Inventaram um dispositivo barato para prevenir furto de cabos de cobre em Los Angeles. O governo rejeitou a solução. Prefere gastar 125 milhões de dólares por ano contratando empresários para o reparo da infraestrutura danificada. Teoria da escolha pública em sua essência.
Na verdade, o frade franciscano Pierre de Jean Olivi foi o primeiro a propor uma teoria do valor baseada na utilidade subjetiva, no seu Tractatus de contractibus (1295). Essa concepção foi amplamente adotada pelos escolásticos.
Hello Julia, sans aucune ironie, c'est top que tu prennes le temps de te renseigner. Mais le problème quand on lit Marx aujourd'hui, c'est qu'on prend pour acquis sa prémisse de départ, alors qu'elle a été démontée scientifiquement il y a plus de 150 ans.
Toute la pensée de Marx repose sur la théorie de la valeur-travail. L'idée que la valeur d'un bien vient de la quantité de travail nécessaire pour le produire. Si tu acceptes cette prémisse, alors oui, tout son raisonnement tient. Le capitaliste "vole" la plus-value du travailleur, l'exploitation est mathématique, la révolution est inévitable.
Sauf qu'en 1871, trois économistes (Menger en Autriche, Jevons en Angleterre, Walras en Suisse) découvrent indépendamment la même chose : la valeur n'est pas objective, elle est subjective et marginale.
Un verre d'eau dans le désert vaut une fortune. Le même verre à côté d'une rivière ne vaut rien. Le travail incorporé est identique. Donc le travail ne détermine pas la valeur. C'est le consommateur qui valorise un bien selon son utilité marginale dans un contexte donné.
Exemple concret : tu peux passer 1000 heures à tricoter un pull moche que personne ne veut. Selon Marx, ce pull a énormément de valeur (beaucoup de travail incorporé). Selon la réalité, il ne vaut rien. Parce que personne n'en veut.
À l'inverse, Bernard Arnault crée des milliards de valeur non pas parce qu'il "exploite" mais parce qu'il a su anticiper et organiser des désirs humains à grande échelle. La valeur est créée par la coordination, pas extraite par le vol.
Cette découverte (la révolution marginaliste) a invalidé tout l'édifice marxiste. Pas pour des raisons idéologiques, pour des raisons scientifiques. C'est pour ça que plus aucun département d'économie sérieux au monde n'enseigne Marx comme un cadre d'analyse valide. On l'enseigne en histoire de la pensée.
Maintenant, le truc important. Si ton intention en lisant Marx c'est d'aider les pauvres (c'est une intention noble), alors tu vas être surprise par ce qui suit.
Regarde les chiffres de la Banque mondiale. En 1820, 90% de l'humanité vivait dans l'extrême pauvreté. Aujourd'hui, moins de 9%. Cette chute historique ne s'est PAS produite dans les pays qui ont appliqué Marx. Elle s'est produite dans les pays qui ont libéralisé leur économie.
Chine post-1978, Vietnam post-1986, Inde post-1991, Pologne post-1989. À chaque fois qu'un pays libéralise, des centaines de millions de gens sortent de la pauvreté en une génération. À chaque fois qu'un pays applique Marx (URSS, Cambodge, Corée du Nord, Venezuela), c'est la famine et les goulags.
Ce n'est pas une opinion, c'est l'expérience la plus massive jamais menée en sciences sociales. Plusieurs milliards de cobayes humains, sur un siècle.
Donc paradoxalement, si tu aimes vraiment les pauvres, la position la plus cohérente n'est pas d'être marxiste. C'est d'être pour la liberté économique. Parce que c'est empiriquement la seule chose qui a jamais sorti massivement les gens de la misère.
Pour creuser, je te recommande trois lectures qui vont changer ta vision :
"La Loi" de Frédéric Bastiat (court, lumineux, gratuit en ligne)
"La Route de la Servitude" de Hayek
"Économie en une leçon" de Henry Hazlitt
Bonne lecture, et vraiment chapeau de chercher à comprendre plutôt que de rester dans tes certitudes. C'est rare.
A Escola Judiciária Eleitoral Desembargador Roberto Felinto tem nova diretoria. O desembargador eleitoral Bruno Bodart foi designado diretor da instituição. O magistrado sucede à desembargadora Maria Helena Machado, que comandava a EJE desde 2025.
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Hoje o processo penal brasileiro se despede de um de seus maiores mestres.
O Professor Fernando da Costa Tourinho Filho, aos 99 anos, encerra uma trajetória que marcou gerações inteiras de juristas. Para quem estudou nas décadas de 1980 e 1990, estudar processo penal era, quase inevitavelmente, estudar por Tourinho. Seus volumes azuis ocuparam estantes, mesas de estudo e, sobretudo, formaram consciências jurídicas.
Era de uma geração que escrevia movida pela preocupação com o aperfeiçoamento das instituições, e não por agendas circunstanciais. Em suas páginas, não havia espaço para atalhos retóricos ou falácias ideológicas, até porque a argumentação era construída com método, coerência interna e fidelidade às categorias jurídicas. Discordâncias podiam existir - e existiam -, mas eram enfrentadas no plano técnico, com razões expostas de forma clara e racional. Tourinho pensava o processo penal como instrumento a serviço do país, com seriedade e espírito público.
Com didática invejável, suas obras conduzem o leitor como quem ainda está em sala de aula. Não por acaso, as primeiras edições nasceram das anotações de suas próprias aulas, depois transformadas em livro. Sua didática é singular. Seu texto conserva o ritmo do professor que explica, retoma, exemplifica e organiza o raciocínio do aluno. A linguagem é clara, direta, acessível, sem perder densidade teórica. Torna compreensível o que parece árido.
Fica a obra. Fica o método. Fica o exemplo de seriedade intelectual.
Aos que aprenderam com seus livros, permanece a gratidão. E ao processo penal brasileiro, a marca indelével de um mestre que escreveu para formar, não para impressionar.
@MarceloDunlop@Flamengo@grok Faça uma lista dos 10 treinadores com mais jogos pelo futebol masculino profissional do Flamengo desde 1980. Use apenas números oficiais.
@MarceloDunlop@Flamengo Essa lista está errada. Jogos como treinador do Flamengo pós 1980:
Carlinhos: 313
Zagallo: 284
Cláudio Coutinho: 266
Luxemburgo: 241
Joel Santana: 200
Carpegiani: 155
Sebastião Lazaroni: 103
Ze Ricardo: 90
Filipe Luís: 89
A justificativa de combate às fake news tem sido utilizada como ferramenta de controle social por regimes autoritários, o que demanda reflexão sobre o direito à liberdade de expressão.
"A Responsabilidade do Impacto das Informações nas Eleições” será o tema do evento promovido pela EMERJ no dia 20 de outubro de 2025.
Inscreva-se: https://t.co/N8mVq39tSZ
#paratodosverem
"Em 1993, a Dinamarca introduziu um novo sistema chamado flexigurança para regular seu mercado de trabalho. Esse sistema tem dois pilares. Primeiro, o mercado de trabalho foi tornando mais flexível, simplificando os procedimentos de demissão para as empresas. (...)
Hoje, Philippe Aghion foi um dos agraciados com o prêmio Nobel de Economia. Recomendo o livro "O Poder da Destruição Criativa", escrito por ele em coautoria com Céline Antonin e Simon Bunel. Comentei aqui algumas de suas ideias:
Aumentar tributos combate a desigualdade?
“Aghion [e outros] analisaram a relação entre tributação, crescimento impulsionado por inovação e o grau de corrupção do governo. 🧶