Depois desse dia, nunca mais chamaram ela para nenhuma entrevista.
Ela fez a pergunta proibida e destruiu a narrativa com fatos ao vivo. Uma verdadeira aula sobre como as instituições são usadas contra a própria liberdade.
Do diário de Anthony Fauci, 13 de agosto de 2022.
Ele relata a briga com o CDC, o órgão americano de controle de doenças, para impedir que a agência dissesse ao público que as vacinas não estavam segurando infecção nem transmissão.
E registra o motivo com todas as letras: isso atrapalharia a campanha da dose de reforço de setembro e "prejudicaria os esforços do DoJ (Departamento de Justiça) para impor exigências de vacinação".
Ele sabia que a proteção era modesta e decrescente. Escolheu que o público não soubesse, em agosto de 2022, quando praticamente todo americano já tinha alguma imunidade, por infecção, por vacina, ou pelas duas.
Jamais foi pela ciência.
COVID E A IMPRENSA. - Li os editoriais e a reportagem do Wall Street Journal sobre os diários de Anthony Fauci e seu depoimento ao Senado. Independente da posição que cada um tenha sobre a origem da Covid ou sobre as políticas adotadas na pandemia, há um ponto que me parece inescapável: o papel da imprensa.
O jornal sustenta que revelam que a imprensa e jornalistas tinham uma relação de excessiva proximidade com Fauci, havendo os que deliberadamente queriam ajudá-lo a silenciar os críticos, como parte dos principais jornalistas e apresentadores dos Estados Unidos. Em vez da postura tradicional de ceticismo, que é a essência do bom jornalismo, muitos profissionais teriam assumido a função de validar uma narrativa oficial, tratando questionamentos científicos legítimos como desinformação ou teoria conspiratória.
O problema não está em um jornalista concordar com uma autoridade pública. O problema surge quando deixa de exercer sua função essencial: perguntar, desconfiar, confrontar versões e permitir que hipóteses plausíveis sejam debatidas. A IMPRENSA no Brasil fez igual ou pior.
A ciência avança pelo escrutínio, não pelo silêncio. E a imprensa cumpre sua missão quando protege o debate público, não quando escolhe quais perguntas podem ou não ser feitas.
As informações reveladas pelos diários pode-se deixa a maior lição institucional, que talvez não seja sobre Anthony Fauci, mas sobre o perigo de qualquer imprensa abandonar a crítica para tornar-se porta-voz do poder. Quando isso acontece, perde a ciência, perde a democracia e perde, sobretudo, a confiança do público.
Os recentes documentos divulgados pelo Senado americano talvez não tenham como principal personagem Anthony Fauci.
O verdadeiro protagonista é a imprensa. Qual jornal deu ampla divulgação à audiência de ontem? Onde está a Globo e o Jornal Nacional?
FOLHA, ESTADÃO, O GLOBO foram cúmplices acríticos das medidas de segregação das pessoas e destruição da atividade econômica: “A economia a gente vê depois!”. O jornalismo abandonou a atitude crítica que constitui sua razão de ser para assumir a defesa de uma narrativa oficial.
O problema nunca foi discutir a hipótese da origem laboratorial da Covid. O problema foi transformar sua mera discussão em tabu. Em ciência, hipóteses são examinadas; não são interditadas.
Em democracia, perguntas são respondidas; não são censuradas.
O jornalismo existe para submeter o poder ao escrutínio, jamais para blindá-lo.
Sempre que a imprensa deixa de investigar para proteger autoridades, sejam elas políticas, científicas ou judiciais, ela deixa de cumprir sua função constitucional e passa a integrar o próprio poder que deveria fiscalizar. É essa, a meu ver, a reflexão mais importante que esses textos suscitam.
Os diários de Fauci confirmaram o que muita gente já sabia: a pandemia foi a maior operação de poder e silenciamento da história recente.
O cara que mandava o mundo trancar em casa, quebrar a economia e perseguir quem ousava perguntar, agora aparece nos próprios registros como o grande arquiteto da farsa.
E a mídia? A mesma que recebeu centenas de milhões das Big Pharmas virou correia de transmissão. Hoje ela finge que nada aconteceu. Silêncio total. Porque o Pix ainda tá pingando.
