O escândalo dos R$ 129 milhões do Banco Master foi revelado em 9 Dez 25.
226 (duzentos e vinte e seis) dias depois, Alexandre de Moraes continua sem dar qualquer explicação pública sobre o caso.
Até quando?
É curioso o temor vigente de que um dos candidatos possa vir a ser alvo de um grande escândalo de corrupção, enquanto ficam todos de boa com o outro candidato que protagonizou os maiores escândalos de corrupção desse país. O brasileiro precisa ser estudado.
De 2024 até hoje, quase 80% dos shows pagos com dinheiro público no Brasil (majoritariamente prefeituras).
Foram mais de R$ 2 bilhões gastos da nossa grana com isso. O mais alucinante disso é que boa parte dessa grana vem de repasses de estados do sul e sudeste.
Ou seja, o trabalhador da Zona Leste de São Paulo está enfrentando 3 horas de ônibus por dia para que o Seu Joaquim de Feira de Santana possa viver de Bolsa Família assistindo Wesley Safadão de graça!
Isso é perverso demais!!
@opapoeconomico A mentira é endêmica, já que o próprio presidente é um conhecido mitômano. Aparentemente a intenção do governo é falir o Brasil e governar os destroços para sempre, a exemplo da Venezuela.
Obama Abriu as Portas do Inferno: O Legado Destrutivo que Trump Está Desmontando
Em 20 de janeiro de 2009, quando Barack Obama colocou a mão direita sobre a Bíblia de Lincoln e jurou defender a Constituição, o mundo aplaudiu de pé. Após o trauma de Bush, duas guerras sangrentas, 7 trilhões de dólares evaporados e a América vista como um império arrogante, Obama chegava como o messias da reconciliação. “Sim, nós podemos”, ele disse. O que ninguém previu foi que aquele “nós” incluiria a própria América se curvando, se desculpando e, aos poucos, se desfazendo.
Não foi incompetência. Foi uma visão de mundo deliberada, executada com precisão cirúrgica em dois fronts que definem o destino de uma nação: como ela se porta diante do mundo e como ela se vê dentro de casa. O resultado? Um vácuo externo preenchido por lobos e um vácuo interno preenchido por ilusões. Dois erros que quase custaram o século americano. E que só agora, com Donald Trump de volta à Casa Branca, começam a ser desfeitos com a velocidade de quem entende que o tempo perdido é o maior luxo que uma superpotência não pode mais se dar.
O Recuo Estratégico: Quando a América Decidiu Ser Vidraça em Vez de Martelo
George W. Bush cometeu o pecado da hybris: invadiu o Iraque com base em inteligência falha sobre armas de destruição em massa, transformou o Afeganistão numa guerra sem fim (tudo o que aconteceu no Afeganistão após a batalha de Tora-Bora foi uma enorme perda de vidas, tempo e dinheiro) e tentou exportar democracia a baioneta para povos que nunca a pediram. Obama subiu com a promessa oposta e cumpriu com radicalismo suicida.
Seu primeiro ato simbólico foi o discurso no Cairo, 4 de junho de 2009. Diante de líderes muçulmanos, o presidente dos Estados Unidos não falou como comandante-em-chefe. Falou como réu. Denunciou o colonialismo ocidental, equiparou o sofrimento palestino ao holocausto judeu em tom moralmente ambíguo, praticamente pediu desculpas pelo 11 de Setembro. Foi o momento em que a superpotência se ajoelhou. E o mundo tomou nota, tubarões sempre sentem o cheiro de sangue e fraqueza no oceano.
A retirada total das tropas do Iraque em dezembro de 2011,ignorando os avisos unânimes dos comandantes militares, criou o vácuo que o ISIS preencheu em semanas. Cidades que soldados americanos tinham pacificado com sangue foram tomadas por barbudos jihadistas com pick-ups e AK47. Obama chamou o grupo de “time júnior do terrorismo”. Meses depois, o “time júnior” controlava um califado do tamanho da Grã-Bretanha e decapitava jornalistas em vídeo.
