O Islã vem como um cavalo de Tróia, se utiliza do termo minoria e é aceito pela esquerda (massa de manobra), mas depois de chegarem ao poder, instalam a sharia que vai perseguir, oprimir e matar, principalmente os esquerdistas.
USAID wasn’t only used to steal U.S. elections either…
The 2022 Brazilian Election was Stolen from Bolsonaro — USAID and CIA, Installing Election Machines they Didn’t even want
- U.S. entities, like the State Department and USAID, influenced the election by funding censorship laws in Brazil.
- these laws led to Bolsonaro’s social media ban, limiting his campaign’s reach and favoring Lula.
- massive favors were called in by the US state Department and leveraged personal connections to build voting machines for the Lula-aligned Brazil officials.
- months before the election, CIA Director William Burns visited Brazil and warned Bolsonaro against contesting the results by implying the NEWLY INSTALLED voting machines were compromised, implying a coordinated effort to ensure Lula’s win.
“It’s not even his country’s voting system.”
• DefSec Lloyd Austin went to Brazil 1 month later and pushed the Chief of the Brazilian Armed Forces to commit to the election results and side with Lula.
- Bolsonaro didn’t want these election machines and the US State Department, Pentagon, utilizing USAID funding forced a regime change down their throats.
https://t.co/BpCIKQ8VHs
In the final year of Charlie's life, he spoke out about the rise of Islam in the West more than any other topic. Islam is more than a religion, it is a conquering ideology that seeks to rule over Europe, and then America. We must heed his warning.
Enquanto milhões passam horas maratonando séries que esquecerão na próxima semana, existe uma palestra de Stanford que pode mudar completamente a forma como você enxerga o futuro.
Em apenas duas horas, você aprende mais sobre como modelos como ChatGPT, Claude e Gemini são realmente construídos do que a maioria das pessoas imagina ser possível.
Não é uma palestra sobre promessas de marketing.
Não é sobre "IA vai dominar o mundo".
É sobre arquitetura, treinamento, alinhamento, inferência, escalabilidade e os desafios reais por trás dos sistemas que estão redefinindo a economia global.
A maioria das pessoas usa IA.
Pouquíssimas entendem como ela funciona.
E existe uma enorme diferença entre apertar um botão e compreender a tecnologia que está transformando profissões, empresas e governos.
Quem entender IA apenas como usuário ficará para trás.
Quem entender como ela é construída terá uma vantagem que só ficará mais valiosa nos próximos anos.
Troque uma hora de entretenimento por duas horas de conhecimento.
Seu eu de 2030 provavelmente agradecerá.
Elon just created 4,400 millionaires in a single day.
400 of them are now worth over $100 million.
These aren't VCs. They're SpaceX employees, and the list includes welders, technicians, and cafeteria staff, because for two decades the company paid every level of the workforce in stock instead of higher salaries.
Juan Hernandez immigrated from Mexico and took a $28 an hour contractor welding job in 2015. He says he didn't even know what SpaceX was. The company gave him a $10,000 equity grant and let him buy more shares through payroll deductions. That stake is now worth $880,000.
Trevor Hise's parents wanted him to take a stable job at General Electric. He picked SpaceX instead, stayed 12 years, and accumulated over 100,000 shares. At the $135 listing price that's $13.5 million. He's 37 and semiretired. His words: "The magnitude of this has been ridiculous."
The most telling detail came before the listing. Over 100 employees quietly banded together and negotiated a group wealth management deal covering up to $5 billion, because none of them had ever needed a wealth manager before.
Software IPOs have minted millionaires for 30 years. This is the first one where the money went to the factory floor.
A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira.
Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil.
Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual.
Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador.
Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro.
A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional.
O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas.
A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.
Míriam Leitão tentou responsabilizar Bolsonaro pela situação fiscal do país. Mas, ao vivo, Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, desmontou a narrativa:
"Não adianta botar a culpa no governo Bolsonaro."
Míriam não conseguiu rebater. Meses depois, a matéria saiu do ar. E Alexandre Schwartsman nunca mais foi convidado pela GloboNews.
Coincidência ou incômodo com quem contrariou a versão apresentada?
Não pode chamar PRETO de PRETO, nem JAPONÊS de JAPONÊS, POLONÊS de POLACO e por aí vai.
Quem determina isso, são os GOVERNOS AUTORITÁRIOS e sua JURISTOCRACIA CANALHA que os ELEGE e os MANTÉM no poder.
O Reino Unido é o exemplo mais explícito do desfecho dessa CENSURA.
Coronelzinho autoritário de merda, nunca terá o meu voto, quanto será que recebeu pra proteger a "ciência", 0% lógica, 100% narrativa dos globalistas de esquerda que querem "salvar o planeta".