@desouza_quem Dizem que as últimas palavras de Napoleão, no leito de morte, foram
"France...
l'armée...
tête d'armée...
Joséphine."
Será se ele era apaixonado? 😅
gente eu tô passando mal com as cartas dramáticas e obsessivas de Napoleão Bonaparte para Josefina KKKKKKKKKKK
"você escreve ao seu cachorro com mais carinho do que a mim. preciso latir para merecer seu afeto?"
dramatiquérrimo
Na história da programação, me parece que cada geração cria uma nova camada de abstração que assusta a anterior. A geração antiga reluta, até resiste, mas no final aquilo vai se tornando a norma. E tudo bem, se não fosse assim ainda estaríamos escrevendo Assembly.
Mas tem algo que vale a pena prestar atenção: no fim dessa pilha enorme de abstrações em cima de abstrações, ainda existe um processador executando instruções. O mesmo que, desde o começo, roda código de máquina. Quanto mais longe dele ficamos, mais fácil também fica esquecer custo de memória, cache, ciclos, acesso a hardware e até entender por que determinada coisa está lenta ou simplesmente quebrando.
Abstração é avanço, isso é inegável. Mas perder a conexão com o coração do processo me parece que propicia outros B.O, no fim das contas.
Parabéns ao G1 pela descoberta, em 2026, dos geoglifos do Acre registrados por Ondemar Dias, Franklin Levy e Alceu Ranzi em 1977. Em 2008 a Science já descrevia sociedades grandes e organizadas na Amazônia ocidental; em 2017, imprensa estrangeira falava em mais de 450 geoglifos; em 2020, a Antiquity já discutia centenas deles.
A novidade da Nature é o LiDAR mostrar que a coisa era absurdamente maior: população estimada em 1,25 a 3 milhões só naquela área e uma escala de obras que obriga a rever o velho modelo da Amazônia pré-colonial quase vazia.
Talvez a imprensa brasileira estivesse ocupada demais influenciando a política e a economia brasileiras a seu favor para sentir a necessidade de noticiar a demolição do nosso modelo de pré-história.
E um parabéns especial ao sistema brasileiro de financiamento científico: em 2017 já conhecíamos mais de 450 geoglifos espalhados por mais ou menos 13 mil km² do Acre, e um estudo na PNAS já mostrava que eles foram construídos em uma floresta antropogênica, manejada por populações humanas durante milênios — adeus, floresta “pristina”. Em 2026, o Acre já contabilizava cerca de 1.200 sítios desse tipo. E com tudo isso em mãos, o projeto que finalmente percorreu 4.430 km com LiDAR e revelou uma civilização possivelmente milionária foi financiado por um doador dos EUA, pelo Research Council of Finland, pela Universidade de Helsinki e por recursos ligados à Universidade de Aarhus; a seção de financiamento da Nature não registra CNPq, CAPES ou FINEP.
Desde quando arqueologia, nossa própria história ou a possibilidade de descobrirmos que parte da “floresta intocada” era, em realidade, uma paisagem profundamente manejada por milhões de pessoas seriam assuntos importantes, né? 😌
Parabéns ao G1 pela descoberta, em 2026, dos geoglifos do Acre registrados por Ondemar Dias, Franklin Levy e Alceu Ranzi em 1977. Em 2008 a Science já descrevia sociedades grandes e organizadas na Amazônia ocidental; em 2017, imprensa estrangeira falava em mais de 450 geoglifos; em 2020, a Antiquity já discutia centenas deles.
A novidade da Nature é o LiDAR mostrar que a coisa era absurdamente maior: população estimada em 1,25 a 3 milhões só naquela área e uma escala de obras que obriga a rever o velho modelo da Amazônia pré-colonial quase vazia.
Talvez a imprensa brasileira estivesse ocupada demais influenciando a política e a economia brasileiras a seu favor para sentir a necessidade de noticiar a demolição do nosso modelo de pré-história.
E um parabéns especial ao sistema brasileiro de financiamento científico: em 2017 já conhecíamos mais de 450 geoglifos espalhados por mais ou menos 13 mil km² do Acre, e um estudo na PNAS já mostrava que eles foram construídos em uma floresta antropogênica, manejada por populações humanas durante milênios — adeus, floresta “pristina”. Em 2026, o Acre já contabilizava cerca de 1.200 sítios desse tipo. E com tudo isso em mãos, o projeto que finalmente percorreu 4.430 km com LiDAR e revelou uma civilização possivelmente milionária foi financiado por um doador dos EUA, pelo Research Council of Finland, pela Universidade de Helsinki e por recursos ligados à Universidade de Aarhus; a seção de financiamento da Nature não registra CNPq, CAPES ou FINEP.
Desde quando arqueologia, nossa própria história ou a possibilidade de descobrirmos que parte da “floresta intocada” era, em realidade, uma paisagem profundamente manejada por milhões de pessoas seriam assuntos importantes, né? 😌
Amazônia brasileira - Círculos perfeitos, quadrados e estruturas gigantescas escondidos há séculos pela floresta. Pesquisadores descobriram vestígios de uma antiga civilização amazônica que dominava técnicas de manejo da terra e conhecimentos matemáticos há mais de 2 mil anos.
Batizado de Aquiry, esse povo construiu centenas de estruturas monumentais de argila para rituais, festas e cerimônias. A tecnologia LIDAR ajudou os cientistas a enxergar o que a floresta escondeu por milênios — e a descoberta reforça que a Amazônia era ocupada e transformada por sociedades complexas muito antes da chegada dos portugueses.
🎥 Deutsche Welle
Veja mais vídeos no #g1.
#Amazônia #Arqueologia #Ciência #História
Quanto tempo eu teria que me dedicar pra criar uma macro em Python pra, caso ocorresse colisão entre os sólidos, o FreeCAD acusasse?
Um bom tempo, certamente.
Mas temos o ChatGPT pra isso mesmo, rs.
Discordo que essa seja uma má solução porque "só matemáticos vão entender". Ninguém tem medo de depositar dinheiro em contas eletrônicas, usando seus celulares, e eu tenho certeza que nem a maioria dos programadores saberiam explicar, na prática, como um computador funciona para além de "esses ícones na verdade são um monte de zeros e uns".
Na real, na nossa sociedade completamente dominada pelos binários, a maioria das pessoas sofreria pra entender o conceito de bases numéricas, rs.
Isso não seria impeditivo pra aplicação do sistema. Se a matemática tá certinha... é isso.
Projetor e hushbox projetadas. A caixa cabendo direitinho ali no suporte, maravilha.
A questão é que talvez a caixa vá ser pequena pro projetor, principalmente com aquele stick na HDMI. Mas vamo tentar encontrar solução pra isso. 😀
Um plantador de melões, estava furioso porque estavam roubando seus melões durante a noite…
Então ele teve uma ideia, colocou um cartaz na plantação escrito: “Atenção, um destes melões está envenenado”
Na manhã seguinte, não tinham levado nenhum melão, mas tinham escrito no cartaz: “Atenção, dois destes melões estão envenenados”
Agora que aderi ao projetor no lugar da TV, vamos construir uma hush box pra silenciar o projetor. Estamos há 3 dias fazendo um intensivão de FreeCAD, que ferramenta interessante pra fazer design de peças.
Vou postar aqui o projeto como um todo. Pretendo fazer o design do suporte inteiro, do datashow, da hush box e, no final, ver se encaixa tudo direitinho.