Lula criou a marca perfeita.
Depois de tantos anos, finalmente, luladasilva criou espontaneamente o símbolo que sintetiza de forma brilhante o que foi, o que tem sido e o que será sua presença -se permanecer no cenário político depois de 2026.
Nenhum marketeiro, por mais brilhante que fosse, poderia criar um logotipo mais verdadeiro, direto e certeiro do que é lula.
Fica para a história, de forma indelével.
Dos discursos virulentos em cima de caixote de maçã vendendo greve nos anos 1980 como sindicalista até o terceiro mandato como despresidente em 2026, este é luladasilva.
O Brasil é realmente um país curioso.
A gente passa a vida inteira ouvindo que o problema é o empresário ganancioso, o produtor rural explorador e o mercado malvadão.
Aí a Receita Federal divulga o ranking de patrimônio médio por profissão e quem aparece no topo?
-Titular de cartório R$ 3,3mi
-Juízes e desembargadores R$ 2,9mi
-Procuradores e promotores R$ 2,9 mi
-Diplomatas R$ 2,5 mi
Para encontrar um dirigente de empresa é preciso descer no ranking. O produtor rural, que vive sendo tratado como inimigo do país, aparece com metade do patrimônio médio de um titular de cartório.
No Brasil, quem abre empresa, investe o próprio dinheiro, contrata funcionário e corre o risco de quebrar é tratado como privilegiado.
Enquanto isso, algumas das maiores fortunas médias estão justamente em carreiras cercadas de estabilidade, benefícios públicos ou atividades protegidas pelo próprio Estado.
A ironia é maravilhosa.
Este ranking diz muito sobre a economia dita capitalista de Pindorama. Reparem que os empresários malvadões ocupam o sexto e sétimo lugares, bem atrás da elite nababesca do funcionalismo público, justamente aqueles que vivem gritando por por menos desigualdade e fazendo campanha (e greves) por melhores salários - pagos pelos pobres coitados “contribuintes… 🤬
Veja o ranking:
•Titular de cartório – R$ 3,3 milhões;
•Ministros, juízes e desembargadores – R$ 2,9 milhões;
•Procuradores e promotores – R$ 2,89 milhões;
•Diplomatas – R$ 2,52 milhões;
•Atletas e desportistas – R$ 1,71 milhão
•Dirigentes, presidentes e diretores de empresas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços – R$ 1,66 milhão;
•Produtores da exploração agropecuária – R$ 1,58 milhão;
•Servidores das carreiras do Banco Central, da CVM e da Susep – R$ 1,44 milhão;
•Médicos – R$ 1,38 milhão;
•Atores e diretores – R$ 1,34 milhão.
Todo mundo trata o seguro prestamista só pela frente defensiva. Anula a venda casada, pede a restituição do prêmio, fim. Tá deixando MUUUUUUUITO dinheiro na mesa.
Tem uma segunda frente, e quase ninguém opera: as apólices que nunca foram acionadas.
Pensa comigo. Cada prestamista que embutiram no consignado do teu cliente gerou uma apólice. E essa apólice pode não cobrir só morte pra quitar o saldo. Cobre invalidez, doença grave, infarto, AVC, neoplasia, acidente, às vezes até desemprego.
O aposentado nem sabe que o seguro existe. E, não sabendo, nunca acionou nada quando o evento aconteceu.
Ai tem um detalhe que torna a brincadeira interessante: dá pra ver TODAS as apólices ativas no nome dele, de graça, no portal SAFE da SUSEP, entrando com a credencial https://t.co/Zw1FZTzCUs do próprio cliente. O mesmo https://t.co/Zw1FZTzCUs que você já usa pra abrir o Meu INSS e puxar o extrato.
Aí o fluxo é simples. Você lista as apólices, lê cobertura por cobertura, e senta com o cliente pra perguntar o óbvio que ninguém pergunta. Teve infarto? AVC? Cirurgia oncológica? Alguma invalidez reconhecida pelo INSS? Acidente que deixou sequela? Cada "sim" é uma indenização que estava ali, paga, e que ninguém nunca reivindicou.
E não é uma apólice. É comum o aposentado ter dez, quinze, vinte, uma pra cada consignado. Se ele teve o evento, você aciona todas que cobrem aquilo.
Enquanto a bancarada inteira briga pra devolver o prêmio de R$ 30 por mês, a apólice que ninguém leu pode valer a vida financeira do cliente.
Clint Eastwood !!!! ❤️
Aos 96 anos, Clint Eastwood quebrou nossas ilusões sobre envelhecimento. Não ofereceu consolo sobre anos dourados cheios de serenidade. Pintou a verdade: "A luz machuca os olhos. Respirar pode ser um trabalho duro. O teu corpo já não está a cooperar. Cada passo requer estratégia."
