Outra coisa importante: peçam no X o arquivo completo dos seus tweets pq alguns magicamente desaparecem dos resultados de busca.
Veja: o tweet abaixo não aparece no resultado de busca (só encontrei c/ajuda do Grok)
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P/entenderem por que jornais detestam o https://t.co/FbU71y6hAx: Na 1a imagem, Folha fala do "orçamento secreto" no governo Bolsonaro. Mas assim q Lula é eleito, a Folha sorrateiramente altera sua página e o que era "orçamento secreto" passa magicamente a ser "emenda do relator"
Neste dia no ano de 1944, 150 mil jovens foram lançados contra a "Muralha do Atlântico" de Hitler na costa francesa da Normandia, o famoso Dia D.
Naquela época, a Alemanha controlava grande parte da Europa, inclusive a França. Os Aliados queriam entrar na Europa para começar a retomar o controle dos alemães. A Normandia foi escolhida porque tinha praias nas quais os Aliados podiam pousar e ficava a uma curta distância dos aviões que os Aliados tinham na Grã-Bretanha.
O ataque foi uma surpresa para os alemães, planejado em segredo. Começou bem cedo, antes mesmo do nascer do sol, e envolvia três partes principais:
Ataque aerotransportado, com paraquedistas lançados atrás das linhas inimigas com a missão de capturar lugares importantes, como pontes, para impedir que os alemães trouxessem reforços.
Bombardeio naval, com navios no Canal da Mancha bombardeando pesadamente as defesas alemãs na costa. Isso enfraqueceria as defesas antes que as forças principais desembarcassem.
E finalmente o desembarque anfíbio, com milhares de soldados desembarcando nas praias da Normandia em barcos especiais. Isso foi realmente perigoso porque eles foram atacados pelas defesas alemãs que estavam estrategicamente posicionadas ao longo da costa. Havia cinco praias onde desembarcaram, com os nomes de código Utah, Omaha, Gold, Juno e Sword.
Apesar de muitas dificuldades e muitas pessoas corajosas perdendo suas vidas, os Aliados conseguiram proteger as praias e avançar para a França.
Estima-se que cerca de 10% dos homens que desembarcaram na Normandia neste dia 6 de junho foram mortos ou feridos.
O Dia D abriu uma segunda grande frente na Europa, acelerando o fim do sonho nazista de Hitler de dominar todo aquele continente.
Empresas estão mudando procedimentos internos para evitar ter contato com PCC e CV. Isso, lógico, vai atrapalhar o PCC e o CV.
Flávio fazendo mais pela segurança do Brasil como candidato que lula fez em 20 anos no governo.
A resistência de Lula e petistas em reconhecer como terroristas grupos que boa parte do mundo declara como tal é antiga. Até hoje, por exemplo, Lula e cia. não reconhecem como terrorista o Hamas, com registros de decapitações e violência sexual. Militante do grupo, Sayid Tenório foi recebido no Palácio do Planalto por Alexandre Padilha, atual ministro da Saúde, à época nas Relações Institucionais de Lula. Sem constrangimento, há até foto do sujeito com a ex-presidente Dilma.
De estimação
Lula é reincidente. Chamou traficante de “vítima dos usuários” e, no caso PCC/CV, declarou estar “muito triste” pela classificação como terroristas.
Força a barra
Para Randolfe Rodrigues (AP), outro petista, atos terroristas são como a quebradeira registrada em Brasília (DF), em dezembro de 2022.
Deu no que deu
Lindbergh Farias (PT-RJ), ex-líder de Lula na Câmara, também viu como “terrorismo” Carla Zambelli empunhar arma contra homem, hoje preso.
Velhinhas terroristas
Gleisi Hoffmann (PT-PR) também já chamou os manifestantes do 8 de janeiro, que nem armas tinham, de terroristas. Já o Hamas e o PCC...
“Ministros do STF são ditadores de toga”
Levamos essa mensagem para o centro de Porto Alegre e convidamos os gaúchos a se posicionarem.
