FLÁVIO BOLSONARO NÃO ACEITA A DERROTA E INSISTE NO GOLPISMO!
Depois de perder as eleições para o presidente Lula, Flávio Bolsonaro fugiu para os Estados Unidos e agora se declara o verdadeiro presidente eleito do “Brazil”, como ele chama. É um ataque direto à democracia e à soberania brasileira!
Não é apenas inconformismo com a derrota. É mais uma tentativa de deslegitimar as eleições, espalhar acusações de fraude sem provas e criar condições para um novo golpe de Estado. É o mesmo roteiro golpista de 2022, agora com Flávio buscando respaldo político nos Estados Unidos. Querendo entregar nossas riquezas para Trump.
Nossa soberania não pode ficar refém de uma família que busca apoio estrangeiro para contestar a decisão do povo brasileiro. Exigimos que as autoridades investiguem essas articulações e responsabilizem todos os envolvidos em eventuais crimes contra a ordem democrática.
Derrotamos o bolsonarismo nas urnas! Não aceitaremos qualquer tentativa de golpe ou interferência estrangeira na soberania do nosso país.
Não tem condições dos EUA concederem asilo político a uma pessoa cujo partido é o maior partido do parlamento. O cara tem um irmão senador. Não cola. Seus crimes são crimes comuns, não políticos. São crimes tb nos EUA. E suas ligações com o crime organizado, considerado terrorista? A população americana sabe que um elemento perigoso está no país?
Era uma vez uma ditadura do judiciário.
Nessa estranha ditadura, dezenas de candidatos ao Senado tinham como pauta declarada o impeachment de juízes. Esses candidatos fizeram campanha normalmente, com financiamento público, com propaganda paga pedindo impeachment de ministros. Foram quase todos eleitos, e têm maioria para impichar um ministro. SE quiserem. Esse "se" é bem grande.
O eleitor desses senadores poderia estar pedindo para eles se mobilizarem pelo impeachment de Moraes desde já. Mas, pelo que vejo, estão preferindo chorar como se Flávio e seus aliados fossem coitadinhos sem poder algum, ou chorando como se Flávio tivesse sofrido sentença de prisão preventiva.
Tirar passaporte a pedido da PF não é uma sentença de prisão, 90% da população nem passaporte tem. Flávio poderia responder todas as investigações contra ele em liberdade por aqui e poderia provar sua inocência nos vários escândalos do qual é suspeito. Claro, se essa inocência existisse, se ele quisesse, e se ele tivesse coragem. Nunca teve nem terá. Fugiu porque ele é o que é.
Não é como se faltasse apoio para ele. Além dos 60 milhões de votos, o PL tem a maior bancada na Câmara e no Senado, mais muitos governadores. A coalizão do PL segue com um poder absurdo no legislativo independente do resultado do Flávio. O tal impeachment de ministros que essa gente prometeu só depende do Senado, nem o presidente nem a Câmara participam. Se eles achavam que conseguiam isso no sábado, eles continuam sendo capazes disso mesmo com a derrota de Flávio à presidência.
O que o eleitor dessas pessoas precisa ter claro é que esses políticos <não querem> realmente avançar um processo de impeachment de ministros.
Mesmo se existir uma vontadezinha ali no fundo, o problema é que ou eles mesmos ou os líderes partidários deles têm esqueletos no armário, logo são facilmente chantageados pelo judiciário. Por terem crimes já pendentes ou que seriam facilmente descobertos, não querem comprar essa briga. Poderiam talvez um dia fazer isso, mas teriam que ser basicamente forçados a isso. E a única força real que os empurraria nesse sentido seria o próprio eleitor.
No que depender desses políticos, a estratégia mais fácil é deixar o STF continuar seus desmandos. Depois, usam uma potencial retaliação só como ameaça para em troca obterem concessões em emendas, vista grossa do STF para o que ocorre no Congresso e outros privilégios. Em paralelo, culpam a presidência por problemas que seriam de responsabilidade deles resolver. Daqui poucos anos, usam a insatisfação popular geral para eleger mais gente com discurso fácil anti-STF. Uma fachada que eles sabem que não terá cobrança nem de resultado, nem de boa reputação do candidato.
