MALU GASPAR | Quem vai salvar Daniel Vorcaro?
O ex dono do Banco Master não dá uma dentro. Sua segunda proposta de delação premiada está correndo risco de também ser rejeitada por falta de informações relevantes. Mas Daniel Vorcaro pode ter um ás na manga. Malu Gaspar [@malugaspar] explica mais.
#JornalOGlobo #MaluGaspar
Pra calar a boca de quem disse que o acordo Mercosul-União Europeia ia condenar o Brasil a ser um eterno fazendão.
Até pra ser fazendão precisa de projeto...
AI presents an incredible opportunity for Jews because "instead of trying to control the whole world" and "manage" social media, "we can go directly to the companies" with "advocacy solutions," Dr. Maya Ackerman tells the American Jewish Committee.
"For the first time, there is a path to correcting the digital world!" Ackerman says.
🚨VIDEO COMPLETO!! Nando X Engenheiro Leo.
Treta com o MBL desceu o nível! MBL fazendo a Mãe do Nando Moura (@moura_101) passar mal, MBL atacando o cara enquanto tá com a Família, amigos e BEBES DE COLO.
MBL e Missão, essa guerra apenas começou. Nando, Direita e Povo de bem: MBL/Missão precisa ser DESTRUÍDO pelo BEM DO BRASIL.
#OPINIÃO
📝Wilson Gomes | A masculinidade penitente convence? O debate sobre masculinidade expôs duas saídas para o mal-estar dos homens: a culpa e a autoafirmação
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Explicando para quem não entendeu: Com uma mão, Vorcaro recebia quase R$ 1 BILHÃO dos aposentados do Rio de Janeiro, governado pelo PL, partido dos Bolsonaro. Com outra, entregava 11% desse valor para Flávio Bolsonaro. Maracutaia com dinheiro público!
Agradeço ao @Demori por recontar esta história de como e por que fundei o @TheInterceptBr em 2015/6. Como ele disse, o debate dominante na época era o impeachment de Dilma. Fiquei chocado com a união da grande mídia no apoio ao impeachment: quase nenhuma voz dissendente era permitida. A Globo, o Jornal Nacional e o restante lideravam a causa como ativistas para reverter o resultado da eleição de 2014, pois nunca aceitaram a derrota de Aécio e concluíram que jamais conseguiriam derrotar o PT democraticamente.
A Folha (como ainda é o caso) era um dos poucos veículos que abria espaço para a dissidência: David e eu escrevemos um artigo para a Folha argumentando por que o impeachment de Dilma era injusto, fraudulento, antidemocrático e perigoso. Lembro-me disso porque era raro ver esse tipo de oposição na grande mídia sobre impeachment. Jamais esquecerei o dia em que Eduardo Cunha, Maluf e dezenas de deputados — com contas bancárias na Suíça repletas de milhões em propinas — lideraram a Câmara fingindo indignação e escândalo com a corrupção das "pedaladas fiscais". Esse espetáculo insano aconteceu porque quase toda da grande mídia estava unida a favor.
Eu pensava na época — e continuo pensando agora — que é muito nocivo quando a grande mídia se une em torno de uma causa política. Uma das principais razões pelas quais lutei para criar o The Intercept Brasil foi o fato de que a mídia independente tem como objetivo expandir o leque de reportagens e análises permitidas. Trata-se de desafiar aqueles que detêm o poder (o que muda com o tempo: pode ser a Direita num dia, depois a Esquerda, depois o STF, etc.). Jornalistas de verdade miram nos poderosos, independentemente de partido ou ideologia. Ativistas políticos disfarçados de jornalistas criticam apenas um lado.
