Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
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A @Sulamerica é um horror. Uma pessoa próxima faz 25 dias tá tentando incluir o filho recém nascido como dependente e não consegue. Ela me passou toda a história. É pior do que O Processo de Kafka. O mais absurdo que é por algo que ela vai pagar.
Só que daqui a 5 dias acaba o prazo da carência da mãe com o bebê e ao que parece essa é a malandragem da @Sulamerica . Aí para tratamentos complexos serão 180 dias de carência. Se você conhece outras pessoas que têm ou tiveram este tipo de problema me marquem e me enviem mensagens no DM porque vamos fazer uma matéria na @revistaforum.
Peço também que dêem o máximo de RTs neste post, porque com planos médicos até para fazer algo que você está pagando é sempre complicado. Por isso temos que defender e fortalecer cada vez mais o SUS.
Governo interino do RJ descobre que 78% dos funcionários em secretarias eram fantasmas. ISSO AQUI DEVERIA REPERCUTIR EM TODAS AS MÍDIAS. É inadmissível. Estarrecedor.
@DalsonFigueired Aproveito para contribuir com mais esta referência *Revisão Sistemática de Literatura em Educação: características, estrutura e possibilidades às pesquisas qualitativas*
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NOTA OFICIAL
A plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20/6), após ter sofrido uma invasão e disparado um alerta para diversas regiões do país, ordenado remotamente por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade. Provavelmente se trata de um ataque hacker.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas.
Ninguna mujer quiere estar todo el tiempo discutiendo o haciendo drama. Ella quiere ser alegre, tranquila, amorosa y femenina. Pero eso solo florece cuando hay seguridad, constancia, presencia y responsabilidad emocional.
🚨 VITÓRIA HISTÓRICA!
Acaba de ser aprovado, no plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 6.894/2013, que trata dos direitos previdenciários para os pós-graduandos. Depois de quase 40 anos de lutas, os bolsistas Capes e CNPq terão acesso à seguridade social.
É uma conquista da nossa mobilização incansável, dos apoios e das articulações que fizemos nesse período.
Nosso reconhecimento à garra das APGs de todos os cantos do país que confiaram e nunca esmoreceram. Igualmente às Sociedades científicas e comunidade acadêmica, que perfilaram conosco.
Agradecemos também à deputada @Alice_Portugal , proponente, aos deputados @ricardogalvaosp, relator, @tuliogadelha, que apresentou o requerimento de urgência, ao presidente @HugoMottaPB e aos líderes partidários que apoiaram a proposta.
Agradecemos também ao governo, especialmente à @CAPES_Oficial e @CNPq_Oficial, que não mediram esforços para construir soluções para essa justa reivindicação.
É uma vitória da ciência, dos pesquisadores e das pesquisadoras e, sobretudo, do Brasil. 🇧🇷
Boa parte dos pós-graduandos vive hoje em jornada dupla, porque ninguém consegue sobreviver dignamente em cidades grandes com as bolsas da CAPES e do CNPq. O impacto disso na formação e na produtividade da pessoa é muito significativo. E quem decide finge que não vê.