Mas o verdadeiro peso da velhice não é físico. É emocional. Ao cruzar os anos 90, seu círculo social diminui. A maioria das pessoas que te conheceram quando eras jovem desapareceram. O telefone parou de tocar. O ritmo dos dias abranda. A pílula mais amarga não é a dor. É a ausência de alguém que queira te ouvir.
Eastwood explicou por que os idosos repetem histórias. Não é para me gabar. É para se ancorar a uma realidade onde eles eram ativos, amados e relevantes. "Você se encontra repetindo histórias, adicionando detalhes, não para convencer ninguém, mas para sentir que você ainda está conectado a algo", disse. "Você tenta transmitir coisas aos jovens, mesmo quando vê o tédio nos olhos deles".
Vivemos em uma cultura que trata a longevidade como um troféu, mas ignora a solidão que a acompanha. Louvamos o rápido e o brilhante. Não deixamos espaço para o ritmo lento dos idosos.
Clint Eastwood é um gigante do cinema, mas suas palavras falam por cada idoso de 90 anos. São bibliotecas vivas da nossa história. Quando os ouvimos, algo mágico acontece. Fechamos o fosso entre gerações. Rugas não são sinais de envelhecimento. São mapas de uma vida plenamente vivida. E é um privilégio ouvir sua viagem.
O presente que o STJ deu para os advogados bancários: Tema 1.061. Vou destrinchar, porque é o que sustenta boa parte das nossas nulidades de consignado e poucas pessoas o usam da forma correta.
Ele nasceu de um IRDR do TJMA, afetado como repetitivo no REsp 1.846.649/MA (Rel. Min. Marco Aurélio Bellizze, 2ª Seção). É tese vinculante.
A tese: impugnada a autenticidade da assinatura do contrato juntado pelo banco, o ônus de provar que ela é verdadeira é da instituição financeira (CPC, arts. 6º, 369 e 429, II).
O pulo do gato tá no art. 429 do CPC. Impugnou a AUTENTICIDADE DA ASSINATURA? O ônus é de quem PRODUZIU o documento.
E quem produziu o contrato? O banco.
Aqui mora o detalhe que cala o defensor de banco: isso NÃO é inversão do ônus do art. 6º, VIII, do CDC. Não depende de hipossuficiência, não depende de o juiz deferir nada. É distribuição legal do ônus, já vem pronta na lei e foi confirmada pelo STJ.
Na prática: impugnou a assinatura na inicial/réplica, cessou a fé do documento particular. O banco que se vire pra provar que é verdadeira, inclusive bancando a grafotécnica. Não é o idoso que paga perícia pra provar que NÃO assinou.
Onde o banco se enforca é no contrato digital. A defesa padrão é "comprovo por outros meios, TED, documentos". Só que TED não prova autoria de aceite, geolocalização genérica não prova, e aquele "contrato" gerado pelo correspondente não atesta manifestação de vontade nenhuma.
🚩Advogado bancário que ainda não usa os laudos AURELLIUS em seus processos estão perdendo tempo, dinheiro e a chance de detonar os Bancos.
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💡Nessa fase de lançamento, atenderei PESSOALMENTE os usuários para tirar dúvidas de como usar os laudos nos processo.
Obs: Sou o idealizador e um dos co-fundadores da ferramenta. Esse post não deixa de ser uma publicidade (BOA), mas antes de tudo, é um dica de ouro para os advogados virarem o jogo contra os Bancos. Número do processo por DM para advogados que se identificarem.
Abs.
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Já comprei o meu. "O Brasil não está sendo ameaçado pela democracia de fora para dentro - por golpistas, militares ou ditadores. Está sendo solapado por dentro. Pelas próprias autoridades que deveriam defendê-la." https://t.co/Z50qD7Slzr
"No matter how isolated you are and how lonely you feel, if you do your work truly and conscientiously, unknown allies will come and seek you."
- Carl Jung
Quando alguém morre e deixa imóvel pra mais de um herdeiro, abre-se o inventário, e até ele terminar, que no Brasil leva meses ou anos, os herdeiros são coproprietários de um bem que ninguém pode vender sozinho, alugar livremente ou usar como quer. O Estado cobra o ITCMD pra liberar a transmissão, exige certidão, e enquanto o processo arrasta, o imóvel fica num limbo gerando despesa, IPTU, condomínio, manutenção, sem gerar renda. A família é empurrada pra uma copropriedade involuntária, fonte clássica de briga entre parentes, porque a burocracia da sucessão prende o patrimônio num emaranhado que só se resolve pagando imposto e esperando o rito. O que o falecido construiu pra deixar aos seus vira, vira um problema travado e oneroso, e a primeira mão a se servir do espólio, antes de qualquer herdeiro, é a do fisco.
Conseguimos!
Com o apoio do @ocolunista_ e entrevista do @EdsonAAlcantara, foi feita uma matéria demonstrando o que o STJ está tentando fazer a pedido do lobby bancário.
Peço que divulguem! Vamos ganhar espaço!
https://t.co/5qVo1KM1Cf