O ministro comunista de Lula passou por cima do Congresso e suspendeu a quebra de sigilo bancário de Lulinha. Pelo nível de desespero, dá para imaginar quantos segredos essa conta tem a revelar.
O calo apertou? Corre para o STF.
Não demorou para judicializarem uma decisão que, ainda que indiretamente, atinge o entorno de Lulinha. Suspendem a quebra de sigilo de uma investigada hoje e amanhã dirão que isso não tem qualquer efeito sobre os demais envolvidos. Como se o brasileiro não soubesse como funciona o jogo.
No Direito, precedente vira argumento. O entendimento aplicado para blindar um será usado para tentar proteger outro.
A pergunta é simples: se não há nada a esconder, por que tanto esforço para impedir que se investigue até o fim?
É muito triste que a defesa do presidente Bolsonaro não tenha entendido até agora que não está em um julgamento de verdade, mas sim em um reality show e hoje falando diretamente com o povo brasileiro.