@DudaCampopiano Isso Duda! Processe com força! Essa baranga idosa (sempre é uma baranga), precisa ser responsabilizada por tamanha vulgaridade. Mas já sabemos o argumento: "foi uma brincadeira" ou irá alegar problemas mentais, o que certa forma, não chega a ser mentira vindo deste ser abjeto.
Uma trama sórdida meticulosamente urdida e executada.
As cenas são suficientes para destruir toda a narrativa de golpe, mostrando que foram contratados agitadores profissionais bem treinados, dando sinais claros de que eram militares bastante disciplinados e adestrados, pois, depois da missão cumprida, a fuga se deu de forma extremamente bem organizada, pelos fundos dos prédios, em rapéis impecáveis, deixando bem claro que a ação urdida não foi praticada por “vândalos” comuns, senão por profissionais gabaritados e bem treinados.
As ações filmadas foram observadas pelo perito criminal Luiz de Barros Lima, do Rio de Janeiro, que foi taxativo quanto à alta qualificação da corja que simulou a vandalismo.
Esse vídeo precisa chegar a cada cidadão em dentro de uma hora.
Está aí a prova concreta de que tudo foi armação.
NUNCA FOI PELO JORNALISMO
Paulo Mortolyn, que participou das reportagens de ataque ao Flávio, é filho do Mauro Motoryn, Mauro perdeu uma licitação milionária em SP para fornecer pontos de WIFI, quem ganhou foi a ICB, instituto da dona da produtora do filme do Bolsonaro.
Os pontos foram ligados e a verdade veio a tona.
DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL DE GOIÁS COMETE ERRO BÁSICO DE PORTUGUÊS AO VIVO.
Em ocorrência, ele diz “fragrante” em vez de “flagrante”, dentre outros erros.A pergunta que não quer calar: como alguém com essa limitação básica passou no concurso público e na academia de polícia?
Não é só um erro de português. É sinal de que o mérito está sendo trocado por preenchimento ideológico e quotas invisíveis.
O povo brasileiro está sendo colocado nas mãos de autoridades despreparadas.