Enquanto querem me punir por falar, mais e mais pessoas encontram coragem para falar por mim.
A história de Dias Toffoli não é apenas a história de um ministro do STF.
Da "tropa de choque" do PT à advocacia eleitoral de Lula, da Casa Civil de José Dirceu à cadeira vitalícia no STF. Essa é a história de Dias Tofolli.
É a história de como o poder funciona no Brasil.
Um homem que não construiu uma carreira tradicional na magistratura chegou ao topo da estrutura judicial do país. Depois vieram as decisões que influenciaram investigações, políticos, empresários, banqueiros e bilhões de reais em interesses econômicos.
O problema não é uma viagem.
Não é um encontro.
Não é uma amizade.
O problema é quando banqueiros, políticos, grandes empresários e autoridades que deveriam fiscalizar uns aos outros começam a aparecer repetidamente na mesma fotografia.
Separadamente, tudo pode ser coincidência.
Junto, vira padrão.
E é justamente aí que nasce a desconfiança de uma população que vê seu próprio extrato bancário ser monitorado enquanto o andar de cima parece operar sob regras diferentes.
O caso Toffoli talvez não seja apenas sobre um ministro.
Talvez seja sobre um sistema inteiro que perdeu a capacidade de convencer o povo de que a lei vale igualmente para todos.
E quando a confiança desaparece, a crise institucional já começou.
Leonardo Barreto diz que o Brasil não está preparado para o que está por vir.
E qua há tantas pessoas do judiciário envolvidas com criminosos, que não haverá ninguém para julgar, haverá um curto-circuito institucional‼️🔥
A notícia de que a banda podre articula para afastar Mendonça da relatoria do Master é devastadora.
Toffoli foi afastado por estar envolvido. Agora querem afastar Mendonça por punir envolvidos?
O STF não tem mais nenhuma vergonha mesmo
Relatório da Seção 301 cita decisão de Dias Toffoli que anulou acordo de leniência da Odebrecht e fala em “conflitos de interesse”.
“O relatório também expressou preocupação quanto à anulação de todas as provas em um acordo de leniência com uma construtora brasileira, negociado pelo Ministério Público Federal como parte da Operação Lava Jato.
Essa decisão, proferida em setembro de 2023 pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, tratava do maior esquema de corrupção transnacional da história e resultou na anulação de mais de uma centena de processos no Brasil.
Em 2024, as penalidades da Operação Lava Jato impostas a empresas que confessaram corrupção em larga escala foram suspensas e puderam ser renegociadas. A renegociação desses acordos de leniência tem sido criticada por avançar sem transparência e com graves conflitos de interesse.
Sobre essas renegociações, a Organização dos Estados Americanos (OEA) concluiu que as ações do Brasil “correm o risco de minar a confiança pública no uso desses acordos e podem contribuir para uma sensação de insegurança jurídica para as pessoas jurídicas”, além de questionar a equidade desses acordos.
Em 2025, a Transparency International classificou a anulação desses casos como a violação mais grave do Brasil à Convenção Anti-Suborno da OCDE.”
⬆️Quem se lembra disso??? Há uns anos, Mariana Godoy (ex-Globo) foi à Suiça entrevistar o ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal Protogenes Queiroz para saber o porquê ele fugiu do Brasil. Motivo: Ele foi investigar as urnas eletrônicas e acabou descobrindo que o PT nunca venceu uma eleição às claras no Brasil. Ele teve que abandonar tudo e fugir para Suiça devido à ameaças de morte. Não adiantou o TSE apagar o vídeo. Foi resgatado e será repassado aos milhões! Basta cada um de nós repassá-lo ao máximo! *CLARO COMO ÁGUA CRISTALINA!* 👏👏👏
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ
A PF trocou o delegado que investigava Lulinha, agora o informante volta atrás por medo de ameaças. E Lula ainda fala em soberania.
https://t.co/zL2WkGz9Vz
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q