Fauci, ontem, se recusou a responder. Se recusou até a olhar pra quem foi prejudicado. O mesmo método que usam aqui: quem questiona vira inimigo, quem diverge vira criminoso, quem pede prova vira “negacionista”.
Ontem foi emergência sanitária.
Anteontem foi “discurso de ódio”.
Amanhã será qualquer outra coisa.
O objetivo é um só: manter a população em pânico permanente. Porque povo com medo obedece.
Aqui no Brasil a gente já vive a versão tropical: voto eletrônico sem auditoria material, ministros do Supremo tomando cafézinho com o presidente, e a caneta pronta pra tirar quem incomoda da disputa.
É o mesmo manual.
Só muda o sotaque.
Quem ainda acredita em “emergência” depois de tudo isso ou é cúmplice… ou é o próximo na fila.
O Dr. Fauci, no mesmo dia em que solta o clássico “não há evidências de que a ivermectina funcione”, já existia um site rastreando dezenas de ensaios clínicos randomizados mostrando 60, 70% de eficácia.
Ron Johnson chega com uma pilha de papéis do tamanho de um tijolo e pergunta, educadamente:
“Então esses estudos todos são alucinação coletiva?”
Resposta oficial: silêncio constrangido + “trust the science”.
A ciência, no caso, era a que cabia no bolso do CDC e da FDA. O resto era “desinformação”.
🇧🇷 Livros escolares no Brasil nas últimas décadas:
3,5 % de referências são cientificas
96,5 % de referências são opinativas
(das mais variadas fontes, SEM qualquer base científica)
Aí quem questiona a ciência (deles) se torna "negacionista" 🤡
E assim se "constrói" uma nação
🧵 A REDE COMPLETA — Três diagramas, quarenta anos de evidências
Como crime organizado, narcotráfico de Estado, terrorismo e lavagem de dinheiro formam um único sistema — documentado por delações, operações policiais e jornalismo investigativo em múltiplas jurisdições.
Existe uma rede. Não é teoria conspiratória. É o conteúdo de autos judiciais homologados no Brasil e nos Estados Unidos, de operações policiais deflagradas entre 2024 e 2026, de delações premiadas validadas pelo STF, pelo MPF e pelo Departamento de Justiça americano, e de três décadas de jornalismo investigativo cujas teses centrais foram confirmadas pelos próprios réus.
Três diagramas. Uma estrutura única.
DIAGRAMA 1 — A rede político-criminal
1990: Lula e Fidel Castro fundam o Foro de São Paulo em reunião realizada na capital paulista. O objetivo declarado: coordenar a esquerda latino-americana após a queda do Muro de Berlim.
O objetivo real, documentado pelos 34 anos seguintes: criar uma plataforma supranacional que misturou partidos eleitorais legais com movimentos que ainda operavam — ou tinham operado recentemente — pela via armada. Isso não é interpretação. É a lista de participantes do próprio Foro.
Entre os membros históricos do Foro: PT (Brasil), PSRV (Venezuela), Frente Sandinista (Nicarágua), Partido Comunista Cubano — e, nas primeiras reuniões, representantes das FARC colombianas, que em 1990 eram uma guerrilha ativa financiada pelo narcotráfico.
Gustavo Petro, hoje presidente da Colômbia, era quadro do M-19 — guerrilha urbana que realizou o sequestro do Palácio da Justiça de Bogotá em 1985, com 98 mortos. A trajetória guerrilheiro → político → presidente não é exceção no Foro. É o padrão.
2008: O Exército colombiano mata Raúl Reyes, número dois das FARC, em operação no Equador. Os computadores apreendidos — autenticados pela Interpol em relatório público disponível em fontes abertas — contêm comunicações com Hugo Chávez, com o governo equatoriano de Rafael Correa, e referências a contribuições financeiras ao PT brasileiro.
O governo Lula reagiu atacando a Colômbia e defendendo Chávez. A questão das comunicações jamais foi respondida.
