Meu pai é idoso e não sabe mexer no YouTube. E nada nem ninguém consegue fazê-lo aprender. Resultado: está sem assistir vários jogos da Copa do Mundo. Imagino a quantidade de idosos nessa mesma situação. Não sei se restringir o acesso a esse nível pode ser chamado de revolução.
A Globo acabou de perder a primeira grande história desta Copa do Mundo: o empate de Espanha x Cabo Verde e a atuação ABSURDA do goleiro Vozinha.
Nem o SporTV passou o jogo.
Enquanto isso, a CazéTV estava com mais de 7 milhões de aparelhos conectados no YT vendo uma zebra histórica que o telespectador que só tem TV aberta só vai saber a noite no Jornal Nacional.
Estamos presenciando a maior revolução da mídia esportiva da história.
A maior propaganda contra a escala 6x1 veio de uma criança, que não sabe o que é petismo, nem bolsonarismo, nem esquerda, centro, direira, Vorcaro, Master, Trump ou Alexandre de Morais.
São muitas camadas: a ausência paterna, a mãe solo, a sobrecarga de trabalho +
Os caras estão ameaçando impor sanções ilegais para punir o Brasil por ter desenvolvido seu próprio sistema de pagamentos, utilizado no seu próprio território, porque tá tirando mercado dos empresários norte-americanos.
É patético. Eles estão achando bonito fazer cosplay de colonizador inglês arrogante do século 19 em pleno 2026.
Em poucos dias, o terrorista de Estado Donald Trump invadiu a Venezuela e ameaçou a Colômbia, Cuba, o México, o Irã e a Groenlândia. É a política da força bruta aplicada em escala.
Se qualquer político de esquerda fizesse 1% disso, seria taxado como “louco”, “psicopata”, “ditador”, “um risco para a humanidade” pelos veículos da grande mídia. Mas, sendo um presidente dos EUA, ainda que o tom editorial possa ser “crítico” em relação a algumas dessas ações, eu não vi a designação dele como um ditador.
Quem controla o que você vê e lê?
Esse tipo de post esquece do que é básico no sistema previdenciário: a percepção de que nem todos são iguais e que a vida não é linear.
Contribuir serve para diversas coisas, além da aposentadoria, como auxílio-doença, pensar na invalidez em determinadas situações e na pensão para os familiares, afinal nunca se planeja quando morrer.
A previdência, com todos os seus problemas, é um caso em que a sociedade concede um sistema de proteção geral. As pessoas envelhecem, as pessoas se acidentam, famílias ficam sem pai/mãe, etc e a previdência está ali.
Não se compara previdência social pública com investimento privado.
A minha dúvida é a seguinte.
Ninguém é obrigado a amar o Brasil.
Nossa cultura política é bastante democrática pra isso.
Inclusive o esporte preferido da maioria dos brasileiros é falar mal do Brasil.
Mas o chanceler não "falou mal do Brasil".
Ele fez uma ofensa direta ao país, com xenofobia e baixeza moral.
A extrema direita pode esquecer por um bom tempo qualquer pretensão de ser conhecida como "patriota".
Odeiam o Brasil, essa é a verdade.
Mas o pior nem é isso. O pior é que odeiam quem ama o Brasil, quem ama o Brasil como ele é, com todos seus problemas, contradições, vícios, e belezas.
Até porque amar o que é perfeito é fácil.
Amar a utopia é fácil.
Difícil é amar o que é real.
Quem não quer ver Lula reeleito, já que não há mais Bolsonaro nem crise econômica ou alta do dólar para explorar, resolveu investir na nova pauta da vez: a segurança pública. Passaram a ecoar o discurso dos governadores de direita e a demonstrar uma inquietante simpatia pela carnificina que deixou 120 mortos no Rio. Para dar corpo à narrativa, forçam a barra para culpar o governo federal, atacam o STF e fingem ignorar que a Constituição atribui o combate ao crime aos estados. Fingem também esquecer que são esses mesmos governadores de direita que travam no Congresso a tramitação da PEC da segurança pública. Por que “esquecem”? Porque precisam fabricar uma culpa que não existe — deslocar para Brasília a responsabilidade que é deles, para desgastar o governo e dificultar a reeleição no ano que vem. No fundo, trata-se da velha tática da direita brasileira: explorar o medo, distorcer os fatos e transformar tragédia em palanque eleitoral.
HISTÓRICO!
Cabo Verde é o menor país em área a se classificar pra uma Copa do Mundo em toda a história. É o segundo menor em população, à frente apenas da Islândia.
Também será o quarto país lusófono a jogar uma Copa!