"O mais alto trono criado em que Deus pode se assentar é a alma de um crente".
William Gurnall. The Christian in Complete Armour. Vol. 2. The Banner of Truth Trust, p. 256.
"Pregação usa palavras. No entanto, palavras sozinhas não fazem a pregação. Nem mesmo as palavras de Deus são suficientes para constituir pregação, pois pregação envolve um embaixador que é autorizado a falar no lugar de outra pessoa. Nem toda comunicação do evangelho, vital como seja, é pregação. Pregação vem através de um embaixador que é autorizado a falar em nome de Cristo e através de quem Deus apela aos pecadores. Na pregação, ouvimos a voz de Deus, em Cristo, pelo Espírito de uma maneira que é comparável a ouvir uma mensagem através de um porta-voz".
Ryan M. McGraw. How Shall They Hear? Why Non-Preachersn Need To Know What Preaching Is. Darlington, Co Durham: Evangelical Press, 2019. p. 2.
"Um pai de 34 anos que frequenta uma igreja Morávia (uma igreja de origem eslava) disse que ser fiel à sua família significa 'ganhar um sustento respeitável, MAS NÃO SERVIR AO MEU EMPREGO, entende? NÃO SERVIR AO TODO-PODEROSO DÓLAR, NÃO BUSCAR APENAS A PRÓXIMA PROMOÇÃO e esse tipo de coisa'. Ele acrescentou que muitas pessoas 'elogiam da boca para fora' esse ideal, mas quando surge a pressão para trabalhar horas extras e trabalhar aos sábados, elas cedem".
Nancy Pearcey. A Guerra Tóxica Contra a Masculinidade. p. 106.
"A liderança do marido não consiste, primariamente, em desempatar questões ou resolver impasses; mas sim em ser o primeiro a amar, a servir, a se arrepender e a perdoar".
Tim Challies, citado em Nancy Pearcey. A Guerra Tóxica Contra a Masculinidade. Pilgrim, p. 91-92.
"Pesquisas descobriram que homens protestantes evangélicos que frequentam a igreja regularmente são os menos propensos, de qualquer grupo na América, a cometerem violência doméstica.
[...]
O sociólogo Brad Wilcox, um dos maiores especialistas em casamento da nação, resume sua pesquisa no Christianity Today, escrevendo: 'Os maridos mais violentos da América são os protestantes evangélicos nominais que vão à igreja raramente, se é que vão.
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Como vimos acima, aqueles que frequentam a igreja com regularidade se divorciam numa taxa menor do que os casais seculares, enquanto os casais nominais se divorciam numa taxa maior do que os casais seculares".
Nancy Pearcey. A Guerra Tóxica Contra a Masculinidade. Editora Pilgrim. p. 55-57.
🧐
"A irritação justificada contra o abuso tem com frequência se degradadoem horrorosos linchamentos dos homens. Tem se tornado socialmente aceitável expressar abertamente uma hostilidade contra os homens, mesmo em plataformas de mídia respeitáveis".
Nancy Pearcey. A Guerra Tóxica Contra a Masculinidade. p. 21.
Avaliando aqui se escrevo algo SOBRE a hermenêutica DE Robert Dabney a respeito da escravidão (positive biblical argument + paternalismo sulista) como algo distinto da Teologia do Pacto. Vai que alguém entende que estou defendendo a escravidão.
@pedroanitelle Outro ponto é que fazer essa afirmação que você apontou não é necessário e, em discussões sérias e travadas com honestidade, nunca se exigiu tal.
@pedroanitelle Acredito que não se trata de medo. Aí já é uma ilação que vc faz de modo temerário. Não sei a que "clubinho reformado" vc se refere, mas não conheço nenhum dos meus pares que defenda isso. Fique na paz.