Resolver o problema de um STF sem credibilidade não é prioridade para essas pessoas. Inclusive, Flávio rasgou elogios à Zanin quando Zanin foi sabatinado no Senado em 2023. Vale buscar esse vídeo se você não conhece.
Um STF com força e credibilidade reais seria capaz de investigar eles mesmos, e eles não querem mudar um jogo que tem sido altamente benéfico para eles. Estão passando uma rasteira nos eleitores deles com um discurso de enfrentamento na fachada, mas patético e covarde nas ações. E no que depender deles vão continuar fazendo isso.
Cai quem quer.
jair está preso em casa
eduardo está preso nos EUA
flávio está preso num jato pra fugir
carlos está preso numa realidade paralela
jair renan está preso dentro da sua cabeça
michele está presa num casamento que não quer
não tem ninguém solto nessa família
O MBL foi o percursor dessa direita digital que se populariza fazendo gracinha. O que o Nikolas Ferreira é hoje o Arthur do Val era na época dele, inclusive o Pavanato é cria do MBL.
O MBL invadia faculdades públicas pra fazer cortes e memes falando que as faculdades públicas eram “antro de doutrinação esquerdista”. Foram os percursores dessa onda anti intelectual que hoje o Nikolas e o Pavanato nadam de braçada.
O Renan Santos é MUITO cara de pau em falar que o bolsonarismo é uma direita imbecilizada que se afasta da intelectualidade porque quem começou isso foram eles do MBL.
O MBL sempre atacou a pauta LGBT, o feminismo, a luta antirracista, sempre viveu de fazer cortes sensacionalistas e de levar a política como uma grande zombaria. E aí hoje a porra do Renan Santos quer criticar o Pavanato falando que ele só fala de banheiro trans e não leva a política a sério. Ué, foram vocês que começaram com isso de tornar a política um grande meme desviando o foco das discussões realmente importantes.
O MBL foi quem começou a tornar a direita essa merda que ela é hoje!! É que agora o filho ficou muito feio e eles fingem que não pariram essa merda.
Lula non ha battuto soltanto un candidato di estrema destra brasiliana. Ha battuto un’alleanza internazionale che, da anni, cerca di ridurre interi continenti a province subordinate. Bolsonaro — padre o figlio, poco importa — non è mai stato un fenomeno esclusivamente locale. È stato il volto utile, e spesso goffo, di un progetto più ampio: quello che unisce Washington, Gerusalemme e i padroni delle piattaforme digitali in una stessa ostilità verso qualsiasi governo che non si pieghi.
Trump non ha mai nascosto la sua preferenza. Ha trattato i Bolsonaro come alleati naturali, ha usato dazi, sanzioni e pressioni diplomatiche per indebolire il governo in carica e per riaprire la strada alla destra. Non si trattava di «amicizia personale». Si trattava di interesse: un Brasile allineato avrebbe significato meno ostacoli in America Latina, meno voci scomode nei Brics, meno resistenza alla logica che vede il Sud come cortile. Quando gli strumenti formali non bastavano, restavano i canali informali, i funzionari, le dichiarazioni che facevano capire da che parte stava il potere americano. La sconfitta di quel progetto non è un dettaglio. È un rifiuto esplicito di essere trattati come satellite.
Netanyahu ha fatto lo stesso, con meno retorica e più chiarezza. Ha sostenuto apertamente il candidato che prometteva di spostare l’ambasciata a Gerusalemme e di ripristinare un’«amicizia straordinaria». Non era carità. Era calcolo. Un governo brasiliano critico verso le operazioni a Gaza, che ha usato la parola «genocidio» senza giri di parole, è un problema. Un governo che invece condivide la retorica evangelica, l’appoggio incondizionato e il disprezzo per le organizzazioni internazionali è un vantaggio. L’alleanza non è ideologica nel senso romantico del termine. È convergente: entrambi hanno bisogno di nemici interni e di legittimazione esterna. Entrambi preferiscono elettorati polarizzati e media che amplificano la paura piuttosto che la contabilità delle vittime. La sconfitta di quel candidato è anche la sconfitta di chi contava su Brasilia come base di appoggio in un continente che, per un momento, sembrava piegarsi.
