O Janones é a prova viva de que o Inquérito das Fake News é uma farsa.
Ele é o único político brasileiro que confessou (e em mais de uma oportunidade) que mente deliberadamente para manipular a opinião pública, e especificamente para fins eleitorais.
Ainda assim, nunca sequer se cogitou a sua inclusão no inquérito.
Após décadas de esquerda no poder, o Brasil se tornou a prova viva de que a mentalidade revolucionária e estatista destrói uma nação de forma praticamente irreversível. Somos o pior exemplo do mundo: impunidade, criminalidade altíssima, falência moral, violência extrema, fábrica de golpistas, educação destruída, corrupção enraizada nas instituições, censura, autoritarismo, impostos estratosféricos, moeda falida, miséria, decadência cultural.
Brasil 2026, passar batom em estátua, atentado contra a democracia e 14 anos de prisão, participar de assassinato de uma criança inocente, perdão judicial pois é culpa do patriarcado e machismo, bem-vindo a Brasil Fahrenheit 451
Artigo pesado do Fernando Schüler, mas necessário. 😢
“O que me fica na cabeça é a imagem daquele quarto. Este tipo monstruoso chamado Jairinho levando um guri alegre, de 4 anos, com a vida pela frente, lá para dentro, trancando a porta, ligando a TV em volume alto para ninguém escutar e enchendo de pancadas. Depois o guri saindo, mancando, o olhar apavorado, o choro contido, indo pro colo da empregada, a Thayná.
No dia fatal, foram vinte e tantas pancadas. Na cara, na cabeça, no nariz, na barriguinha, hemorragia interna, edema cerebral. Peço desculpas por escrever estas coisas, em uma coluna onde geralmente trato do Brasil. Mas hoje não dá. Preciso falar sobre o menino Henry.
A verdade é que não me conformo. Tenho um filho pequeno, imagino a dor do pai do Henry, nestes anos todos, e acho que ninguém deveria ficar indiferente, diante disso. Não me conformo com uma pena de apenas 40 anos para este assassino monstruoso. Uma pena que vai se transformar em muito menos, pelas progressões e pela brandura de nossa legislação. E de jeito nenhum me conformo com o “perdão judicial” para a mãe do Henry, Monique.
Ela inequivocamente sabia de tudo. Sabia das agressões, viu os hematomas no filho e mantinha aquele sujeito dentro do apartamento. A Thayná avisou, mandou mensagem, mandou vídeo com o guri violentado. E ela estava lá, dentro daquele apartamento, quando o espancamento final aconteceu, e era de fato a única pessoa que podia salvar o Henry.
Ao invés disso, não fez nada. E diante do menino morto mandou a empregada ficar quieta para não incriminar o casal. É simplesmente um sintoma da nossa completa perda de valores sugerir que a culpa atribuída a Monique seja algum tipo de “discriminação de gênero”.
Há poucas coisas mais desprezíveis do que usar retórica ideológica para justificar a maldade e o crime. Monique era a mãe. Não se trata de ser perfeita, mas de fazer o mínimo. Ela tinha a guarda do filho, era responsável por ele. E sabia o que estava acontecendo. (…)
O caso do menino Henry está longe de ser um caso isolado. O Disque 100, nosso canal de denúncias, só em 2024 registrou 289 mil denúncias sobre violações contra crianças e adolescentes. 33 registros por hora, Brasil afora. Violência, maus-tratos, abandono, agressão sexual.
No caso de crianças de 0 a 6 anos, perto de 80% dos casos acontece dentro de casa. As mães são as mais identificadas como agressoras. Depois os pais, e ainda depois padrastos, madrastas e outros parentes. Há uma barbárie silenciosa espalhada pelo País. Por alguma razão, falamos pouco sobre isso. E a não-sentença dada a Monique diz algo bastante sombrio sobre tudo isso.
A melhor homenagem que podemos fazer ao Henry é sermos pessoas melhores. Melhores pais e melhores mães. Melhores padrastos e madrastas. Melhores avós e o que mais pudermos ser. Podemos prestar atenção, falar sobre este assunto e ajudar organizações que protegem crianças. E ainda agora podemos exigir que um crime bárbaro como este não seja perdoado ao sabor de alguma retórica.
A ideologia é um tipo perverso de indiferença. O ato soberbo de quem no fundo não se importa que o menino Henry não terá uma vida para viver. Que morreu aterrorizado, em um apartamento com a mãe e o padrasto, espancado, fruto da displicência criminosa de quem deveria ter cuidado para que ele pudesse viver, e não morrer daquela maneira.”
Lula e seus devotos continuam a guerra contra o “grande satã americano” enquanto tratam como parceiros e modelos o Irã dos aiatolás atômicos, a ditadura cubana e a Venezuela bolivariana. Mas exigem ser tratados com muito carinho pelo governo Trump. É muito cinismo. Ou excesso de idiotia
E assim o Brasil perderá mais duas pessoas de bem - E COM DINHEIRO - para os USA. Milhões já se foram.
