Fico feliz de poder ajudar e contribuir com o árbitro brasileiro Wilton Sampaio. Eu estava na cabine e pude tranquiliza-lo, passar segurança e ele arrebentou no inglês. Já encaminha pra alguem que vc conhece que dá aquela travada de vez em quando 😂😂😂😂 #ingles#redcard #wordcup #var
A cada nova declaração, Lula parece ultrapassar os próprios limites.
“Eu sei que rico não compra telefone roubado, mas eu sei que os pobres compram. Quem não gosta de comprar uma coisinha barata?”
A afirmação é grave. Ao sugerir que pobres compram produtos roubados enquanto ricos não o fazem, ele não apenas generaliza, ele estigmatiza. Trata-se de uma fala que associa pobreza à desonestidade e, ao mesmo tempo, absolve os mais ricos de qualquer responsabilidade. É uma simplificação rasa e injusta de um problema complexo.
Vindo de um presidente, o comentário é ainda mais preocupante. Em vez de promover responsabilidade individual e combater o crime de forma séria, a declaração reforça estereótipos e aprofunda divisões sociais. É o tipo de discurso que deveria ser imediatamente repudiado, não normalizado.
🚨 BOMBA ATÔMICA NO X: O JANONES ACABOU DE CONFESSAR, AO VIVO, COMO A ESQUERDA FABRICA FAKE NEWS EM TEMPO REAL! 🔥🤯
O que o Janones revelou (e que está chocando todo mundo):
Ele não nega. Ele ensina. Com orgulho.
•Quando surge uma notícia ruim pro Lula (tipo estimular violência contra mulheres), a estratégia não é desmentir. É “desviar o foco”. Não é mentira, segundo ele. É “contar outra história com outra visão”.
•Ele admite que ameaçou soltar prints de um celular que recebeu (de um ex-aliado de Bolsonaro) só pra gerar pânico no outro lado. O conteúdo era irrelevante. O objetivo era fazer o adversário tremer e mudar o assunto. Psicologia de guerra.
•O ápice: quando Bolsonaro fez uma coletiva dura contra o Lula, o Janones mandou imprimir foto velha do Bolsonaro com o Collor e soltou live gritando “PROVA QUE ELE VAI NOMEAR CORRUPTO!”. Mesmo sabendo que não era bem assim. O objetivo? Mudar a pauta na hora. Criar associação tóxica na cabeça do eleitor.
Ele resume tudo com uma frase que deveria estar em todos os livros de comunicação política:
“Não é mentira. É você contar a sua versão dos fatos.”
Por que isso é tão grave (e tão sensacionalista):
Isso não é “opinião”. Isso é admissão pública de que a estratégia é manipular percepção usando:
•Meias-verdades
•Ameaças veladas
•Associações forçadas
•Desvio de foco em massa
•Exploração do medo e da raiva
E o pior: ele conta isso rindo, em evento, como se fosse gênio da estratégia. E a plateia aplaude.
O @rainerita tem razão quando diz que o vídeo tem muitas camadas. Cada exemplo que o Janones dá é uma aula de como transformar nada em algo, algo irrelevante em escândalo, e escândalo real em “versão dos fatos”.
Agora me responde com sinceridade:
Você ainda acha que as narrativas que dominam as redes e a mídia são “coincidência” ou “jornalismo”?
Ou finalmente entendeu que tem gente que estuda e treina exatamente como te fazer engolir a versão que eles querem?
Comenta aqui embaixo o que te chocou mais nesse vídeo. Salva esse post. Compartilha com alguém que ainda acredita que “a esquerda não faz isso”.
Porque o Janones acabou de provar, com a boca dele mesmo: Eles não apenas criam fake news. Eles ensinam como fazer.
E o nome disso, meus amigos… não é política. É guerra de narrativa. E eles estão anos-luz na frente.
🔥 Qual parte te deixou mais puto? Manda nos comentários. Quero ver o tamanho da revolta.
🚨GRAVE - Influenciadora se infiltra na parada do orgulho LGBT em SP, flagra consumo de drogas, nudez, campanha eleitoral antecipada e violência, tudo na presença de crianças
“Tinham crianças! Eu não sou contra gay, eu sou contra crianças nesse ambiente”
🗣️EXCLUSIVO | Flávio Bolsonaro participa de agenda na Times Brasil CNBC e defende uma alternativa ao debate sobre o fim da escala 6x1: a PEC da Liberdade.
Enquanto o governo tenta transformar o tema em palanque eleitoral, Flávio propõe discutir o que realmente importa para quem trabalha: liberdade de jornada, pagamento por hora efetivamente trabalhada e manutenção dos direitos trabalhistas.
A ideia é permitir que o trabalhador tenha mais autonomia para organizar sua vida: trabalhar mais se quiser, trabalhar menos se precisar, escolher uma jornada de quatro ou seis horas por dia, ou até definir se prefere trabalhar no sábado, no domingo ou durante a semana.
Flávio também defendeu a simplificação da legislação trabalhista e a redução gradual da carga sobre a folha de pagamento, para que mais dinheiro fique no bolso do trabalhador, e não nas mãos do governo.
Lula mais uma vez prejudicando os produtores!
A decisão do Ministério da Pesca não tem embasamento jurídico sólido que autorize o encerramento de uma atividade econômica centenária com base em um painel eletrônico que, inclusive, estava fora do ar no momento da decisão. Sem transparência, sem dados públicos, sem motivação formal.
Não aceitaremos! Já protocolamos um Requerimento de Informação e um PDL na Câmara para questionar a legalidade dessa decisão, e o governador Jorginho Mello busca uma liminar na Justiça para retomar a pesca. Que seja feita justiça aos nossos pescadores!