A resposta da FIFA aos repetidos abusos cometidos pelos EUA antes mesmo da Copa do Mundo começar é o mais ensurdecedor silêncio. E ninguém pode ficar surpreso.
Se ainda existia alguma dúvida de que a entidade que controla o futebol deixaria o governo Trump fazer o que quisesse com o Mundial, ela foi embora com a declaração de que "não se envolve em assuntos de imigração" após os EUA recusarem a entrada de Omar Abdulkadir Artan, árbitro somali selecionado para a Copa, no país.
Bem diferente do que foi a FIFA em outras eras.
Em 2014, virou até piada o "padrão FIFA" aqui no Brasil. Para sediar uma Copa, era preciso entregar às chaves do país ao órgão superior do futebol. Qualquer desacordo era motivo para comentários depreciativos dos chefões da FIFA ou ameaças de mudança de sede.
Mudança de sede, aliás, aconteceu para a Copa do Mundo de 1986, quando a Colômbia desistiu de receber a competição ao entender que não conseguiria atender as exigências da FIFA.
Mas os tempos são outros. A FIFA passou a priorizar nações ricas e com alto potencial consumidor, mesmo que com governos antidemocráticos. A sequência de mundiais no Catar em 2022 e na América do Norte em 2026 representa escolhas muito duvidosas que podem ser explicadas apenas pelo dinheiro.
A FIFA ignorou todas as preocupações sobre as condições dos trabalhadores de construção civil e infraestrutura antes da Copa do Catar, mesmo com denúncias de trabalho análogo à escravidão. Na semana da partida inaugural, anúnciou de repente que proibiria a venda de álcool nos estádios, agradando à monarquia catari, mas causando rusgas, inclusive, com um importante patrocinador.
Agora, porém, a corda foi rompida de vez. Gianni Infantino, presidente da FIFA, construiu uma relação muito próxima com Donald Trump, inclusive criando para ele um "prêmio da paz". Mas a FIFA ainda mantinha que era impensável que atletas ou membros de delegações não entrassem nos EUA para a Copa do Mundo, e afirmou ainda em 2025 que "é esperado da sede facilitar o processo de emissão de vistos, entrada e hospedagem".
Palavras ao vento. Os EUA se recusaram a hospedar a seleção do Irã, deram tratamentos considerados inaceitáveis às seleções de Senegal e Uzbequistão e, na escalada mais brutal de sua hostilidade, recusam um árbitro premiado, escolhido pela FIFA como um dos aptos para apitar em sua principal competição. Não houve nenhuma palavra crítica por parte de Infantino ou da FIFA, muito menos ação mais dura.
Ao contradizer suas próprias afirmações recentes, a FIFA e Infantino abrem o tapete vermelho para Trump. Quais serão os próximos abusos cometidos?
We're never ever gonna change their minds about this, because a huge part of American culture is "bigger = better".
That's why they'll post this photo and compare it to Craven Cottage of all places; they legitimately can't understand why Brits would think the Cottage is better.
Pedroto? Se houve alguém que andou a destratar o seu bom nome como o de Jorge Costa foram vocês.
Ninguém virou costas a Pinto da Costa. Apenas demos prioridade ao FC Porto.
Sérgio Conceição nem sei bem o que está aí a fazer!
Ainda bem que eu festejo títulos e não convocatórias para a seleção.
Por mim, se trocassem os 3 representantes do FC Porto por mais 3 títulos seria perfeito.
@_green_speaker_@migasams16 O Braga tem um caminho mais fácil, mas não é 100% mais fácil que a UEL, para eles.
O Benfica tem caminho praticamente livre até à fase de liga, e esses jogos contam para o ranking, salvo erro.
No caso do Torreense, pode ser que faça 1 ponto ou outro, mas participar já dá pontos.
-Atirar pedras aos jogadores adversários
-Atacar a própria academia e jogadores do próprio clube
-Ameaçar árbitros nos túneis
-Verem decoração no estádio sobre títulos q nunca terão e MENTIREM que colocaram antes do jogo
-Insultarem e denegrirem o adversário em plena televisão
@simao222176102@GoncaloCP00@RuijasaiuSLB@matildebreyat Mas não o suficiente para as competições europeias. Vou dar um exemplo: Nível das CE - 100, Nível do Fama - 10, Nível do SCUT - 1. O Famalicão é melhor, mas não o suficiente, e isso vê-se nas épocas anteriores, só houve uma equipa que chegou à fase de liga UECL.
@EyMicro@FarhanN78265394@fmeetsdata Pode achar a minha opinião exagerada, mas as equipas da Série A, atualmente, estão no mesmo nível ou próximo (superior/inferior) dos 3 grandes portugueses, e isso vê-se nos últimos confrontos diretos. Estão muito de igual para igual.