"Escola de Atenas", do pintor Rafael Sanzio (Rafaello) traz, ao centro, Platão e Aristóteles. A pintura se encontra na "Stanza della Segnatura" (nome dado por ter sido sala de audiência papal), no Vaticano e foi produzida entre 1509 e 1511, por encomenda do Papa Júlio II.
@pamcosta21 Tudo tem muito método, assim como só entrar na campanha no segundo turno. Nenhum destes pensa no Brasil, só no que podem ganhar com o movimento.
Revogou as taxas que ele criou.
Proibiu as bets que ele liberou.
Emprestou dinheiro aposentados
que o governo dele roubou.
Agora vai perdoar as dívidas das
empresas que ele quebrou.
A loucura está nas multidões, já dizia Nietzsche. Essas pessoas não pararam em nenhum momento para examinar a densidade real dessas palavras e verificar se elas possuem qualquer respaldo na realidade do Ser. Há aí um anseio pérfido pelo sangue do inocente, maquiado sob slogans politizados.
Ora, eu sempre alerto para a hipostasiação dos esquemas abstratos, o vício gnoseológico denunciado por Mário Ferreira dos Santos, que consiste em isolar um mero conceito de classificação (um esquema noético) e tratá-lo como se fosse uma entidade separada da realidade concreta. Somente porque a biologia denominou o ente em desenvolvimento no ventre de "feto", daí não decorre que este seja ontologicamente distinto de um ser humano, de "gente". É um nominalismo rasteiro: confunde-se o rótulo cronológico com a própria essência, o quid est. Se o ente no ventre fosse uma essência radicalmente diversa, jamais poderia vir a nascer como ser humano, pois o que não é humano em sua raiz jamais pode transformar-se naquilo que não traz em si.
A base ontológica que sustenta o indivíduo ao longo de todas as suas transformações acidentais é o seu ato de ser que o constitui primordialmente como um unum per se. É essa substância que permanece sempre o que é, impedindo que o homem se desfaça em um vir-a-ser caótico. No ser humano, as potências (crescer, raciocinar, ter autonomia física) são faculdades operacionais que emergem da substância, e não a substância em si. O que a loucura das turbas emocionadas é incapaz de apreender é a estrutura ontológica do real: o ser é tanto ato quanto potência, mas o ato precede ontologicamente a potência. O chamado "feto" é, portanto, um ser humano atual que possui potências a serem desdobradas ao longo do tempo.
Por conseguinte, o Direito e a dignidade intrínseca da pessoa devem fundamentar-se no Ato de Ser (na substância viva), e jamais na atualização posterior de potências ou em determinações acidentais ("só é gente se está fora do ventre", "só é gente se não depende de outro"). Ora, se o Direito dependesse de acidentes de desempenho ou de graus de autonomia funcional, seríamos forçados a admitir que seres humanos em estados de vulnerabilidade ou de menor capacidade operacional, como pessoas com deficiência severa, doentes em coma ou idosos altamente dependentes, tampouco teriam direito à vida — e, é verdade, alguns "intelectuais" e ideólogos modernos já concluem absurdos congêneres, dada a pobreza metafísica de seus esquemas pseudorracionais.
Quando aceitamos a barbárie de negar a humanidade do ente no ventre sob o pretexto de ser apenas um "feto", abrimos as portas para a eugenia totalitária e o utilitarismo rasteiro. O aborto é, sem dúvida, a culminação dessa cegueira metafísica e um dos indicativos mais irrefutáveis de decadência civilizacional.
Que tipo de ambiente social criou Ana Elisa? Ao ler muitos dos tweets dela antes de serem apagados, observei que:
- Reclama de muitas mães solteiras e grávidas ainda adolescentes na família.
- Ataca o pai, o que sugere pai ausente.
- É fã do funkeiro Poze do Rodo, que tem letras exaltando o Comando Vermelho.
- Foi doutrinada pelas redes sociais no identitarismo. Então acha aceitável atacar pessoas pela cor da pele, se forem brancas, emite um lero-lero sem sentido sobre estruturas e sistemas que permite justificar qualquer mau comportamento de seu próprio grupo ideológico.
- Sua posição sobre aborto nunca foi refletida, é tribal, por isso ela defendeu até depois da 22ª semana, quando há chance de 15% de sobrevivência como prematuro. Metade dos defensores da descriminalização é contra o aborto tardio, segundo pesquisa Marist nos EUA, 2024. Outra pesquisa do Pew Research Center, de 2022, mostra que há uma vantagem numérica de americanos a favor da descriminalização, EXCETO no aborto tardio. Para 24 semanas, ganharia no voto o grupo pró-proibição.
