Carlinhos Maia para Piovani:
“Eu gosto de você, acredita? Eu acho você estranha, esquisita.”
“Quer ir para o rancho? Vamos para o rancho, para você viver uma experiência diferente.”
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK EU TÔ PASSANDO MAL! 😂
Eu gosto de assistir jogo na minha casa, com a narração bem no alto. Não dá pra assistir jogo em bar, em festa, no meio de muvuca que não seja estádio, raramente você assiste de fato.
Acho ser Low profile tão chique, a pessoa não precisa postar nada do que gosta, como vive, onde vive, o que faz, se está viajando, ela simplesmente vive a vida dela, pra ela, sem ter que ter plateias.
O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece.
Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”.
Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais.
A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança?
A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida.
Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.