@allanconta5 Não fosse por ele você não poderia estar expressando sua opinião, ainda que seja uma bobagem idiota sem tamanho mensurável nas escalas humanas.
@SMgestor@madeleinelacsko Nunca consegui concordar com esse ditado. Sempre me soa como “seja medíocre e mantenha a cabeça baixa para o próximo corte de pessoal não te atingir.”
Sou mais Jony Ive: “Diferente e Novo são relativamente fáceis. Difícil é fazer algo genuinamente melhor”
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Daqui a um século, nenhum de nós estará mais presente neste mundo. As vidas que conhecemos hoje terão desaparecido, os laços que compartilhamos serão apenas memórias vagas na vastidão do tempo. Os sonhos, aspirações e desafios que hoje parecem tão significativos serão relegados ao esquecimento, substituídos por novas narrativas e novas jornadas. É uma reflexão inevitável e, muitas vezes, desconcertante sobre a transitoriedade da existência humana.
Cada pessoa que cruzou nosso caminho, independente de quem foi ou de quantos foram, todos serão absorvidos pelo fluxo implacável do tempo. Os amores, as amizades leais e os momentos de êxtase ou desespero que experimentamos se desvanecerão no tecido da história. No entanto, apesar dessa inevitabilidade, há uma beleza na efemeridade da vida, uma beleza que reside na intensidade do momento presente e na profundidade das conexões que estabelecemos uns com os outros.
Nossa existência é uma jornada marcada por encontros e despedidas, por momentos de triunfo e desafio. Cada indivíduo que conhecemos, seja por um instante ou por uma vida inteira, contribui para a riqueza de nossa própria narrativa. E, à medida que olhamos para trás, para os rostos que já não podem sorrir para nós, somos lembrados da preciosidade de cada momento compartilhado e do valor intrínseco de cada vida, mesmo quando o tempo inevitavelmente as leva embora.
Ainda assim, enquanto contemplamos a efemeridade de nossa existência, somos desafiados a encontrar significado e propósito em meio à impermanência. Cada ação, cada escolha que fazemos, ecoa através do tempo, moldando o curso da história e deixando um legado que transcende nossa própria mortalidade. É através do amor que damos, do conhecimento que compartilhamos e das mudanças que inspiramos que podemos aspirar a tão sonhada “imortalidade”, mesmo que nossos corpos sejam destinados à finitude.
Ao olharmos para o futuro, para o mundo que se desdobrará além de nossas vidas, é tentador nos sentirmos pequenos e insignificantes diante da vastidão do universo. No entanto, também é uma oportunidade para reconhecer a interconexão de todas as coisas, a teia invisível que une cada vida, cada alma, em uma tapeçaria complexa e maravilhosa. Nós, como indivíduos, somos parte de algo muito maior do que nós mesmos, parte de uma história que está em constante evolução, mesmo quando nós não estamos mais aqui para testemunhá-la.
E assim, enquanto somos confrontados com a certeza de nossa própria mortalidade, somos também convidados a abraçar a beleza fugaz da vida, a abraçar cada momento com gratidão e admiração. Pois é nos momentos mais efêmeros, nos instantes de pura alegria ou profunda tristeza, que encontramos a verdadeira essência da existência humana. E é através da aceitação dessa essência, através do reconhecimento de nossa própria fragilidade, que podemos começar a viver verdadeiramente, plenamente, mesmo que apenas por um breve momento no tempo.
Portanto, que possamos honrar aqueles que vieram antes de nós, aqueles que moldaram o mundo em que vivemos, e que possamos inspirar aqueles que virão depois de nós. Que possamos encontrar conforto na certeza de que, embora nossas vidas individuais sejam efêmeras, o impacto que deixamos no mundo e nas vidas daqueles que tocamos pode durar para sempre. Que possamos viver cada dia com um coração gentil, uma mente curiosa e um espírito corajoso, sabendo que, embora possamos não estar aqui para testemunhar o futuro, nossas vidas poderão deixar uma marca indelével na história da humanidade.
Webb, James.
O analfabetismo funcional não está restrito às franjas da sociedade. Me lembro dos investimentos que a Dana, multinacional de autopeças na qual trabalhei por 26 anos, fazia nos anos 90 para que todos os funcionários tivessem um nível alto de alfabetização. Havia a consciência de que, para o nível de qualidade, rapidez e complexidade dos processos que a empresa precisava para ser bem sucedida no ambiente global, as pessoas deveriam ter um alto nível de alfabetização. Caso contrário, como interpretariam e compreenderiam as instruções cada vez mais complexas do dia a dia de uma indústria dentro da cadeia global de suprimentos?
Analfabetos funcionais conseguem ler, escrever, trabalhar, se comunicar e até mesmo votar, sem que tenham uma compreensão plena sobre aquilo que estão fazendo, falando ou escolhendo.
E a questão se torna ainda mais crítica quando percebemos que a internet se tornou disponível para todos, inclusive para os analfabetos funcionais. E a internet trouxe agravantes, como a pressão do volume de informações oferecidos, a total falta de filtros, a velocidade com que se demandam respostas e a facilidade com que fatos são manipulados e a verdade é fragmentada. É nesse contexto que escolhas precisam ser feitas. É nesse contexto que proliferam os alfabestados digitais.
Um alfabestado digital, assim como um analfabeto funcional, consegue ler e escrever, mas tem dificuldades de entender um tuíte, uma citação ou referência. Ironias, então, cara nem pensar… Em vez de inspirar a busca por novas experiências e habilidades, o alfabestado digital acaba desenvolvendo um estilo de aprendizado preguiçoso. O resultado é o enfraquecimento de habilidades cognitivas. Em vez de motivar a aquisição do alfabetismo básico, o alfabestismo, o alfabesta, favorece as fontes mais simples de informação, como redes sociais e vídeos. De preferência curtinhos e sem textão, pelo amor de Deus. E se possível, com treta.
O resultado é isso mesmo, a alfabestização digital. O sujeito se acha alfabetizado, mas é uma besta quadrada.
Pra quem leu as HQs do Moebius (Jean Giraud) na revista “Heavy Metal” nos anos 80 vai se emocionar pra kct. Quem não conheceu vai só se emocionar muito como nunca se emocionou antes!!!
Procurando o que assistir neste fim de semana?
Planeta dos Abutres.
Nesta nova e surreal série animada de ficção científica dos criadores Joseph Bennett e Charles Huettner, a tripulação sobrevivente de um cargueiro interestelar que se acidentou acaba ficando presa a um planeta estranho e belo, porém implacável.
Nesse ambiente, eles precisam sobreviver para fugir ou serem resgatados. Mas enquanto os sobreviventes enfrentam dificuldade de localizar a nave acidentada e os colegas desaparecidos, a nova casa deles se revela um mundo hostil que cresceu sem interferência humana.
Com uma animação exuberante de cair o queixo, “Scavengers Reign” mostra magistralmente as consequências da falta de comedimento e o eterno desejo da humanidade de conquistar o desconhecido.
Onde assistir: HBO Max
12 episódios, com média de duração de apenas 25 minutos, cada.
Trailer: