@Loconteee What's more baffling is England had Konsa delivering crosses and not being able to get past Argentine defenders while they had Trent chilling at home.
@RealDealPodz@Cristiano I think he'll do good things if backed well. Old man's a serial winner. His Al-Hilal was also a proper team and used Cristiano very efficiently in Al-Nassr.
@PremLeaguePanel@selecaoportugal They're looking at Jorge Jesus next, who I think will do good things if backed properly. Old man's a serial winner. What are your thoughts?
@htomufc@Vararse_ There are motion sensors embedded inside every match ball that are used at the World Cup. It's called the Connected Ball Technology. Much same as to the ultra edge or Snickometer used in cricket. If you remember the Sweden vs Tunisia, was used for Sweden's fourth goal.
@NealGardner_@someone1542622@GGeo_Fcb There are motion sensors embedded inside every match ball that are used at the World Cup. It's called the Connected Ball Technology. Much same as to the ultra edge or Snickometer used in cricket. If you remember the Sweden vs Tunisia, was used for Sweden's fourth goal.
@NealGardner_ Spain lost the 2025 Nations League final. Or do games decided on penalties not count as defeats because the match is officially recorded as a draw after extra time, which is utter woke nonsense?
O futebol é o esporte mais bonito já inventado. E pelos motivos mais loucos.
Em primeiro e mais importante lugar, porque decidiu contrariar o corpo humano.
Parece exagero, mas não é. A nossa espécie passou milênios se gabando das mãos. Polegar opositor, ferramenta, escrita, espada, bisturi, controle remoto, celular. Quase tudo o que fazemos bem passa por elas. A mão é a arrogância anatômica do ser humano.
O futebol olhou para isso e disse que não.
No futebol, a parte mais habilidosa do corpo é quase proibida. As mãos ficam ali, inúteis, penduradas, como se fossem um acessório constrangedor. Só um sujeito pode usá-las, justamente aquele colocado para impedir a alegria dos outros. O resto precisa resolver a vida com os pés, com a cabeça, com o peito, com o ombro, com o improviso e com uma dose generosa de erro.
Isso muda tudo.
Com as mãos, o corpo obedece. Basta ver um jogo de basquete para entender. A bola parece extensão natural do atleta. Ela vai, volta, quica, gira, entra. Há beleza nisso, claro. Mas há também uma certa obediência do mundo. A mão manda e a bola aceita.
Com os pés, a bola negocia.
Ela escapa meio metro. Ela bate na canela. Ela quica no gramado ruim. Ela trai o craque e humilha o perna de pau. Ela transforma um domínio simples em pequena tragédia. Ela permite que um passe fácil vire lateral e que um chute torto entre no ângulo.
Essa é uma parte enorme da graça. O futebol é difícil porque é jogado contra a própria anatomia. Um drible perfeito vale mais porque não deveria ser tão limpo. Um lançamento de quarenta metros vale mais porque saiu de uma parte do corpo que, em tese, foi feita para caminhar. Uma bicicleta vale mais porque desafia a física, o bom senso e a lombar.
Com as mãos, muita coisa parece possível. Com os pés, quase tudo parece improvável. O futebol nasce desse quase.
O segundo motivo é igualmente insano. O futebol é o único esporte em que tudo foi pensado para ter o mínimo possível de pontos ou gols. Foi desenhado para torná-lo raro.
O impedimento existe para atrapalhar o gol. O goleiro existe para atrapalhar o gol. A defesa existe para transformar o caminho até a rede em um labirinto de pernas, faltas, desvios, tropeços e gritos de “sobe”.
Sem goleiro e sem impedimento, o futebol seria outra coisa. Talvez um esporte de placar alto. Talvez mais palatável para quem precisa de pontuação constante para acreditar que algo está acontecendo. Mas seria menos futebol.
O futebol vive da espera.
Boa parte da partida é feita de aproximações. Um passe que não entra. Um cruzamento alto demais. Um atacante que sai um segundo antes. Uma bola na trave. Uma defesa impossível. O jogo vai acumulando tensão. A torcida sabe que o gol pode não vir. E justamente por isso, quando vem, ele rasga tudo.
O gol não é apenas um ponto. É uma explosão, uma libertação de toda a tensão acumulada.
É gente abraçando desconhecido. É pai lembrando do filho. É filho lembrando do pai. É cerveja voando e todos achando razoável. É arquibancada virando corpo coletivo por alguns segundos. Ninguém comemora uma cesta de três pontos como comemora um gol aos 43 do segundo tempo. Não há equivalência possível. O gol é raro demais para ser tratado com educação.
Por isso o futebol incomoda tanto aqueles que se acostumaram a muitos pontos. Ele não entrega recompensa em intervalos regulares. Ele não promete justiça proporcional. Um time pode ter a bola o jogo inteiro, criar quinze chances, chutar na trave, obrigar o goleiro adversário a fazer a melhor partida da carreira e perder de um a zero em um escanteio mal defendido.
Isso não é falha do futebol.
É futebol.
A retranca pode ser feia, mas pode funcionar. A posse de bola pode ser elegante, mas nem sempre resolve. O time inferior pode se fechar, sofrer, gastar tempo, buscar uma falta lateral e achar um gol chorado no fim. O empate pode ser grande resultado. O zero a zero pode ser uma operação de sobrevivência.
Resto em
https://t.co/6EHvIYqILP
Football is a simple game.
Tactics should answer one questions – 'where can we find superiorities'.
Superiorities can be 1. your player's strengths, 2. your team's strengths, 3. oppo player weaknesses, and 4. oppo team weaknesses.
Coaches and teams sometimes get lost in trying to implement a game model or a plan that either doesn't take into account one of these four things. That misalignment skews performance and conditions towards one team.
@janufooty Colombia is one of those sides that I stay awake to watch man, other than Argentina, even though I'm a Brazil supporter. Their third-man runs are something else.
@NealGardner_ Ancelotti wasn't disrespecting Argentina.
Full quote:"Argentina does not play a high-intensity football; they manage the game very well."
He's praising their smart game control vs the tournament's high-pressing trend.
Analytical appreciation, not a dig.