Barba Branca no meu sangue, terremoto absoluto
Quando piso nesse chão, tua existência é um insulto
Olhos de predador, couraça envenenada
Sou um vulto que tua mente nunca tinha imaginado
Minha aura é um funeral, teu império, condenado
Tua crew vira poeira, teu legado é apagado
Eu sou o eclipse que apaga tua esperança
Vegeta no meu peito ego que nunca balança
Que negro tempestade, destruição na dança
Tua alma se contorce quando minha ira avança
Orgulho de Escanor, meio dia virou luto
Quando ergo meu poder, teu destino fico puto