Flávio quer escolher Júlia zanatta de vice
AI MEU DEUS SOCORRO ELA TEM TAJTO CARISMA E CONQUISTA TANTOS VOTOS FEMININOS E DE GENTE DE SANTA CATARINA SE O FLÁVIO ESCOLHER ELA ESTAMOS FERRADOS JÁ ERA
TOMARA QUE ELE ESCOLHA OUTRA PQ JÚLIA ZANATTA É MUITO FORTE
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Leio nas folhas interessante artigo de economista influencer da equipe econômica. O prodígio ensina como controlar o déficit fiscal. Versado em lugares-comuns, o especialista está preocupado com a inútil relação dívida/PIB.
"Antes ele do que eu." Essa foi a justificativa covarde de um PM para dar um tiro na nuca do Eduardo, um entregador de 26 anos que carregava um CELULAR na cintura. Isso não é erro, é execução! É o resultado de uma política de segurança genocida que caça e mata na periferia.
Bom dia! Seguimos aguardando a carteira de trabalho do desquerido com algum registro na 6x1. Ontem ele foi tão aloprado que, mesmo tendo passado os últimos 3 anos falando contra o fim da escala, teve que mudar o voto. Covarde e mentiroso!
Oi @ErikakHilton , se a ideia é enfrentar e derrubar a transição, posso dar uma sugestão? Torço para o @rickazzevedo também avaliar a ideia e, se for o caso, cobrar esse tipo de destaque.
Fica aqui também o informe para a militância. Esses detalhes são pouco conhecidos pela militância. Então não custa explicar como funciona.
É possível derrubar a transição com bem menos da metade dos votos do plenário e derrubar a jornada imediatamente.
Basta o PSOL colocar em votação um destaque supressivo (DVS) na PEC da escala 6x1 para retirar a transição, a lógica do quórum vira a nosso favor.
Sabemos que para aprovar algo via PEC, precisamos de 3/5, 60%. Mas nesse caso invertemos o jogo. Como é destaque de PEC, caberá aos defensores da transição conseguir 3/5 (308 votos) para manter o trecho no texto. Ou seja, na pior das hipóteses vamos precisar de 206 deputados.
Hoje, o núcleo progressista puro da Câmara tem cerca de 127 deputados. A base ampla do governo passa dos 250, o que nos deixa com um "resto da base" (partidos de centro aliados e com Ministérios no governo) de aproximadamente 123 parlamentares.
E é aqui que a matemática fica muito favorável para nós:
Na pior das hipóteses (com zero ausências, painel com 513), a gente derruba a transição com apenas 40% dos votos (206 deputados).
Como já temos os 127 progressistas, faltariam apenas 79 votos. Ou seja, precisamos convencer pouco mais da metade desse "resto da base governista" (79 de 123). Sem sequer precisar encostar em um único voto da oposição bolsonarista ou da direita.
E, na prática, toda falta e abstenção joga do nosso lado e diminui essa necessidade, já que a meta deles de 308 é engessada:
Em um cenário com 50 ausências (o caso mais comum por lá), precisamos de apenas 156 votos contrários (30%) para derrubar a transição. Nesse caso, precisamos de irrisórios 29 votos dessa base de centro.
Já com um cenário de 100 ausências (dia de esvaziamento ou obstrução armada), bastam 106 votos contrários (cerca de 20%). Nesse cenário, o campo progressista sozinho tem mais votos do que o necessário para arrancar a transição.
Ou seja, é um excelente destaque. A gente derruba a transição com muito menos esforço do que parece.
Aliás, ainda não vi essa possibilidade ser cogitada. Fica aí a sugestão.
Uma vitória histórica: o antigo prédio do INSS, ocupado há dois anos pelo MTST, vai ser moradia popular no Centro de Porto Alegre para os atingidos pelas enchentes.
Meus parabéns ao MTST pela luta e ao governo federal pela decisão inteligente e necessária para o povo gaúcho!
Luciano Huck já criticou os inúmeros auxílios que os empresários recebem do governo?
Já disse que é preciso de uma “porta de saída” para que eles parem de depender de esmola do poder público?
Não né? Isso é o neoliberalismo. Os neoliberais não querem diminuir o tamanho do Estado, mas sim redirecionar seus recursos para os mais ricos.