Ainda penso que o impeachment de Dilma não foi apenas fraudulento, mas ainda mais perigoso do que eu imaginava (ele consolidou o precedente de que é possível — e até desejável — alcançar seus objetivos de forma antidemocrática: revertendo eleições, prendendo opositores políticos ou impedindo-os de concorrer, censurando-os, etc.). Além disso, conduziu diretamente à ascensão do tirânico Alexandre de Moraes — a quem a esquerda, na época, chamava de supremacista branco, fascista e golpista (tudo isso em meio à risível posse de Michel Temer como presidente, justificada em nome do combate à corrupção). A maior parte da esquerda, na época, considerava o impeachment de Dilma um golpe fascista, mas agora endeusa muitos de seus defensores mais fervorosos (Moraes, Reinaldo Azevedo, Felipe Neto, etc. etc.).
Quando deixei o The Intercept em 2020, foi porque o The Intercept nos EUA havia se transformado em um braço do Partido Democrata. O The Intercept Brasil ainda era editado por Leandro Demori e continuava sendo um veículo de grande jornalismo independente — em vez de um site que precisava agradar constantemente às preferências pró-PT e de esquerda de seus assinantes, dos quais depende financeiramente (ao, por exemplo, ignorar o escândalo do Banco Master quando este envolvia heróis da esquerda, como Moraes, apenas para subitamente passar a se importar com o caso quando envolvia inimigos da esquerda, como Flávio).
Ainda assim, o verdadeiro jornalismo independente é vital. Por definição, ele não é uma ferramenta de nenhum partido ou ideologia específica. Quando bem feito, ele acabará irritando a todos — precisamente porque questionará e investigará todos os lados e partidos.
A maioria das pessoas adora afirmar que deseja um jornalismo que produza reportagens sem levar em conta partidos ou ideologias. Mas a realidade é que pouquíssimas pessoas querem isso: elas o amam quando seu jornalismo serve ao lado delas, e o odeiam quando o questiona. Quando você produz uma reportagem que questiona o lado delas, elas alegam que você "mudou" — pois não compreendem que seu trabalho nunca teve como objetivo servir ao partido político delas, mas sim fazer jornalismo, independentemente de quem isso ajudasse ou prejudicasse.
Ser um herói para um lado político e moldar todas as suas reportagens para agradar a um único partido pode ser tentador para aqueles com personalidades inseguras ou egos carentes (o "Complexo de Daniela Lima"). Mas apenas os verdadeiros jornalistas resistem a essa tentação e se veem como independentes do ativismo político ou do partidarismo.
Foi com esse espírito que criei o TIB há uma década, e foi esse o espírito que o TIB encarnou por alguns anos após a minha saída, sob a direção de Leandro (ele saiu em 2022). Espero, como sempre, que essa ética se torne cada vez mais comum. Uma democracia saudável precisa de jornalistas independentes.
Se no filme "Dark Horse Master" tiver essa cena do "mito" pedindo para o Alexandre de Moraes ser vice dele, eu vou assistir ao filme.
Se tiver a parte do "ninguém vai pegar meu telefone", vai ser melhor que Todo Mundo em Pânico.
URGENTE: áudios comprovam que o grupo político do governador bolsonarista Cláudio Castro ENTREGOU PARA TRAFICANTES cargos em escolas estaduais. Este vídeo precisa chegar a todos os pais e familiares de crianças do Rio de Janeiro!
▶️OCTÁVIO GUEDES: Delação de Vorcaro incluiu repasses a Flávio Bolsonaro para constranger André Mendonça a aceitar o acordo
Segundo o jornalista Otávio Guedes, a proposta de delação de Daniel Vorcaro foi estruturada com repasses financeiros e um filme ligado a Flávio Bolsonaro, mas preservando Ciro Nogueira, colocando André Mendonça em um beco sem saída: se recusasse o acordo, seria visto como parcial por proteger Flávio; se aceitasse, provaria sua imparcialidade, forçando assim a homologação da delação.
O que Flavio Bolsonaro já disse sobre Banco Master e Daniel Vorcaro?
Reportagem publicada pelo Intercept Brasil na quarta-feira (13/5) revelou áudios do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso e é investigado pela Polícia Federal.
O Mario Frias jurou que não tinha dinheiro do Daniel Vorcaro no filme do Jair Bolsonaro. Nós acabamos de publicar um áudio dele próprio que desmente essa versão.
Boa tarde a todos 👍
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