Oficialmente sou uma MOONWALKER PSICÓLOGA
No mês do aniversário do meu grande amor Michael Jackson, fui eu que ganhei um grande presente (além do privilégio de amá-lo)
E claro, não tinha como eu não homenageá-lo nesse momento tão especial da minha vida. Feliz aniversário, Mike!
Sempre achei óbvio que essas fãs do casal só usam o Michael para engajamento, mas no off elas odeiam ele. E o mais patético é ver tb até conta dedicada a ele com adms que já falaram atrocidades sobre o próprio Michael só para defender a cientologista
Nesses 16 anos sendo fã de Michael Jackson, ainda que já houvessem tido registros médicos (de médicos que atendiam Michael), sobre supostamente confirmarem se ele tinha Lúpus ou não, eu sempre fiquei em dúvida porque na autópsia não constava. Então o meu ponto-chave era: se a autópsia não constou, então possivelmente ele não tinha. Ontem, durante a live, analisei ao vivo com a galera o que tínhamos sobre o Lúpus, pra que a gente pudesse encontrar uma confirmação sensata sobre isso. Até porque eu não sabia, mas existem vários tipos de Lúpus. E eu acho desafiador, mas também fantástico o fato de a gente ser fã há muito ou há pouco tempo, mas seguir aprendendo sobre ele.
Depois de algumas pesquisas, a gente chegou a uma conclusão baseada em fatos e nos registros médicos, partindo de 2009 e voltando para os anos anteriores a isso.
O que consta na autópsia: o relatório do Los Angeles County Coroner, que está disponível publicamente, mostra na parte de Anatomical Summary o registro de "Vitiligo" como uma das condições encontradas. A análise microscópica da pele também descreveu áreas de despigmentação e redução de melanócitos. Mas o ponto importante é que o relatório de autópsia não lista "lúpus" ou "lúpus discoide" no resumo. Com isso a gente chega a conclusão que a autópsia confirmou alterações cutâneas compatíveis com o vitiligo, mas não fez do lúpus um diagnóstico post-mortem.
Mas então de onde a gente poderia tirar a conclusão de que ele tinha Lúpus?
1) Dr. Arnold Klein, que foi o dermatologista do Michael: não considero ele uma pessoa confiável, até porque ele foi um dos incentivadores e facilitadores de Michael com remédios para dormir, mas o princípio de diagnóstico de um possível lúpus, partiu dele. Klein afirmou publicamente que, quando examinou Michael, possivelmente teria identificado lúpus eritematoso pela aparência das lesões, incluindo uma erupção facial característica e lesões no couro cabeludo, com isso ele posteriormente realizou uma biópsia. Mas não acabou confirmando o resultado publicamente.
2) Dr. Allan Metzger, que foi o reumatologista que acompanhou Michael durante décadas: esse é provavelmente o documento e depoimento médico mais importante que temos. O doutor Allan foi chamado para depor no julgamento da família Jackson contra a AEG Live (2013), no depoimento, ele explicou que o Dr. Klein encaminhou Michael para ele, porque uma biópsia da pele sugeria lúpus discoide. O Dr. Allan decidiu então fazer exames laboratoriais para verificar se havia envolvimento sistêmico. A resposta dele no depoimento foi muito clara: Michael tinha lúpus discoide, mas não apresentava componente sistêmico. Ele afirmou que essa avaliação permaneceu a mesma durante os aproximadamente 30 anos em que acompanhou Michael.
O lúpus discoide é uma forma de lúpus predominantemente limitada à pele. Portanto, dizer simplesmente "Michael tinha lúpus sistêmico" seria ir além do que os documentos sustentam.
3) Documento médico de 1984, é uma documentação relacionada à hospitalização de Michael após o acidente durante a gravação do comercial da Pepsi. O histórico médico registrou que ele havia recebido recentemente um diagnóstico de “discoid lupus erythematosus”. Também aparecem medicamentos utilizados no tratamento de doenças reumatológicas, incluindo Plaquenil (hidroxicloroquina) e Atabrine. Isso é mais uma evidência relevante porque é um documento médico contemporâneo aos acontecimentos, e não uma afirmação feita décadas depois por qualquer pessoa ou pela imprensa.
4) Debbie rowe, ex-esposa de Michael e que atendia Michael no consultório do Dr. Klein (ela era enfermeira do Dr.). A Debbie também depôs durante o julgamento da AEG Live e testemunhou que Michael sofria de vitiligo e lúpus discoide, além das cicatrizes decorrentes das queimaduras no couro cabeludo.
Mas então por que a autópsia não consta lúpus discoide?
