Futura véia dos gatos. Adoro uva passa!
Neste perfil continuamos falando mal do Bolsonaro. Muito. Mesmo. Até porque não tem o que falar de bom, né gente?!
Desafio dado é desafio cumprido! A dupla @marcomatostv e @CrisRanzolin ensaiaram uma
dança tradicionalista para se desafiarem no Jornal do Almoço de hoje 😍 O voto popular decidiu é o Marco foi o vencedor!
O objetivo da extrema-direita norte-americana, liderada por Donald Trump, é destruir, a partir da ditadura que implantou em Washington, a democracia liberal nos próprios Estados Unidos. Diferentemente do fascismo original, que atacava abertamente a democracia, o populismo reacionário capturou sua retórica, apresentando sua ditadura como a única e verdadeira democracia — baseada no tripé da violência política representado pela mentira, pela intimidação e pelo suborno.
No plano geopolítico, a meta é dominar todo o continente, do Alasca à Terra do Fogo, desestabilizando governos autônomos para substituí-los por satélites obedientes. Para isso, Trump e seus aliados contam com quintas-colunas espalhados por todos os países da região, que frequentam os encontros da chamada Internacional Facho-Reacionária, dispostos a transformar suas pátrias em protetorados.
A joia da coroa dessa ambição na América Latina é o Brasil. Segundo informações que circulam no próprio Departamento de Estado, há um cronograma de ações para, nos próximos meses, apertar o torniquete contra nossa democracia, apresentando-a à opinião pública americana como uma espécie de Venezuela ou União Soviética sul-americana.
Seguindo o velho manual fascista, o governo americano patrocinará provocações contínuas para forçar uma reação brasileira. Ao se apresentar como vítima, justificará, sob o rótulo de “legítima defesa”, todo tipo de violência já planejada. Para isso, recorrerá aos instrumentos de jurisdição extraterritorial criados nas últimas décadas sob o pretexto de defender a democracia e os direitos humanos, mas usados agora para fazer o oposto: pressionar democracias a se converterem em ditaduras alinhadas a Washington.
No caso do Brasil, o objetivo é provocar uma deterioração das relações bilaterais que culmine na ruptura diplomática, abrindo caminho para sanções semelhantes às aplicadas a países como Irã, Cuba, Coreia do Norte e Venezuela. O fim último é desestabilizar nossa República. Para tanto, repetir-se-á a mentira já propagada pelos fascistas locais: que Bolsonaro é o presidente legítimo; que a eleição de 2022 foi fraudada pela Justiça em conluio com a esquerda; que o Brasil vive sob ditadura. Não será difícil, pois é a mesma narrativa usada para negar a derrota de Trump a Biden e apresentar a tentativa de golpe de Estado como um “desabafo popular” contra uma fraude inexistente.
Tudo isso já está precificado. E, como a experiência com a família Bolsonaro e seus aliados nos ensinou, não se pode esperar decência, honradez ou honestidade de fascistas. O que nos cabe é dificultar a execução desse plano no tempo e na forma previstos. Precisamos seguir nossa vida recusando ingerências, ganhar tempo, não responder às provocações, minimizar danos por meio do fortalecimento de relações comerciais e políticas com outros países, e contar principalmente com a deterioração do apoio interno — do empresariado e da opinião pública norte-americana — à ditadura trumpista.
Teremos de agir com inteligência estratégica, habilidade e paciência. Os fascistas americanos terão trabalho conosco: o Brasil não é mais o que era em 1964, nem o que foi em 1990. Não dependemos mais dos Estados Unidos, possuímos valioso soft power, existe solidariedade internacional contra a ditadura trumpista e já sabemos lidar com fortões enlouquecidos. Temos de segurar firme — com paciência, inteligência e determinação.
É revoltante a lógica que o mercado e o BC impõem no Brasil.
O mercado projetou um PIB de 1,7% pra 2024. A economia deve entregar 3,5%, mais que o dobro do previsto.
A inflação acumulada em 12 meses ficou em 4,87%, apenas 0,37 pontos acima do teto da meta (4,5%), puxada por fatores externos e sazonais:
-Câmbio.
-Commodities: carnes (+8,02%), óleo de soja (+11%), café (+2,33%);
-Clima: a agropecuária caiu -3,5%, reduzindo a oferta de alimentos.
Em novembro, a inflação desacelerou pra 0,39%. Isso é um sinal claro de queda, não de descontrole.
Vale lembrar: essa meta de inflação de 3%, com 1,5% de margem, é completamente irracional. Em 30 anos, o Brasil só atingiu esse nível 3 vezes.
Agora vamos ao absurdo:
O mesmo mercado que errou feio o PIB agora dramatiza a inflação como se o Brasil tivesse à beira do abismo. Não está. Mas o mercado usa isso pra exigir cortes de gastos em nome de "responsabilidade fiscal".
O governo atende com R$ 70 bilhões em cortes anuais, praticamente o que eles pediram.
Mesmo assim, o mercado reage com histeria e o BC aumenta a Selic em 1%, prometendo mais 2% (totalizando 3%).
O que isso significa? Cada 1% de aumento na Selic adiciona R$ 50 bilhões ao ano em juros da dívida pública.
Com 3%, o custo adicional será de R$ 150 bilhões por ano – mais que o dobro dos cortes feitos pelo governo.
Cortam R$ 70 bilhões do orçamento pra transferir R$ 150 bilhões aos rentistas. Isso não é "responsabilidade fiscal", é uma transferência massiva de renda dos mais pobres pros mais ricos.
Aumentar a Selic não abaixa o preço do café, da carne ou do dólar. Juros altos não resolvem os problemas que dizem combater. Eles reduzem investimentos, travam o crescimento e drenam recursos de áreas essenciais.
No fundo, a lógica é sempre a mesma: tirar do orçamento do pobre pra encher o bolso do rico. Quando o governo propõe aliviar quem ganha até R$ 5 mil e taxar quem ganha mais de R$ 50 mil, o mercado grita. Por quê? Porque isso inverteria o jogo.
Esse é o mercado "neutro", "nada ideológico" que diz que o "Brasil quebrou" enquanto exaltam a Argentina como um paraíso. Um bando de bandidos parasitas que querem fuder o Brasil.
A CABEÇA DO ELEITOR DO MELO QUE SOFREU COM AS ENCHENTES: O Caso da Região Humaitá / Vila Farrapos
Para apreender o que passa na cabeça do eleitor da Região do Humaitá e Vila Farrapos, fortemente atingida pela enchente de 2024, conduzi entrevista não estruturada com uma eleitora
Após a enchente de 2024, o voto em Sebastião Melo no Humaitá revela um choque entre necessidades reais e discursos políticos. Entenda!
https://t.co/W4ciWckpR9
➡️ @STF_oficial intima Elon Musk e X a indicarem representante legal em até 24 horas, sob pena de suspensão de atividades no Brasil ⚖️ https://t.co/SV21xQcJue
@Metropoles Mas qual problema das músicas?
Saí do EM em 2003 e lembro de várias matérias que faziam uma rima, poema, música... achava ótimo pra gravar conteúdo.
Eu hein.
O Brasil inteiro vibrando com o ouro de Rebeca Andrade. Tivéssemos jornalismo, seria informado que isso só existiu porque havia uma projeto social Iniciação Esportiva para crianças de baixa, em Guarulhos, governada por um prefeito do PT. Ela começou na ginástica aos 4 anos na
nada me irrita mais do que esse papo de "amizade de baixa manutenção". acorda pra vida, gente! amizade é, essencialmente, manutenção: contato, apoio, dedicação e esforço constantes. amizade em que a pessoa não se faz presente nos momentos bons e ruins da vida não é amizade