A Venezuela de Chávez não apenas simpatizava com as FARC. Oferecia território, cobertura de inteligência e rotas de escoamento para a cocaína colombiana. Isso está documentado em três camadas independentes:
- Relatório da Interpol sobre os computadores de Reyes (2008);
- livro "Hugo Chávez, O Espectro", de Leonardo Coutinho (Veja/IstoÉ) jornalismo investigativo com fontes identificadas dentro dos governos latino-americanos;
- Denúncia formal do DOJ americano contra Nicolás Maduro, março de 2020, por narcotráfico e narcoterrorismo.
O Cartel de los Soles não é paralelo ao Estado venezuelano. É o Estado venezuelano funcionando como cartel.
O general Hugo Carvajal, ex-chefe da Dirección de Inteligencia Militar (DIM) sob Chávez, foi indiciado nos EUA por facilitação do narcotráfico. Preso na Espanha, extraditado em 2023, passou a colaborar com o DOJ americano.
O general Cliver Alcalá, chefe de operações do Cartel de los Soles, entregou-se voluntariamente aos EUA em 2020 e também delatou. Sua colaboração confirma que forças armadas venezuelanas transportaram cocaína colombiana com conhecimento direto de Maduro e Diosdado Cabello.
Dois dos principais generais da inteligência venezuelana: colaboradores do Departamento de Justiça americano. O que sabem sobre quem mais estava no esquema ainda não foi inteiramente publicado.
O livro "Carvajal, Lula e o Sequestro da América Latina", da jornalista Elisa Robson, documenta Carvajal como nó operacional que conecta o narcoestado venezuelano, as FARC e a rede política do Foro de São Paulo. A obra foi publicada antes da delação formal de Carvajal ao DOJ. Quando a delação veio, confirmou as teses centrais do livro.
Quando uma investigação jornalística antecipa e é depois corroborada por uma delação judicial em outra jurisdição, o valor probatório retroativo é significativo. Robson não estava especulando. Estava documentando algo que a Justiça americana depois validou.
O livro "Red Cocaine", de Joseph Douglass Jr. (1990, revisado em 1999), documentou com antecedência ainda maior a tese de que o narcotráfico latino-americano tinha dimensão de política de Estado — não era subproduto espontâneo do crime organizado, mas instrumento deliberado construído pela URSS via Cuba e implementado pelos movimentos guerrilheiros que Moscou financiava.
O processo contra o general cubano Arnaldo Ochoa (1989), o narcoestado venezuelano documentado pelo DOJ, a delação de Alcalá e a estrutura do Cartel de los Soles confirmaram a tese central de Douglass. A infraestrutura não foi desmantelada com o fim da Guerra Fria. Foi privatizada e redistribuída.
Je me suis longtemps passionné pour la psychologie, et une période m'obsède plus que toutes les autres.
L'après-guerre.
Le moment où des chercheurs se sont posé la question la plus dérangeante du siècle: comment l'Allemagne nazie avait-elle transformé des pères de famille ordinaires en bourreaux de camp?
La réponse, ils ne l'ont pas trouvée chez des monstres. Ils l'ont trouvée chez des hommes parfaitement banals.
Hannah Arendt a appelé ça la banalité du mal. L'historien Christopher Browning, en étudiant le bataillon de réserve 101 (des policiers d'âge mûr, des pères, des commerçants), a montré que ce ne sont pas des fanatiques qui ont fusillé des civils, mais des hommes normaux incapables de désobéir au cadre dominant.
Puis vint Milgram. À Yale, environ deux tiers de gens ordinaires ont infligé ce qu'ils croyaient être des décharges mortelles, simplement parce qu'une autorité en blouse blanche le leur ordonnait. L'expérience de la prison de Stanford a montré la même chose sous un autre angle: donnez à quelqu'un un rôle et un cadre, et il s'y conformera jusqu'à l'inhumain.
La leçon n'est pas allemande. Elle est humaine.
Le mécanisme s'active dès qu'un cadre moral dominant fait craindre la sanction sociale plus que ne compte le témoignage de ses propres yeux. L'individu cesse de voir ce qu'il voit. Il voit ce que le cadre l'autorise à voir.
Maintenant, regardez Southampton.
Henry Nowak, 18 ans, poignardé, allongé au sol, répète aux policiers « j'ai été poignardé », « je ne peux plus respirer ».
