O CARA É FODA DEMAIS, INVICTO EM EVENTOS IMPORTANTES!
✅UFC 295 - comemoração de 30 anos do UFC
✅UFC 300 - comemoração de um card centenário
✅UFC 303 - semana internacional da luta
✅UFC 306 - comemoração da Independência do México.
✅FN NOCHE - comemoração da Independência do México.
✅ UFC CASA BRANCA
🚨 O “LEGADO” DA JUÍZA DO CASO HENRY BOREL🚨
A juíza que concedeu perdão judicial a Monique é a mesma que, em 2011, soltou um assassino confesso que degolou, com um caco de vidro, uma jovem de 21 anos na escola onde ela trabalhava, por ter recusado um beijo.
Ela está indo tão bem que agora pode ser promovida a desembargadora.
Quantos assassinos ela terá de “perdoar”? Quantas vítimas ficarão sem justiça? Quantas famílias serão destruídas para que isso se torne credencial de ascensão no Judiciário brasileiro?
ISSO É UM ABSURDO!
Deixa a titia dar uma desenhada pra direita permitida porque parece que eles deixaram os neurônios no fora Dilma.
Não, o caso do Vorcaro no filme não é igual ao caso do sítio de Atibaia ou o triplex do Lula.
Nos casos da Lava Jato houve contrapartida. Aliás, a reforma no sítio foi presente. Tudo para manter os contratos com o governo federal.
No caso do filme foi INVESTIMENTO, com retorno de 20%, sem qualquer contrapartida ilícita.
O único problema é a origem do dinheiro de Vorcaro, que hoje se sabe que tem muita coisa errada.
Com a perícia da produtora do filme Dark Horse mostrando que o dinheiro do filme vinha de investidores com promessa de retorno de 20% e sem nenhum dinheiro público, temos uma questão:
Vorcaro investiu e patrocinou diversas empresas e projetos, inclusive o filme Dark Horse.
Que tal a gente unir esquerda e direita para listar todos os projetos e investimentos de Vorcaro para cobrar o mesmo que fizeram com o filme?
De Metrópoles à Globo. De Odebrecht a Credcesta. TODOS, sem exceção!
Porque cobrar de um só é não do resto deixa claro que o objetivo é político e não moral.
Quem topa?
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners
Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública.
Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias.
A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas.
Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes.
Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida.
Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira.
Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha.
Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições.
Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes.
O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia.
Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.