Processo seletivo regular para provimento de bolsas de Mestrado e Doutorado - Programa de Pós-Graduação em Química - Ciência e Tecnologia da Sustentabilidade
A profa. Dra. Ana Paula de Azevedo Marques está apta a orientar trabalhos de Mestrado e Doutorado no PPGQ-CTS.
Caso tenha interesse, entre em contato por email: [email protected]
assunto: Processo Seletivo PPGQ-CTS 01/2025
inscrições de 20/01/2025 até 10/02/2025.
"The academic structure … makes planning for a family feel like an impossible luxury."
In this #ScienceWorkingLife, two postdocs share how, as women in academia, having children can feel impossible—and how talking about it makes them feel less alone. https://t.co/cvu5lbrzWj
Durante inauguração do novo campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na cidade de Osasco, o presidente Lula foi cobrado por uma aluna do terceiro ano de direito, Jamile Fernandes, pela conclusão da obra. De acordo com a aluna, hoje está sendo inaugurada apenas metade do projeto. Veja:
03/07/2024
19h 52 min da tarde - Praia de Santos, Brasil.
Com Xiaomi Note 12 Pró 5G
07:52 pm - Santos Beach, Brazil.
With Xiaomi Note 12 Pró 5G
Nada mal!
Not bad!
https://t.co/CjximFM8PP
Você sabia que parte do trabalho de um professor pesquisador da universidade é revisar artigos científicos encaminhados para publicação em revistas internacionais?
E que o professor "revisor" não ganha remuneração para realizar a atividade?!?
https://t.co/OeMl5985Cd
E sabia que além desta relação estranha, somos cobrados pelas revistas com prazos curtos para executar a tarefa que a gente realiza por não sei qual motivo?!?
A vida de pesquisador é meio estranha... Estou só refletindo aqui.
Eu adoraria entender como o governo Lula pretende ampliar a rede de ensino superior federal ao mesmo tempo que diz não ter dinheiro sequer para recompor as perdas inflacionárias dos atuais professores e TAEs. Parece não fazer sentido.
O interesse em fazer pós graduação e carreira acadêmica cai no Brasil desde 2019. Subfinanciamento de pesquisa, bolsas com valores incompatíveis com a vida em grandes centros e carreira acadêmica decadente com salários ruins provavelmente explicam. https://t.co/jpYrRikAkL
12/05
Um dia para que todos se conscientizem da importância e da responsabilidade de ser mãe.
Que tenhamos um mundo de mães.
Mãe: a essência do amor mais puro e verdadeiro, a guia que nutre e inspira com seu cuidado e dedicação incomparáveis.
Te amo mãe, obrigada por tudo 🙏🏻😍😘
Coisas que todo mundo que está procurando a primeira posição permanente como professor de universidade federal deveria saber:
1 - Provavelmente você será contratado sem espaço físico. O comom é que seu departamento não te oferecerá nem uma cadeira, imagina uma sala ou lab.
World Athletics is deeply saddened to hear that marathon world record-holder Kelvin Kiptum died in a road traffic accident on Sunday at the age of 24.
Obit: 🔗 https://t.co/0CF1NbAzgw
As diferenças entre a vida de um menino e de uma menina no Afeganistão são abismais e inaceitáveis.
O rosto da pequena Nilofar Ayoubi, de apenas 4 anos, ainda estava vermelho por causa da bofetada que ela acabara de receber de um estranho enquanto brincava nas ruas da cidade de Kunduz, no norte do Afeganistão. O golpe foi tão brutal que a jogou no chão.
“Cheguei em casa chorando, meu pai ficou vermelho de raiva”, disse Ayoubi à BBC, 23 anos depois do incidente que ela diz ainda estar gravado na memória.
“Lembro que meu pai andava de um lado para o outro, furioso, resmungando e dizendo: ‘Como ele pode tocar em você?’”
Pouco antes de bater em Ayoubi, o estranho apalpou o peito dela em busca de sinais de “feminilidade”. Ele então ameaçou-a e disse que, se ela não usasse o véu, da próxima vez o alvo do ataque seria o pai da menina.
Depois de alguns momentos, o pai de Ayoubi tomou uma decisão radical: “Ele pegou uma tesoura, cortou meu cabelo e disse à minha mãe: ‘Vista-a como um menino’”.
Ayoubi cresceu no Afeganistão durante a primeira era do domínio talebã — de 1996 a 2001 — e durante quase 10 anos viveu a vida de um menino, para fugir do controle repressivo que a Sharia, a lei islâmica, exerce sobre as mulheres.
“Comecei a receber o mesmo tratamento que meus irmãos. Podia ir com meu pai ao mercado vestido de menino. Poderíamos caminhar quilômetros e quilômetros. Pegávamos ônibus para assistir esportes, eu tinha amigos na vizinhança e ficava o tempo todo brincando na rua.”
Suas irmãs, por outro lado, tinham que cobrir os cabelos — mesmo dentro de casa — e se vestir de maneira conservadora, algo que o pai detestava.
Hoje, no exílio, ela lembra como foi crescer numa das áreas mais conservadoras do mundo, onde o gênero define os limites e os direitos de uma pessoa.
#afeganistao #sharia #taleba
Fonte: @bbcbrasil