Il terzo avversario è meno visibile e più strutturale. Le grandi piattaforme non sono neutrali. Sono proprietà private che decidono chi vede cosa, quanto, e in quale ordine. Quando gli algoritmi amplificano sistematicamente un campo e limitano l’altro, quando gli strumenti di intelligenza artificiale generano materiale per un candidato e lo rifiutano per l’altro, quando gli investimenti pubblicitari e le raccomandazioni automatiche finiscono per favorire chi spende di più o chi è più utile ai proprietari, non si sta assistendo a un «mercato delle idee». Si sta assistendo a una forma di tecno-feudalesimo. Chi controlla l’infrastruttura del discorso pubblico estrae rendita politica oltre che economica. Non serve cospirazione esplicita. Basta che l’interesse del proprietario — spesso allineato con la destra internazionale — coincida con il risultato elettorale desiderato. Lula ha dovuto vincere anche contro questo: contro la privatizzazione della sfera pubblica e contro la pretesa che le regole del gioco siano scritte da chi possiede i server.
Quello che è successo non è una semplice alternanza. È la dimostrazione che una maggioranza, anche stretta, può ancora respingere l’idea che la democrazia sia un lusso concedibile solo a chi non disturba i centri di potere. Non risolve i problemi strutturali del Brasile. Non cancella le pressioni che continueranno ad arrivare da fuori. Ma interrompe, per ora, la narrativa secondo cui la destra internazionale e i suoi alleati tecnologici sono destinati a vincere ovunque. La vittoria di Lula è stata anche questo: un no, pronunciato con i voti, a chi pretendeva di decidere al posto degli elettori.
missão, mbl e renan santos são uma corja de playboys racistas criados no reddit que deviam ser exilados do convivio comum, a eleição já acabou e eles precisam voltar pro buraco que pertencem, se manquem porra
Desenhando: O pronunciamento do Trump foi um balde de água fria para o golpismo!
Ele elogiou Lula, disse que tem uma boa relação com ele e até veio com a mesma narrativa de fraude eleitoral, mas sem muito entusiasmo ou força. Afinal, ele mesmo disse que não governa o Brasil e que eleições não devem ser contestadas.
Resumindo: deu um grande CAGUEI pro Flávio Bolsonaro!
Trump está preocupado com as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e com os próprios problemas. E tem outra: Trump odeia perdedores. E Flávio perdeu!
Imagina quanto os Estados Unidos investiram nessa candidatura, né? E quanto as big techs investiram? Não deve ter sido pouco dinheiro, não é mesmo? E, mesmo assim, o sujeito não conseguiu se eleger!
É um L enorme pra ele. L de LOSER!
Trump vai seguir a vida dele, porque tem seus próprios BOs pra resolver. E, pelo visto, Flávio Bolsonaro vai ter que se virar sozinho.
E parece que nem fugir vai ser tão fácil assim, né?
A Papuda lhe espera!
bolsonarista, oportunista e fascista se trata com punho de ferro. renan santos, joice hasselman, alexandre frota: OSTRACISMO ta?? e esses próximos 4 anos são pra fortalecer o punho e elevar o nível de debate. envergonhar gente burra e gente cruel.
A moment of silence for the international far-right propaganda machine, which spent millions trying to export American-style election denial to Brazil, only for the working class to look at the Bolsonaro family and say, "Nah, we're good." The US propaganda machine and tech
FOR FANS OUTSIDE LATAM:
I want to explain why Lula winning the presidency in Brazil matters.
Brazil is the largest country in Latin America, both in terms of land area and population. It is home to most of the Amazon rainforest, one of the most important ecosystems on Earth, often referred to as the “lungs of the world” because of its crucial role in regulating our climate and supporting life on this planet.
Lula’s re-election means that, for the next four years, Brazil will continue to be led by a left-wing government rather than a far-right administration aligned with Trump’s political agenda.