Meu ponto, aqui, é que a opinião pública sobre aborto é diversa, há oposição total ou oposição que depende de uma série de condições. Ana Elisa adota quase a posição mais radical possível porque foi incentivada a fazer isso na guerra tribal das redes sociais, não porque usou a cabeça. Ela é um exemplo do que chamo de vantagem viral do radicalismo: posições mais extremas chamam mais a atenção e, com o tempo, podem tomar o lugar de posições mais moderadas (pense no quanto o veganismo tomou o lugar do vegetarianismo nos últimos anos).
A jovem deputada eleita pode ser divertida, esperta. Mas foi incentivada a se levar a sério demais como paladina numa luta do bem contra o mal. Pouca coisa é tão eficiente em transformar alguém numa má pessoa quanto uma convicção de que porta a chama da moralidade correta.
Daí a defesa sem reservas da monstruosidade do aborto após 22 semanas e a escolha consciente de mentir repetidamente sobre os outros terem forjado seus tweets radicais. É possível que ela própria tenha fabricado uma carta de ameaça contra si. Uma pequena desonestidade vai abrindo as portas e dessensibilizando o cérebro para a próxima desonestidade maior.
ANOTEM: os candidatos do Nikolas sairão decepcionados. NUNCA vi um político se "descolar do bozo" e manter a mesma força política de outrora. A galera da política AINDA não entendeu a FORÇA de @jairbolsonaro.
@DavidDack Sim, penso parecido. Não pretendo aumentar muito o volume e estou investindo nos treinos de limiar e ritmo de maratona... um ponto a melhorar é duração e qualidade do sono. 03:19 começou a doer ali por volta do km 34, mas teve uma subida antes que ajudou a desgastar. Obrigado!...
@runliftrunlift Exatamente, acho que aqui está a chave: constatar se você está mais rápido meses depois; se não tem lesões; se todo o ciclo foi sustentável... obrigado!
@runliftrunlift Eu também tenho feito entre 50 e 55 milhas por semana, com 6 dias de corrida... você tem algum motivo específico pra ter escolhido como alvo as 50 milhas?
@niaDQ10 Corro 6 vezes na semana (53 anos), e desde sempre faço meus treinos em jejum. Não uso gel nos treinos leves, nos treinos intervalados ou de limiar; uso gel apenas nos treinos mais longos (a partir de 18km).
Je me rappelle au lycée, j'avais une prof de français qui me répétait : « Rousseau, c'est mon auteur préféré. » À l'époque, j'étais complètement illettré, je n'avais pas lu un roman.
Depuis, j'ai rattrapé un peu le retard. Et force est de constater : Rousseau est lui aussi un poison pour l'esprit français.
Tu as raison de remonter à lui. Le geste fondateur est là. L'homme naît bon, c'est la société qui le corrompt. La propriété, la hiérarchie, la tradition, l'institution, tout ce qui structure une civilisation devient suspect. Le mal n'est plus dans l'homme, il est dans l'ordre. Donc il suffit de défaire l'ordre.
De cette intuition découle tout le reste. La Terreur, qui croit pouvoir régénérer l'homme par le décret. Le socialisme utopique, qui croit pouvoir abolir l'égoïsme par l'organisation. Le wokisme, qui croit pouvoir purifier la société en démantelant ses normes. À chaque fois la même logique : l'homme est innocent, l'institution est coupable, donc il faut casser l'institution.
C'est faux. L'homme n'est pas né bon. Il est né pulsionnel, ambivalent, capable du meilleur et du pire. Les institutions n'oppriment pas une nature angélique, elles canalisent une nature ambiguë. Détruire les institutions ne libère pas un bon sauvage, ça libère un homme livré à ses pires instincts.
Foucault, Derrida, Deleuze n'ont fait que radicaliser Rousseau avec les outils du XXᵉ siècle. La matrice est la même : soupçon de toute autorité, dissolution de toute hiérarchie, fantasme d'un état originel pur que les structures auraient trahi.
Donc oui, le péché originel commence avec lui. Et la France a une double dette : avoir donné Rousseau au XVIIIᵉ, et avoir donné la French Theory au XXᵉ. Deux fois le même poison, juste recombiné.
Au travail.
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme).
Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident.
Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité.
Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison.
Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme.
Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable.
Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion.
C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part.
Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes.
Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre.
Alors pardon. Et au travail.
É reconhecido que a ausência de registros oficiais abundantes sobre um camponês crucificado na periferia do Império Romano é o padrão esperado
Surpreendente é a quantidade de menções a Ele em fontes seculares antigas
Elencarei abaixo todas as fontes antigas que eu achei em 1h: