O Brasil sob sanções
A Europa chegou a um acordo de tarifas com os EUA. O enquadramento europeu foi humilhante com direito a proibição de tarifas aos EUA e ordem de investir R$ 600 bilhões em território estadunidense;
O Brasil foi isolado com tarifas que se aproximam de verdadeiras sanções. Busca-se o isolamento do Brasil dos BRICS e um corretivo imperial típica da Guerra Fria;
Quem defende Trump contra o Brasil deve ser denunciado enquanto traidor do país.
Livre mercado no dos outros é refresco
EUA 🇺🇸 exige que o TikTok tenha capital americano sob pena de banimento: 🤩😻😍 democracia linda civilizada 🤩😻😍
Brasil 🇧🇷 exige que Twitter tenha apenas um representante legal - conforme previsto em lei - sob pena de suspensão temporária: 😡🤬😵 ditadura subdesenvolvida😡🤬😵
ATENÇÃO: o jornalista Leandro Demori denunciou que informações estratégicas da movimentação de tropas das forças armadas e dos nossos minerais estão passando nas mãos do Elon Musk, através da Starlink, graças ao "patriota" Bolsonaro, que entregou tudo.
Em língua tupi, pomba não é pomba: é juriti.
Beija-flor não é beija-flor: é colibri.
Periquito não é periquito: é jandaia.
Lua não é lua: é jaci.
Que desperdício lírico:
Até hoje não sabemos estalar na boca, na língua,
O doce da fala dos nossos índios.
Vez ou outra, pelos motivos mais inusitados, o conceito de racismo estrutural volta a alimentar debates nas redes sociais. E o que mais me deixa impressionado nas polêmicas não é ver pessoas que nunca estudaram o tema ou que não são da academia distorcerem o conceito, mas o fato de pessoas supostamente estudiosas ou que vem da academia falarem de algo que evidentemente não conhecem ou de um livro que nunca leram (o meu, no caso). A ignorância, nessa último situação, vem acompanhada de tanta autoridade e arrogância que a gente passa a duvidar se escreveu certas coisas (😂). Mas eis que, ao voltar ao meu livro, encontrei o seguinte trecho:
“A ênfase da análise estrutural do racismo não exclui os sujeitos racializados, mas os concebe como parte integrante e ativa de um sistema que, ao mesmo tempo que torna possíveis suas ações, é por eles criado e recriado a todo momento. O propósito desse olhar mais complexo é afastar análises superficiais ou reducionistas sobre a questão racial que, além de não contribuírem para o entendimento do problema, dificultam em muito o combate ao racismo. Como ensina Anthony Giddens, a estrutura “é viabilizadora, não apenas restritora”, o que torna possível que as ações repetidas de muitos indivíduos transformem as estruturas sociais.
Ou seja, pensar o racismo como parte da estrutura não retira a responsabilidade individual sobre a prática de condutas racistas e não é um álibi para racistas. Pelo contrário: entender que o racismo é estrutural, e não um ato isolado de um indivíduo ou de um grupo, nos torna ainda mais responsáveis pelo combate ao racismo e aos racistas.
Consciente de que o racismo é parte da estrutura social e, por isso, não necessita apenas de intenção para se manifestar, por mais que calar-se diante diante do racismo não faça do indivíduo moral e/ou juridicamente culpado ou responsável, certamente o silêncio o torna ética e politicamente responsável pela manutenção do racismo. A mudança da sociedade não se faz apenas com denúncias ou com o repúdio moral do racismo: depende, antes de tudo, da tomada de posturas e da adoção de práticas antirracistas”.
O MEC lançou a plataforma "Aprenda Mais" com cursos online gratuitos em diversas áreas:
- Espanhol (do básico ao avançado)
- gestão em negócios
- cálculos e estatística
- física e química
Compartilhem para que mais pessoas tenham acesso ao conteúdo https://t.co/MLR9ZtGIBJ
Bolsonaro me chamou de “desocupado”.
Em 1 ano de mandato como Deputado Federal aprovei TRÊS Projetos de Lei: Cozinhas Solidárias / Combate ao Golpe do Consignado / Monitoramento das políticas públicas contra desigualdade.
Ele, em 28 anos, aprovou DOIS.
Quem é o desocupado?
Há 79 anos, em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertava os prisioneiros de Auschwitz, o maior e mais letal dos campos de extermínio mantidos pela Alemanha nazista.
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Empresários brasileiros fazem abaixo-assinado contra apoio do Brasil à investigação de Israel por genocídio. Assinaram a carta: Trajano (Magazine Luiza); Grynbaum (Boticário); Zimerman (Petz); Schalka (Suzano); Colletti Barbosa (Natura) e outros. https://t.co/WO5iUM9y60
Veja, meu ponto é que a taxa de juros é superestimada pelos economistas de esquerda no Brasil e a política fiscal tratada de forma marginal, quando em Keynes era o oposto. Uma coisa interessante é que a grande diferença da abordagem que eu sigo, a MMT, para a maior parte das heterodoxias é o fato de sempre lembrarmos que não emitimos dólares. A depender do quão baixa a taxa de juros fique, teremos brutal desvalorização cambial. Veja, uma possível sabotagem contra o governo seria o Campos Neto baixar para 2% a Selic. Isso geraria pressão cambial brutal, que impactaria na pior inflação que há: salários destroçados frente aos lucros. Aconteceu com o Bolsonaro, lembra? Há um piso para a taxa de juros em países periféricos dado pela taxa de juros da moeda de reserva. Chegando nesse piso, não há o que se fazer. Tem que ter demanda pública e bancos públicos atuando pesado! Empresário investe quando a capacidade instalada planejada tá ocupada: aí que ele vai olhar o crédito. Quem acelera é a demanda efetiva. A taxa de juros serve mais de freio. Alta, é como se a gente tivesse com o pé no freio. Mas tirar o pé do freio sem pisar no acelerador também não funciona.
Uma pequena thread sobre os fatos da última rodada do brasileirão de 2013, em que fez com que o Fluminense, não jogasse pela terceira vez a série B, além de provar que André Santos e Heverton tinham condições de jogo.
Essa polêmica completou 10 anos.
Segue o 🧶