Segurança pública é a única pauta que importa neste país, largado nas mãos do narcotráfico - quem patrocina crimes como o do vídeo para financiamento.
Na semana passada, a PGR pediu a condenação de Tagliaferro por vazar informações sigilosas do gabinete de Moraes. Ocorre que as informações revelavam ilícitos praticados dentro do gabinete e, nesse contexto, seu dever funcional e moral era torná-las públicas.
Gonet simplesmente ignorou esse ponto.
Se estivesse em Nuremberg, provavelmente acolheria a tese dos réus que alegavam: “apenas obedecíamos ordens”.
Para Gonet, importa a ordem, não o conteúdo dela
Quantas cidades como Serra da Saudade existem espalhadas pelo Brasil?
Com apenas 833 habitantes, sem hotel, sem transporte público e praticamente sem nada… mas com prefeitura, secretarias, vereadores e a mesma família controlando o poder há décadas.
Não é exceção.
É o retrato de boa parte do interior brasileiro: milhares de pequenos municípios que viraram feudos familiares, sustentados com dinheiro do contribuinte nacional.
Uma cidade que se transformou no exemplo perfeito da perpetuidade do poder.
O Brasil tem mais de 5.500 municípios. Quantos deles são realmente viáveis e quantos são apenas cabides políticos disfarçados de “autonomia municipal”?
O Congresso e o TCU precisam urgentemente discutir a fusão de municípios inviáveis.
Porque o que vemos aqui não é exceção, é o padrão.
Democracia não pode ser sinônimo de dinastia familiar eterna.
Vídeo produzido por: @spotniks
A culpa dos juros altos é do banco.
A culpa da comida cara é do agro.
A culpa do entregador estar pobre é do iFood.
Até 2022, a culpa de tudo era do presidente.
Depois disso, descobrimos uma lista enorme de culpados. Só um deles continua imune às críticas
@folha Então vocês estão sugerindo que é melhor manter a estrutura do crime organizado terrorista movimentando a economia no lugar de pessoas honestas?
É desmoralizante para o Supremo Tribunal Federal a permanência na corte de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Comprovadamente envolvidos no escândalo do Master, nenhum deles pode continuar fazendo de conta que tem reputação ilibada. Continuam julgando. Já deveriam estar sendo julgados.
O comunista Jones Manoel descobriu na prática o que qualquer empreendedor sabe. Que incentivos importam, que gestão importa e que ninguém trabalha de graça. Socializar o patrimônio dos outros é lindo. Desde que não seja o dele.
Quando o partido quis assumir o controle do canal, o camarada invocou direito de propriedade, risco de falência e perda de renda familiar. As mesmas coisas que ele passa a vida combatendo no discurso. Traduzindo: comunismo para os outros, PIX pra mim.
O canal que ele usa para pregar o fim do capitalismo está hospedado no YouTube, plataforma do bom e velho capitalismo yankee. Hipocrisia é pouca pra essa turminha. Bem-vindo ao capitalismo, meu camarada. Tu vai descobrir que ele funciona.
Empresas que lavam dinheiro do tráfico têm que fechar. Ao contrário do que o @OGloboPolitica quer induzir o leitor a aceitar, o narcotráfico não é uma atividade econômica legítima.
Estou muito impressionado como parte considerável do jornalismo está defendendo, direta ou indiretamente, a influência do PCC e do CV, do tráfico de drogas, na nossa economia e no próprio mercado financeiro brasileiro. É uma coisa impressionante como sequer ruborizam, como não escondem que são brifados pela comunicação do governo lulopetista. Quando você vê um jornalista ou um “especialista” falando em soberania nacional, ao invés de fazer uma análise honesta dos benefícios da medida americana, fica evidente que são jabazeiros ou envolvidos politicamente no esforço de relações públicas do crime.
Países raramente quebram.
Mesmo a Venezuela, que sofreu êxodo de milhões de pessoas durante os piores anos da ditadura Maduro, sempre teve gente se dando bem.
Quem quebra são indivíduos e empresas.
Quando alguém diz que alguma política, escala 4x3 por exemplo, vai quebrar o país, tá exagerando.
Não vai quebrar, só vai contribuir pro país continuar pobre e ficar mais pobre ainda.
Da mesma forma, quando a esquerda diz que supostas conquistas como décimo terceiro, FGTS, ou qq outro suposto direito trabalhista não quebrou o país como críticos diziam que ia quebrar, estão ignorando o fato de que somos um país pobre faz séculos e essas jabuticabas ajudam a nos manter pobres.
Os impactos das escolhas tem que ser avaliados comparando-se com países que tomaram caminhos diferentes, analisando os custos de oportunidades, e não em termos de se o país quebrou ou não.