@carlosjordy Rio vota muito mal. Não aprendem
O povo tem você e o Portinho como ótimas opções
Vocês deveriam estar disparados em primeiro e em segundo.
Acorda RJ!!!
@marcelvanhattem Ok. Correto estar em primeiro. Porém, um povo mais esclarecido como é o gaúcho, ter um ótimo candidato como o Sanderson em terceiro, é muito estranho.
Falou sobre algoritmos, big techs, redes sociais, Europa, preconceito, ódio, extremismo, desigualdade, renda, crises, polarização, eleições, ideologia, STF, regulação, discriminação…
Mas não falou do contrato de R$ 129 milhões da esposa.
Nesta segunda-feira, 24 de agosto, durante palestra magna no Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, em São Paulo, o ministro Alexandre de Moraes atribuiu o descrédito do Jornal Nacional e da grande mídia a uma “lavagem cerebral” promovida por influenciadores.
A tese é conveniente - a velha mídia seria vítima inocente, enquanto o público seria incapaz de pensar sozinho. O que Moraes omite é que nenhum influenciador destruiu essa confiança; foi o próprio sistema político-midiático, com manchetes seletivas, silêncios calculados, dois pesos para fatos semelhantes, informações recortadas e opiniões vendidas como verdades.
A internet simplesmente abriu os arquivos e revelou vídeos completos, documentos, contradições e versões omitidas pela TV.
Moraes tenta desqualificar o comunicador digital, com ataque pessoal para fugir do conteúdo. Muitos são jornalistas, analistas e repórteres independentes que vivem de informação, apresentam documentos e entregam fatos sem o filtro das redações.
Alguns erram ou mentem? Claro, assim como emissoras erram, jornalistas manipulam e juízes falham. Na internet, porém, o cidadão confronta fontes, compara versões e forma seu juízo; o velho sistema exigia que aceitasse uma edição noturna como resumo autorizado da realidade.
A lavagem cerebral não está na multiplicação das vozes, mas na tentativa de monopolizar a informação, repetir enquadramentos, esconder o contraditório e carimbar como “fanático”, “extremista” ou “desinformado” quem rejeita a narrativa oficial.
Moraes não apontou uma mentira e a refutou; mostrou incômodo porque um influenciador alcançou mais audiência que o Jornal Nacional. O sistema destruiu a credibilidade e agora chama de “lavagem cerebral” a liberdade de quem aprendeu a viver sem sua tutela.
Eu sempre falei que existem muitas “melancias” na política: verdes por fora e vermelhas por dentro. E situações como essa mostram que, cedo ou tarde, as escolhas revelam muito mais do que os discursos. No fim das contas, ninguém consegue sustentar uma máscara para sempre.
Se a imprensa não mostra, nós mostramos.
Agora é hora de mobilizar! Chame sua família, seus amigos e todo mundo que acredita na mudança.
Vamos juntos votar 22. Vamos vencer! 🚀🇧🇷✅
Queria perguntar para os Ministros do STF o que vai acontecer com o blogueiro Guilherme Amado que fez uma matéria usando um documento internacional falso para prender um inocente.
Saberemos quem foi a fonte que enviou o material criminoso?
Olha essa trama.
Mansão frequentada por Lulinha e Roberta Luchsinger foi alugada em nome de Rafael Arbex, amigo de Fernando Bittar, o “dono no papel” do sítio de Atibaia. Arbex foi testemunha de defesa de Bittar no processo do sítio e disse à Justiça que havia morado gratuitamente na propriedade a convite dele.
Sim, voltamos ao sítio 10 anos depois.
Bittar também foi sócio de Lulinha na Gamecorp, que levou Lulinha de monitor de zoológico a milionário nos primeiros anos do governo Lula, após ótimos negócios com a Oi, regulada pelo governo federal.
Sim, voltamos à Gamecorp, ao “Ronaldinho dos negócios”, 20 anos depois.
Uma, duas décadas. Os nomes continuam os mesmos, as conexões continuam as mesmas e a conta continua chegando. A novidade é só de onde vem o dinheiro: agora, do bolso dos velhinhos.
A conta da reforma tributária vai sobrar para quem?
O setor de serviços está em alerta e o risco é mais imposto, menos emprego e custo maior para o consumidor.
Com meu suplente, Geraldo Wetzel, expliquei por que esse tema precisa de atenção.