Na Síria, a famosa “linha vermelha” sobre armas químicas foi cruzada por Assad em 2013. Obama piscou. Putin entrou. E não foi só recuo passivo. Em 2011, Obama decidiu intervir na Líbia para derrubar Gaddafi, sem plano de pós-guerra, sem tropas no terreno, sem estratégia de estabilização. O resultado foi catastrófico: um país relativamente estável virou um estado falido, transformado em rota principal de tráfico de armas para o ISIS e de migrantes para a Europa. Mais um vácuo criado por intervenção errada seguida de abandono total.
O Irã, que Obama via como parceiro racional, ganhou o acordo nuclear JCPOA de 2015, um tratado que, na prática, deu a Teerã um caminho legal para a bomba após dez anos, liberou 150 bilhões de dólares em ativos congelados e transformou o Hezbollah, os Houthis e as milícias iraquianas em exércitos regionais. Israel, o único aliado democrático confiável, foi tratado como estorvo.
Enquanto isso, a China ria baixinho. Obama falava de “pivô para o Ásia”, mas retirava porta-aviões e bases. Pequim lançou a Belt and Road Initiative e, em menos de uma década, comprou portos na África, construiu ilhas artificiais no Mar do Sul da China e dominou economicamente a América Latina. Na Europa, Putin anexou a Crimeia em 2014 quase sem resistência. Obama respondeu com sanções simbólicas. O sinal foi claro: os Estados Unidos não iriam até o fim. A invasão da Ucrânia em 2022 foi apenas a conta chegando com juros.
Obama não criou o eixo China-Irã-Rússia. Apenas convenceu seus líderes de que podiam agir sem consequências. Ele transformou a política externa americana de “poder duro” em “poder brando”, e o brando, sem respaldo de força, virou fraqueza pura.
A Reconstrução Interna: Quando a América Decidiu Trocar Suas Fundações por Castelo de Cartas
Se no exterior Obama criou vácuos de poder, dentro de casa ele criou algo mais grave: um vácuo de sentido civilizacional.
Em oito anos, sua administração não administrou o país, ela tentou reescrever, em tempo recorde, dois milênios de civilização ocidental. Meritocracia? Substituída pelo DEI. Verdade biológica? Substituída por ideologia de gênero. Unidade nacional? Substituída por tribos de vítimas eternas.
De repente, as universidades de elite, Harvard, Yale, Princeton, não conseguiam definir o que é uma mulher sem cair em contradições hilárias. De repente, o debate nacional girava em torno de banheiros para transgêneros, pronomes neutros e homens biológicos ganhando medalhas olímpicas no boxe feminino. Enquanto o racismo real caía a níveis históricos (graças às gerações anteriores), o discurso sobre racismo explodia. Obama foi o primeiro presidente a usar o Departamento de Justiça (DOJ) para intervir diretamente em casos criminais locais. Quando Trayvon Martin foi morto em 2012, ele declarou publicamente que “se eu tivesse um filho, seria como Trayvon”. Em Ferguson, em 2014, o DOJ de Eric Holder transformou um confronto policial em símbolo nacional de “racismo sistêmico”, mesmo quando investigações posteriores desmontaram grande parte da narrativa. Em vez de promover unidade, Obama validou e oficializou a ideia de que o sistema inteiro era culpado, e que o racismo era permanente. Deu oxigênio ao Black Lives Matter e transformou qualquer discordância em “racismo estrutural”. A correção política virou arma de Estado. O pior de tudo isto é que este castelo foi exportado ao mundo inteiro, de Juiz de Fora no Brasil a Talin na Estonia. Todos hipnotizados pelo encanto da serpente.
Chegou-se ao cúmulo de defender reparações históricas, uma ideia estapafúrdia do ponto de vista lógico: quem, exatamente, pagaria pelos atos de ancestrais mortos há mais de dois séculos? E quem, precisamente, teria direito de receber? Essa proposta ignora imigrantes recentes, transforma justiça em herança de culpa racial eterna e substitui mérito por ressentimento perpétuo. Transformou justiça em herança de culpa racial eterna e mérito em ressentimento perpétuo.
