@rafacouto1988 Dor você tem é NO CU, putinha de favelado!!!
VÁ SE FODER!!!! O país NA MERDA e vagabundo estúpido lamentando por timinho de futebol????
VÁ TOMAR NO CU!!!
@claudiopedrosa8 Mataram o vagabundo, pelo menos??
Se bem que PAGODINHO é coisa de vagabundo; boteco de beira de rua com mesa no meio fio é coisa de vagabundo; e futebolzinho é esportezinho de vagabundo.
Então, está tudo em casa!
Kkkkkkkkkkkkkkkk
O pilantra foi buscar um acordão no bastidor.
Cadê a Revista Oeste pra cobrir esse caso.
Se ofereceu um acordo assim pro Arthur, imagina o que esse cara não ofereceu pra juízes nos casos que ele advogou?
@BrunoEnglerDM FODA-SE A MERDA DA "SELEÇÃO"!!! FODA-SE A EMPRESINHA DE MERDA DA CBF!!!
Mas que caralho de povinho merda, que só sabe falar deste esportezinho de favelado e de lavagem de dinheiro do crime organizado DESDE SEMPRE!
POVINHO MERDA DO CARALHO!!!
Na manhã de 4 de julho de 2026, em Milão, um italiano de 55 anos tomava café da manhã com o pai de 78 anos do lado de fora de um bar na zona de San Siro.
Sem aviso, sem palavra, sem briga, um jovem de origem africana de 22 anos chegou por trás e o esfaqueou.
Vinte facadas.
Cabeça, pescoço, tórax e abdômen.
A lâmina tinha 21 centímetros.
A vítima, Gerardo P., foi levada em estado grave para o Hospital Niguard, passou por cirurgias, correu risco de vida, mas agora, milagrosamente, está estável e fora de perigo, em recuperação.
O agressor é Lamin Saidilly, nascido na Itália, filho de gambianos.
Morou dez anos na Inglaterra, onde em 2023 esfaqueou e roubou um homem de 25 anos perto de um pub.
Cumpriu uma pena absurdamente ridícula e foi posto de volta na rua, voltou para a Itália este ano e estava em Milão havia poucos dias.
Preso, ele disse à polícia: “Me diverti. Assim que sair, faço de novo.”
Escolheu uma vítima branca, assim como já havia feito na Inglaterra 3 anos atrás.
Enquanto isso, Giorgia Meloni, eleita para conter a imigração, anda recuando, dando acenos à esquerda e à União Europeia por medo de perder popularidade.
Está deixando a Itália à deriva.
Se continuar assim, o país entrega o governo para a esquerda nas próximas eleições e segue o mesmo rumo da França e da Inglaterra: a completa destruição do país, com mais violência nas ruas, mais inocentes esfaqueados sem motivo, mais garotas estupradas.
A covardia de Meloni pode custar o país.
Foi honesto, Zema perseguiu e demitiu pessoas que se recusaram a tomar a vacina.
E fechou o comércio enquanto as lojas da própria família ficaram abertas.
@SodLinda@UOL Quem dá palco a "analista esportivo" só pode ser DOENTE MENTAL, sinceramente.
É por conta de gentinha merda dessa laia que o vagabundo do Casagrande é famoso e tem as merdas que diz propagadas aos quatro ventos.
Hollywood is so terrified of its own audience that it’s now locking comments and hiding replies on major trailers, because the woke remake is getting absolutely torched.
Christopher Nolan’s The Odyssey second trailer is getting demolished with an 87% dislike ratio and hundreds of thousands of downvotes.
The official accounts immediately started locking comments and burying criticism.
This isn’t smart marketing. It’s panic. They know audiences are rejecting the race-swapping rewrite of Western classics and don’t want the receipts visible.
Hollywood keeps forcing “modern” updates that trash source material, shove in diversity quotas, and then acts shocked when people tune out. Hiding comments just proves they know the product is toxic.
If even a prestige project with Nolan and a stacked cast can’t escape the backlash, it’s clear the era of woke blockbusters is hitting a wall. Audiences are voting with their wallets and dislikes.
Studios treating fans like enemies to silence only makes the revolt louder.
Source: / Writer: Samuel
Mais um da turma de Nikolas chamando Bolsonaro de COVARDE.
Defendam aí o Zé Trovão, abafem isso, varram pra debaixo do tapete como se tornou o hábito dessa nova direita.
Amanhã a revista Oeste sairá em defesa do Zé Trovão.
Em qualquer partido ele já teria sido expulso.
O dossiê que despiu toda a direita.
A briga entre Kim Paim e Jeffrey Chiquini tem cara de treta de internet, dessas que morrem em três dias. Mas ela expõe o momento da direita brasileira inteira. E existe um lado certo e um lado errado nessa história, por mais que o isentão de plantão jure que não.