This matters because Brazil’s sovereignty, its natural resources, the Amazon rainforest, its Indigenous communities, and its people deserve to be protected — not treated as assets for foreign powers to exploit.
This is about more than politics. It’s about protecting the environment, defending national sovereignty, and determining who gets to decide the future of Latin America.
Os bolsonaristas estão em choque com a vitória do Lula, sem conseguir entender como isso aconteceu. E talvez a resposta esteja justamente aí: eles ficaram presos dentro da própria bolha e não enxergaram o que estava acontecendo do lado de fora.
Não viram o movimento espetacular de vira-voto que tomou conta do país.
Eu mesmo fiquei de cara quando comecei a perceber. Parentes e colegas meus, que nunca tinham se posicionado politicamente, estavam visitando parentes, encontrando amigos, conversando e virando votos.
Gente que eu sequer sabia se era de direita ou de esquerda, de repente, estava postando fotos de apoio ao Lula e compartilhando conteúdos contra o Flávio Bolsonaro.
Era como se, de uma hora para outra, alguma coisa tivesse mudado. E mudado de verdade.
E o que dizer das ruas?
Lula simplesmente lotou e bateu recorde em praticamente todos os atos pelo Brasil. Era gente chegando de todos os lados, uma multidão atrás da outra, numa demonstração que era impossível ignorar para quem estava ali.
Eu participei dos três atos dele na Paulista e, sinceramente, nunca tinha visto tanta gente. Toda hora, quando lembro, parece inacreditável.
Para quem estava nas ruas, a vitória do Lula não foi uma surpresa.
#LulaMaiorDoMundo
#VitoriaDaDemocracia
Só vou falar uma última coisa pra finalizar.
Primeiro discurso do Lula e ele disse uma coisa muito importante. A interferência do crime digital, que vem de uma empresa de fora que nem imposto paga, e que vai ser regulamentado, que a partir de agora crime digital vai ser tratado de igual pra igual assim como crime físico.
Lutei muito nessa campanha fazendo minha parte como cidadã. Não vou colocar seu sobrenome aqui. Mas em 2027 é eu e você Lucas. A queixa crime já subiu o ministério público. Homem criminoso NENHUM vai ter poder de perseguição com uma mulher, quem dirá com uma ficha suja. Estamos só no começo.
Já foi a primeira luta, que venham as próximas. O Brasil tá só começando. 🔥
"Tem algo errado. Nunca aconteceu uma virada antes."
Também nunca aconteceu de um candidato, do 1º p/ o 2º turno, dizer que mudaria a CF e leis trabalhistas;
Da coordenadora econômica dizer que colocaria 12 milhões de funcionários na rua.
Do ex futuro ministro dizer que não investiria nada na saúde.
Do candidato miliciano mentir na cara de pau pra mãe que viu sua filha ser assassinada na porta de casa.
Do mesmo candidato menosprezar o risco de uma pandemia negociando vacina com orgias em um barco.
Muita gente acordou. Foi isso!
Vou ajudar os bolsonaristas a entender como se faz 11 milhões de votos a mais: enquanto voces faziam piada, a gente foi pra RUA. Enquanto voces debochavam, a gente se organizou. Vocês deram a vitória como certa e a gente manteve o pé no chão que nada é certo nessa vida. VOCÊS PASSAVAM DE CARREATA FAZENDO AFRONTA NA FRENTE DO NOSSO COMITÊ, MAS A GENTE FOI A PÉ, DEBAIXO DE CHUVA, RESPEITANDO E CHAMANDO O POVO!!!!! E é assim, com DIÁLOGO, TRABALHO, PÉ NA RUA, que se faz uma virada. Não com soberba e meme. Não é com carreata dentro de carrão usando roupa cara e enchendo o saco de quem ta trabalhando socando a mão na buzina por meia hora. Sair por aí falando "dito isso é 22" em tudo que é postagem e enchendo de emoji nao funciona mais pq a gente VAI BUSCAR O POVO, VAI FALAR COM O POVO!! Ter apoio estrangeiro, pedir pra Meta trabalhar no algoritmo, nao vai funcionar, pq NÃO TEM ALGORITMO QUE DOMINE UMA CALÇADA.