Réponse de l'officier: « I don't think you have, mate. »
Pendant ce temps, son meurtrier retourne la situation d'une phrase: il aurait été victime d'une agression raciste. Quatre mots ont suffi pour déplacer le soupçon de l'agresseur vers la victime.
Et l'officier a obéi. Pas à un ordre. À un cadre.
Un cadre qui lui a appris, pendant des années, qu'une plainte pour racisme est l'accusation la plus dangereuse de sa carrière. Plus dangereuse, dans son réflexe conditionné, qu'un corps qui se vide de son sang devant lui.
Exactement le mécanisme de Milgram, de Browning. Un homme normal qui cesse de croire ses propres yeux parce qu'un cadre moral lui a appris ce qu'il devait craindre.
C'est précisément ça qui me terrifie.
Souvenez-vous: le monde entier s'est agenouillé pour quatre mots, « I can't breathe ». Des entreprises, des gouvernements, des stades entiers.
Henry a prononcé les mêmes mots, en train de mourir. Il n'y aura ni genou à terre, ni hashtag, ni minute de silence.
Parce que sa mort ne sert pas le cadre. Elle le contredit.
Et un système qui apprend à une société entière à faire passer l'accusation de racisme avant les faits, avant le corps, avant la vie, n'est pas une posture morale inoffensive.
C'est une machine à fabriquer des hommes qui, face à un enfant en train de mourir, choisissent les menottes.
No texto abaixo, o Marcelo Guterman mostra que o STF ocupa um lugar de honra no maior IPO da história. Parabéns aos envolvidos. 👇
O Brasil tem lugar de honra no maior IPO da história, o da SpaceX, de Elon Musk.
“No prospecto de qualquer IPO, a empresa é obrigada, pela SEC, a descrever todos os riscos para os investidores. Os executivos da Space X descreveram 54 tipos de diferentes de risco. Um deles se refere à "natureza global do negócio, que o expõe a riscos relacionados a regimes ou autoridades instáveis, maliciosas ou arbitrárias".
Este risco é genérico, referindo-se a jurisdições que não se guiam pelo Rule of Law. Mas os executivos da Space X foram além, e decidiram dar um exemplo prático desse tipo de risco. É aqui que o Brasil brilha:
"Não há garantia de que conseguiremos manter nossas operações em qualquer jurisdição e, caso nossos ativos ou propriedades sejam sujeitos a apreensão ou outra forma de expropriação, não há garantias de que conseguiremos recuperá-los. Qualquer ação judicial ou governamental desse tipo pode nos afetar negativamente. Por exemplo, em agosto de 2024, a Starlink recebeu uma ordem do Supremo Tribunal Federal do Brasil que bloqueou seus ativos financeiros brasileiros e a impediu de realizar transações financeiras no país (a “Apreensão de Ativos no Brasil”). A ação do Supremo Tribunal Federal decorreu de supostas violações da legislação brasileira pela empresa X, que na época não era de nossa propriedade e tinha apenas vínculo com o Sr. Musk. É possível que sejamos submetidos a ações como a Apreensão de Ativos no Brasil no futuro (seja no Brasil ou em outro país) e, independentemente de tal ação estar em conformidade com as leis locais e internacionais, talvez nunca consigamos recuperar os ativos apreendidos em uma ação semelhante.
Além disso, as medidas que tomamos para minimizar o impacto de ações como a Apreensão de Ativos no Brasil sobre nossos clientes, por exemplo, continuando a fornecer o serviço gratuitamente ou alterando os processos e métodos de pagamento para permitir que os clientes mantenham o serviço, podem ter um impacto significativo em nosso desempenho financeiro. Como evidenciado pela Apreensão de Ativos no Brasil, podemos estar sujeitos a ações adversas por parte de agentes governamentais com base em suposições, fatos ou eventos que não estão diretamente relacionados às nossas operações, mas sim às ações de nossos diretores, executivos ou acionistas, ou às operações de empresas a eles afiliadas."
É ou não é para sentir orgulho de ser brasileiro, ter o seu Supremo Tribunal citado como exemplo de risco para o desempenho da empresa. E isso em um documento que vai ser lido por investidores do mundo inteiro! Isso é que é insegurança jurídica, ninguém nos vence nesse quesito!
Parabéns STF! Parabéns Alexandre de Moraes! Vocês conseguiram!”