Para entender o caso, é preciso voltar um pouco. Durante muito tempo, a direita teve um único assunto: o PT. Vamos supor que existissem cinco milhões de views de direita circulando na internet. MBL, bolsonaristas, lavajatistas, antipetistas de ocasião, todo mundo pescava no mesmo lago, falando contra as mesmas pessoas. Nesse arranjo, todo mundo ganhava junto.
Aí a direita chegou ao poder e a conta mudou. Os interesses se dividiram, o público se dividiu junto, e começou uma briga por relevância que ninguém quis anunciar em voz alta.
Os primeiros rachas pegaram o público de surpresa. Caso Bivar, caso Santos Cruz, caso Joice Hasselmann. Em cada um deles, parte da militância demorou um ano para entender quem estava certo. O pessoal de perfil mais militar, por exemplo, levou tempo para perceber o que o Santos Cruz representava interesses globalistas da ONU dentro do governo Bolsonaro.
Foi assim que a direita descobriu, meio na marra, que ter lado não bastava. Era preciso vigiar o próprio lado também.
Nesse processo, pessoas que só conheciam elogio descobriu a crítica. E não gostou. Imagine uma parlamentar acostumada apenas receber elogios como reagi a começarem as críticas? Rebatizando as críticas de “ataque”.
Foi a reação da Ana Campagnolo quando foi cobrada pelo trabalho de bastidor contra o Carlos Bolsonaro. O truque é velho: quando chama de ataque, ela se dispensa de responder o mérito. E o eleitor que cobrou vira automaticamente um inimigo do projeto, um infiltrado, fanático, um traidor.
Jornalismo não é assessoria de imprensa
É aí que entra o Kim Paim.
Ele é um player único. E digo isso sem ser audiência fiel dele: de trinta vídeos que ele lança num mês, assisto um ou dois, porque o formato me cansa. Mas eu sei o que ele está fazendo.
A esquerda não tem um Kim Paim. O papel que ele se deu foi o de desnudar. Pegar o que o político faz longe dos holofotes e mostrar pro público. Ele não inventa atitude, não fabrica curtida, não cria print do nada. Ele junta o material que a própria pessoa produziu e coloca na mesa.
Foi exatamente isso que o Allan dos Santos fez no caso da Michelle Bolsonaro. Pegou a carta em que Bolsonaro indicava Flávio como candidato, pegou as atitudes públicas dela e colocou uma coisa ao lado da outra, mostrou a contradição. Ou a orientação mudou e ninguém escreveu carta nova, ou Michelle está ignorando o que o marido pediu. Não tem terceira leitura.
Incomoda? Incomoda.
Mas, no dia em que o político escolhe o que o jornalista pode mostrar, o jornalista virou assessor de imprensa. A Michelle e seu entourage quer assessoria.
O público quer saber que diabos está acontecendo em Brasília.
Quem quiser derrubar o Kim Paim tem o caminho na mesa. São anos de vídeo, milhares de horas gravadas. Basta pegar os programas dele e prova que ele mentiu. Que os prints, são falsos, que as declarações e notícias da pauta são mentirosas e pronto o Kim está acabado.
O Rodrigo Constantino teve essa chance quando foi exposto fazendo campanha velada por outro candidato, com recorte de tela e curtida documentada. Tinha duas saídas honestas: provar que era mentira ou assumir e mandar quem não gostou reclamar com o bispo. Escolheu a terceira: colar rótulo no mensageiro. Ladrão, bandido, dugnista o repertório completo.
Nenhum rótulo respondeu se a curtida existia ou não.
Chegamos então ao Jeffrey Chiquini.
Ele começou bem-posicionado, advogado do nosso querido Filipe Martins, fez um trabalho notário e midiático, ganhou a atenção e a boa vontade dos bolsonaristas de primeira, mas cometeu o erro clássico de quem chega querendo sentar na janelinha sem saber quem é quem no ônibus.
A primeira providência foi dar uma de galo pra cima do Paulo Figueiredo, um sujeito anos-luz à frente dele em lastro político, enfrentamento online e inteligência. Levou uma bordoado no meio e saiu tonteado e com a imagem comprometida. Antes o bom moço advogado agora brigando com bolsonaristas?
Com o Kim Paim, tentou a tabelinha eleitoral: se aproximar do jornalista para ficar bem com o público dele e colher voto. O Kim não se prestou ao papel e disse, em resumo: “tu fala mal de mim, não vem com essa história”.
A partir dali, na cabeça do Chiquini, sobrou uma equação só: ou o Kim Paim vira aliado, ou o Kim Paim precisa desaparecer.
Nasceu o dossiê.
E o que tinha dentro da bomba prometida?
