Hoje, Jotapê e Neo demonstraram em alto e bom som que, se você acha que o RAP no Brasil está em baixa porque abre o Spotify e não encontra nada novo, revolucionário ou interessante, talvez seja porque está procurando no endereço errado.
O néctar do RAP no Brasil hoje está nas batalhas de rima.
Está no Jotapê, que representa São Paulo, mas também está no Bomfin, Dehat, Lecroy, Kairós, Okai e tantos outros artistas menos reconhecidos e igualmente incríveis.
O RAP feminino está em ascensão, e nas batalhas de rima você encontra Sofia, Naia, Levinsk, Ravena, Lily, Sereia, Dith, Maria e várias outras.
Talvez o Baco não represente mais tanto o Nordeste quanto antes, mas Vitu, Vinicius ZN, Japa, Monark, Yoga, Jaz, Hogue, Acuca, Frizzy, Hellballa, Davicena, Snart e Rank seguem representando mais do que nunca e melhor do que ninguém.
A geração dos “Monstros do Museu” mudou, mas Dyeglock, Diogo, Tito, Ianzin e tantos outros seguem honrando a bandeira do DF.
Eu insisto quando digo que o melhor do RAP no Brasil hoje está nas batalhas de rima. E, nessa arte, somos os melhores do mundo.
fica chato quando colocam pauta política em tudo, aí não gostam de uma pessoa pública só pelo posicionamento político, os dois lados não vão mudar nada, meu estado que se fale.