A agenda verde seguiu o mesmo padrão suicida. Enquanto o Ocidente se autoflagelava com metas impossíveis de emissões zero, a China construía uma termelétrica a carvão por semana e dominava toda a cadeia de suprimentos de painéis solares, turbinas eólicas e baterias de lítio. Obama e Merkel esqueceram de contar aos seus eleitores que o planeta é um só, e que o carvão asiático aquece o mesmo ar que o vento europeu tenta limpar.
Todas estas ideias existiam em forma germinal antes, mas foi Obama quem tirou essas ideias das margens acadêmicas e as transformou na religião oficial do Estado, da mídia, das corporações e das universidades. Em 2008 eram piada. Em 2016 eram política pública.
Trump: O Antídoto que a História Exigiu
E então veio Donald Trump.
No primeiro mandato (2017-2021), ele começou o desmonte cirúrgico da era Obama com uma velocidade que assustou o establishment. Retirou os EUA do Acordo de Paris (que beneficiava apenas a China). Desfez o JCPOA e impôs sanções máximas ao Irã. Destruiu o califado do ISIS em tempo recorde. Moveu a embaixada para Jerusalém, assinou os Acordos de Abraão e fez o Oriente Médio mais pacífico em décadas. Dentro de casa, destruiu o DEI federal, cortou verbas para ideologia de gênero nas escolas e nomeou três juízes para a Suprema Corte que devolvem o país ao direito originalista.
A pandemia de Covid interrompeu tudo. O mundo parou. Trump perdeu a reeleição não por fracasso, mas porque nenhuma liderança sobrevive a uma pausa civilizacional global. Biden entrou e, em quatro anos, restaurou integralmente o legado Obama: reativou o JCPOA na prática, abriu as fronteiras, reinflou o DEI em todas as agências federais, transformou o FBI em arma política e acelerou a agenda woke até o absurdo.
Mas agora é diferente.
No segundo mandato, Trump voltou com fúria cirúrgica e apoio popular esmagador. Em poucas semanas já assinou ordens executivas revogando o DEI federal, proibindo cirurgias de mudança de sexo em menores, cortando bilhões em verbas para ONGs woke, impondo tarifas à China que forçam o reshoring industrial e preparando o terreno para desmantelar o que restou do acordo iraniano. A velocidade é recorde. O recado é claro: a era do autoflagelamento acabou. A América está de volta, não para pedir desculpas, mas para liderar.
Conclusão: O Amanhecer Depois da Noite Mais Longa
Barack Obama não destruiu a América. Ele a convenceu de que merecia ser diminuída. Convenceu uma geração de que suas fundações, mérito, verdade, fronteiras, força, eram pecados originais a serem expiados. Abriu as portas do mundo para os lobos e as portas da alma americana para o ressentimento.
Trump não é perfeito. Nunca foi. Mas é o remédio amargo que a história prescreveu exatamente quando a febre chegava ao delírio. Ele não está reconstruindo o passado. Está resgatando o futuro que Obama quase jogou fora.
E enquanto o sol nasce novamente sobre Washington, uma verdade antiga volta a ecoar, mais forte que nunca: nações não morrem de ataques externos. Morrem quando deixam de acreditar em si mesmas.
A América, decidiu acreditar novamente.
Equipe de Lula avalia que o petista falte aos debates na TV. Segundo eles, o Biden Tupiniquim ficaria muito exposto no confronto com adversários políticos. Há quem diga que, na verdade, os marqueteiros tem é medo que Lula fale besteiras e passe a imagem de um velhote senil. 🤐
Sem pandemia, sem guerra, sem desculpas. A inflação registra a maior alta do primeiro semestre desde 2022. No final, quem paga a conta é sempre o trabalhador brasileiro.