A autópsia não dizer "lúpus" não significa que Michael não tivesse lúpus discoide. O próprio especialista em lúpus Dr. Dan Wallace, professor clínico da Cedars-Sinai/UCLA, declarou em 9 de julho de 2009 que podia confirmar que Michael tinha "discoid (chronic cutaneous lupus)" e que ele não tinha doença sistêmica que tivesse desempenhado qualquer papel em sua morte.
É valido lembrar também que o relatório da autópsia consta alterações na pele, mas elas eram descritas principalmente em relação ao vitiligo. O relatório menciona despigmentação focal, especialmente no tórax, abdômen, rosto e braços, e a análise microscópica encontrou ausência de pigmento melanocítico em determinadas áreas. Isso não é estranho para o lúpus discoide: o lúpus era uma doença cutânea que Michael já tinha diagnosticada em vida, enquanto o vitiligo era outra condição que a autópsia conseguiu documentar diretamente.
E aí podemos entrar com outra questão que traz ainda mais explicação: se o lúpus discoide que ele tinha foi diagnosticado em uma biópsia (enquanto estava vivo), por que na autópsia não constou? Não poderiam ter feito a mesma biópsia mais uma vez? A resposta pra situação do Michael é a seguinte:
1) O Dr. Allan Metzger (reumatologista que atendia Michael), explicou em seu depoimento que Michael foi encaminhado a ele pelo dermatologista Arnold Klein justamente porque uma biópsia de uma área do couro cabeludo havia sugerido lúpus discoide. Metzger disse que Klein havia biopsiado uma área do couro cabeludo e que o resultado sugeria discoid lupus. A Debbie Rowe deu uma explicação ainda mais específica: depois das queimaduras do comercial da Pepsi, o lúpus apareceu naquela região do couro cabeludo de uma maneira diferente, e foi justamente por isso que fizeram a biópsia. Ou seja: havia uma lesão cutânea ativa/suspeita que justificava retirar um pequeno fragmento de pele para diagnóstico.
2) Uma autópsia não é automaticamente uma repetição de todas as biópsias feitas durante a vida, ou uma repetição de exames que fazemos durante a vida. E esse é o ponto-chave, o objetivo da autópsia de Michael era determinar a causa e a maneira da morte e documentar alterações relevantes no corpo, não reavaliar todos os diagnósticos dermatológicos que ele já possuía. O relatório realmente examinou a pele, e encontrou alterações de pigmentação compatíveis com o vitiligo. Na análise microscópica, descreveu áreas de pele sem pigmento melanocítico, com melanócitos reduzidos, e considerou a pele restante sem alterações relevantes. Então, tecnicamente, eles poderiam ter coletado mais pele e feito estudos específicos para lúpus se houvesse uma razão para isso. Mas isso não significa que fosse obrigatório.
3) Existe uma diferença microscópica importante, o lúpus discoide não é só "uma alteração que qualquer exame de pele vai encontrar". O diagnóstico é feito correlacionando aparência clínica + histopatologia, e determinados estudos podem ser necessários dependendo da suspeita. No caso de Michael, o diagnóstico já havia sido estabelecido décadas antes por dermatologista, e seu reumatologista, Allan, passou a acompanhar justamente a possibilidade de haver ou não envolvimento sistêmico. E o Dr. Allan foi bastante categórico: os exames laboratoriais que realizou indicaram que Michael não tinha componente sistêmico, e ele disse que essa avaliação não mudou durante os anos em que o acompanhou.
4) Mas eles poderiam ter feito uma nova biópsia? Provavelmente sim, mas só se julgassem clinicamente ou forensicamente necessário. E tem outra questão interessante, uma nova biópsia em 2009 não necessariamente daria exatamente o mesmo resultado de uma biópsia feita décadas antes. O lúpus discoide pode deixar cicatrizes e alterações permanentes, mas as características histológicas mais diagnósticas podem variar conforme a atividade da lesão e o local escolhido. Então, se Michael não apresentasse naquele momento uma lesão ativa típica de lúpus, uma biópsia feita durante a autópsia poderia até ser menos informativa do que a biópsia realizada quando a doença estava ativa. Isso ajuda a explicar que, por que não apareceu lúpus na autópsia, não significa que a autópsia demonstrou que ele não tinha lúpus.
Me aprofundei para explicar isso em live ontem, porque era um assunto que considero que eu era um pouco cética e tinha muitas dúvidas e lacunas, justamente porque nunca havia me debruçado dentro dos relatórios médicos anteriores a 2009. Eu acompanhei o julgamento de 2011 e 2013, mas esses pontos passaram despercebidos. Além de que, eu jurava mesmo que a autópsia poderia constar.
