê-la plenamente “deixando” a casa dos pais (cf. Mt 19, 6) para uma dedicação à relação conjugal".
O papa falou também sobre o crescimento dos filhos, que — como disse ele — “só é possível ajudá-los a realizar-se e a ser felizes, educando-os a caminhar com as próprias pernas e a fazer as suas escolhas”.
“Jesus convida-nos a abraçar a Cruz: Ele ofereceu-se, perdeu-se a si mesmo e, precisamente assim, pudemos receber a sua vida em abundância”, disse Leão XIV. “Da mesma forma, se vivermos segundo a lógica do dom, também nós seremos capazes de gerar vida nova nas nossas relações”.
Por fim, o papa concentrou sua reflexão no acolhimento. O amor, disse ele, também se expressa num compromisso composto por pequenos gestos do dia a dia, "como oferecer um copo de água a quem tem sede (cf. Mt 10, 42)".
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Hoje, a Igreja celebra São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei e conhecido como o “santo do ordinário” por ensinar que todos são chamados à santidade no trabalho, na família e nas atividades do dia a dia.
Josemaria nasceu em Barbastro, na Espanha, em 1902. Ainda jovem, sentiu o chamado ao sacerdócio e foi ordenado em 1925. Em 1928, recebeu de Deus a missão de fundar o Opus Dei, caminho de espiritualidade que recorda que a santidade está ao alcance de todos.
Em uma época em que muitos consideravam a santidade reservada aos religiosos, ensinou que qualquer pessoa pode encontrar Deus no cumprimento fiel dos deveres cotidianos, oferecendo seu trabalho e sua vida a Cristo.
Durante a Guerra Civil Espanhola, enfrentou perseguições religiosas e precisou viver escondido para escapar da morte. Mais tarde, transferiu-se para Roma, de onde impulsionou a expansão do Opus Dei pelo mundo.
Sua pregação destacou a importância da oração, da vida sacramental, da devoção à Virgem Maria e da busca da santidade nas pequenas coisas de cada dia.
São João Paulo II o canonizou em 2002, destacando sua mensagem de que os caminhos da terra podem ser ocasião de encontro com Deus.
São Josemaria Escrivá, rogai por nós! 🙏
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Hoje é dia de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei.
“A santidade grande está em cumprir os deveres pequenos de cada instante.”
São Josemaria foi um sacerdote espanhol do século XX, conhecido por ensinar que todos são chamados à santidade no meio da vida comum, no trabalho bem feito, na família e nas pequenas tarefas de cada dia realizadas com excelência.
A nossa assistência aos menos afortunados permite a eles experimentar o amor de Deus e abre a eles um caminho para entrar em uma relação duradoura com Ele. Ao mesmo tempo, permite-nos entrar em contato com a carne de Cristo, buscando vê-Lo e servi-Lo em nossos irmãos e irmãs (Mt 25,31-46). Desta forma, nossas obras de caridade se tornam um encontro recíproco com o Senhor presente entre nós.
Ninguém é excluído do amor de Deus! Cada um de nós, com a sua história, os seus erros e sofrimentos, continua a ser precioso aos olhos do Senhor. Jesus revelou-nos isso em cada encontro, em cada gesto e em cada palavra. Ele amou-nos até ao fim, mostrando acreditar na possibilidade de que o amor possa transformar até o coração mais endurecido. #ViagemApostólica #GuinéEquatorial
A Palavra do Senhor abre espaços novos e gera transformação e cura, porque é capaz de colocar o coração em movimento, de pôr em crise o curso normal das coisas a que facilmente corremos o risco de nos habituar, e de nos tornar protagonistas ativos da mudança. Lembremo-nos disto: Deus é novidade, Deus cria coisas novas, Deus torna-nos pessoas corajosas que, desafiando o mal, constroem o bem. #ViagemApostólica #Camarões
Faz sentido que muitos se afastem da Igreja Católica. Eles mesmos admitem: não suportam o escândalo do Cristo crucificado. E é compreensível, a cruz nunca foi atraente para quem busca conforto, aplauso ou espiritualidade de vitrine.
A verdade é simples e dura: tudo o que a Igreja tem a oferecer, na sua essência mais profunda, é a cruz. Não a cruz como símbolo estético ou acessório de pescoço, mas como realidade que fere o orgulho, desmonta a vaidade e exige conversão.
Porque seguir Cristo não é sobre se sentir bem, é sobre morrer para si msm. É sobre encarar o próprio pecado sem máscaras. É sobre entender que só existe ressurreição para quem aceita primeiro ser crucificado.
Por isso tantos fogem. A cruz revela aquilo que passamos a vida tentando esconder.
Mas quem fica, não fica por romantismo. Fica porque descobriu que a única liberdade real nasce desse peso. A única alegria sólida brota desse sacrifício. E que fora da cruz, tudo é espuma, pose e fuga.
A Igreja não promete caminhos fáceis. Promete o que Cristo prometeu: “Toma tua cruz e segue-Me.”
É pouco para quem vive de ilusões.
É tudo para quem busca a verdade.