Até eu prudente, mas não sofisticado, resolvi esperar vir a bomba para me manifestar.
Que o Kim Paim é financiado por um bilionário.
Qual bilionário? George Soros? Algum russo proxi de Putin? Não, apenas o dono do Quinto Elemento, veículo onde ele trabalha publicamente, com participação semanal, coisa que qualquer espectador sabe faz anos.
A revelação equivale a denunciar que jornalista da Globo recebe salário dos Marinho. Todo jornalista do Brasil trabalha para gente rica, porque gente rica é quem é dona de veículo. Vale para Jovem Pan, pra Oeste, pra Globo, para todos.
E tem um detalhe que enterra a tese de vez: o Kim Paim existia na internet antes de o Quinto Elemento existir, fazendo o mesmíssimo trabalho e com o mesmo sucesso de hoje.
O resto do material segue a mesma lógica.
Processo na Justiça? Todo mundo tem. Os Marinho colecionam. E, num país onde ativismo judicial é realidade admitida até por quem finge não ver, processo não serve de atestado automático de caráter.
Declaração antiga contra Bolsonaro? Praticamente todo brasileiro tem uma, inclusive bolsonarista que hoje ocupa cargo. O Constantino tem as dele. Quem apoia Bolsonaro desde 2013, como eu, é estatística de um por cento.
O critério honesto sempre foi o que a pessoa faz hoje.
É a mesma premissa de quem quer cancelar o Olavo porque ele estudou astrologia na década de 1980, em vez de pegar os livros do cara e desmontar por dentro.
Ninguém fez.
O que entrega a malícia é o passo seguinte.
Chiquini acusa Kim Paim e o grupo dele de trabalharem contra a candidatura do Flávio, e chega a incluir Eduardo Bolsonaro na conspiração. Eduardo, justamente o responsável direto por essa candidatura existir.
Na sequência, coroa como “verdadeiros apoiadores” justamente quem o Kim expôs por não apoiar Flávio até hoje.
Inverteu a realidade inteira e apresentou de cara limpa.
O padrão se repete no mercado de trabalho da direita. Repare quem ganha emprego em certos veículos: os céticos da candidatura e o pessoal alinhado à Michelle. Depois esses nomes são apresentados como a reserva moral do bolsonarismo, enquanto o verdadeiro bolsonarista passa a ser quem acha que Michelle está certa contra o candidato que o próprio Bolsonaro indicou.
Não faz sentido nenhum, mas cumpre função.
Por que Chiquini aposta numa narrativa tão furada? Porque a matemática dele é de sobrevivência política. Todo mundo que o Kim Paim já expôs vai aplaudir o dossiê e repostar com gosto.
Como ele sabe que está queimado com o público que assiste Kim Paim, acompanha Paulo Figueiredo e vota no Flávio, resolveu pescar no aquário antibolsonarista.
E aí mora o alerta para o eleitor do Paraná: um candidato que puxa tapete de bolsonarista antes de se eleger vai fazer o quê depois de eleito?
Vai se juntar ao outro lado no primeiro dia útil.
Ele só não faz isso agora porque se opor ao Flávio hoje é perder eleição.
Quem domestica quem?
Os políticos querem nos domesticar e nós queremos domesticar os políticos. A briga toda é essa.
O eleitor comum trabalha o dia inteiro e não tem como vigiar mandato, bastidor e curtida de madrugada. Então terceiriza a parte chata. O Kim Paim faz esse serviço e é bem pago por ele, com audiência e Super Chat. Ele passa o dia de olho no que os caras fazem. A gente banca.
O problema é que os nossos políticos não querem ser vigiados. Querem aplauso.
Michelle quer aplauso vinte e quatro horas enquanto faz suas jogadas. Damares quer validação mesmo jogando contra nós. Chiquini, que nem mandato tem, quer ser aceito e exaltado e uma cadeira de senador de um dia para o outro, por ter advogado para Felipe Martins e ter feito críticas ao supremos picaretas. Até a Bia Kicis, que é um quadro excelente e que estamos colocando no Senado, entrou na vibe do “não me critiquem, só me elogiem”.
Não é assim que funciona, Bia.
Tu trabalhas para nós. Nós não trabalhamos para ti.
Errou, pede desculpa. Saiu do caminho, a gente cobra até voltar para o rumo certo. E quem não gostou do arranjo tem a porta da rua à disposição.
Acabou a surdina. Acabou os acordinhos de bastidor.
O que se faz em Brasília vai ser feito na frente do público, com registro e timestamp e eternização no Atlas Brasileiro. Uma hora aparece político que goste de trabalhar assim.
Quem quiser derrubar o Kim Paim que refute o Kim Paim.
Até lá, ele segue clipando. E nós retuitando.