Esse é o mundo mágico de ser fã de Michael Jackson, passa ano e entra ano, você segue aprendendo. Decidi deixar registrado aqui, porque sei que pode ser a dúvida de mais pessoas. Obrigada se você leu até o final ❤️
Acho encantador demais pensar que foi nessa época aqui, que ele estava nessa skin deslumbrante, que ele se dividia entre a Friend e a Flower.
Bom final de semana a todos! 👍
Cara eu "assisti" o documentário de acusação deles contra o Michael e é bizarro como não parece um documentário de acusação kkkkkkkkk os caras falam bem do próprio Michael até certo ponto aí parece que no meio lembraram que precisavam falar mal, muito esquisito
🚨 | Justiça rejeita ação de tráfico sexual infantil movida pela família Cascio, contra Michael Jackson.
Uma ação judicial envolvendo acusações de abuso sexual infantil contra Michael Jackson foi rejeitada pela Justiça americana. A decisão representa mais um capítulo na longa disputa judicial envolvendo acusações feitas contra Michael após sua morte.
Segundo a Billboard, a ação havia sido movida por quatro irmãos da família Cascio que alegavam ter sofrido abusos por parte de Michael Jackson e buscavam responsabilizar o espólio do artista por suposto tráfico sexual infantil. O processo, porém, foi retirado de tramitação pelo tribunal.
O caso faz parte de uma série de disputas civis envolvendo a família, que afirma ter sido vítima de Michael Jackson. Nos últimos anos, outros processos também chegaram aos tribunais, incluindo ações relacionadas a alegações de abuso sexual e acordos envolvendo pessoas que afirmam ter tido contato com o cantor durante sua vida.
Michael Jackson foi absolvido de todas as acusações criminais no julgamento de 2005, após um processo que terminou com um veredicto de inocência em todas as acusações apresentadas contra ele.
A quantidade de pessoas registradas para comprar os ingressos de This Is It era tão grande que a produtora foi aumentando a agenda sucessivamente (e sem comunicar Michael). 10 shows se transformaram em 50.
Era algo praticamente sem precedentes para um único artista em uma mesma arena. Ao todo, mais de 1 milhão de ingressos seriam colocados à venda.
A venda começou oficialmente em 13 de março de 2009. O resultado foi caótico. Segundo a Ticketmaster, houve picos de aproximadamente 200 mil pessoas tentando acessar o site ao mesmo tempo. As linhas telefônicas ficaram congestionadas. Milhares de fãs passaram a madrugada em filas na O2 Arena. Mesmo assim, a procura continuava muito maior que a oferta.
Pouca gente lembra que a venda geral sequer começou com todos os ingressos disponíveis. Clientes cadastrados e membros de programas de pré-venda tiveram acesso antecipado. O resultado foi impressionante: 360 mil ingressos desapareceram ainda na pré-venda. Quando a venda pública abriu, boa parte das melhores datas já estava praticamente esgotada.
No mesmo dia da abertura oficial, todos os 50 shows estavam esgotados. Segundo a AEG Live, mais de 1 milhão de ingressos foram vendidos em apenas algumas horas. Randy Phillips, presidente da promotora, resumiu o momento dizendo: "Não estamos apenas quebrando recordes de shows. Estamos testemunhando um fenômeno cultural."
Michael voltaria aos palcos dia 13 de julho, e 17 anos depois de morrer, no dia 12 de julho ele FAZ HISTÓRIA DE NOVO, quebrando recordes e batendo 1 bilhão em bilheteria!!! se vcs me disserem que a espiritualidade não existe, vcs são MALUCOS
às vezes eu penso que o tempo não levou o michael, o tempo o abraçou. porque, enquanto os anos passam, sua arte continua crescendo, alcançando novas gerações e emocionando pessoas que nem sequer viveram a sua época, sei que você tá sentindo todo esse amor michael, obrigada! 🤍
Ok, vocês conseguiram me deixar emotiva com o fato da última turnê para julho nunca ter acontecido e agora ser o mês onde ele não só quebrou o recorde do gênero, como foi o PRIMEIRO (e isso ninguém jamais poderá tirar dele). Ele merecia ver e viver isso com a gente 😭😭😭😭
“see you in July”
That July never came
And now years later, the Michael biopic has reached $1 Billion. In a way it feels like we gave something back to the man who gave so much of himself throughout his life, music and his kindness
His legacy will forever bring people together ❤️🩹
@AlloneJackson O fato do Michael estar muito mais nervoso em público nos seus últimos anos do que em toda sua vida (onde ele sempre mostrou um mínimo de conforto) mostra o efeito da mídia e opinião pública sobre a vida dele
@julizxc@Boxreport Vai sim ele vai terminar de ser surrado pra diabo veste Prada fico me perguntando qual será o argumento de vocês quando diabo veste Prada terminar com mais bilheteria