@MachadoDarlon O assalariado não tem condição de comer picanha e nunca comerá com esses preços e essa política maluca. Para de mentir para a população, principalmente a que vive de esmola do governo.
Quando você olha a biografia política de Jair Bolsonaro, a primeira coisa que salta aos olhos não é marketing, é teimosia. Teimosia em não entrar no jogo sujo que sempre moveu a política brasileira. Ele começa em 1988 como vereador no Rio de Janeiro e desde o primeiro dia faz aquilo que político profissional odeia: enfrenta o sistema. Defendia militares, denunciava privilégios da prefeitura, cobrava salários dignos para servidores abandonados, fiscalizava contratos públicos e expunha abusos. Não se juntou a máfias partidárias, não virou sócio de empreiteira, não participou de nenhum tipo de conchavo municipal. Um vereador que incomodava porque não se ajoelhava.
Em 1990, vai para a Câmara dos Deputados, onde passa sete mandatos defendendo temas que os outros tinham medo de tocar. Apresentou e relatou projetos para endurecer penas contra criminosos violentos, reduzir maioridade penal, fortalecer legítima defesa, proteger policiais, diminuir burocracia, combater abuso de autoridade, regulamentar porte e posse para o cidadão, valorizar as Forças Armadas, modernizar o Código Penal Militar, tirar indicações políticas de estatais e exigir transparência no gasto público. Era o deputado que votava contra aumento do próprio salário, que devolvia dinheiro de verba que não usava e que não assinava negociata. No Congresso mais corrupto da história, Bolsonaro foi justamente o único parlamentar que nunca respondeu por esquemas de propina, superfaturamento, contratos ilícitos ou rachadinhas ministeriais.
E é aqui que entra a parte que incomoda a elite política: enquanto Bolsonaro atravessou três décadas sem condenação por corrupção, os ex-presidentes que passaram pela cadeia carregam exatamente o mesmo sobrenome jurídico. Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex, e a anulação posterior foi falha processual, não absolvição de mérito. Collor foi condenado a quase nove anos por corrupção passiva e lavagem, com ordem de prisão decretada. Temer foi preso por corrupção, peculato e lavagem no esquema de Angra 3. A lista é grande e conhecida. No Brasil, a regra sempre foi enriquecer no poder. Bolsonaro rompeu essa lógica. Ele é o único presidente condenado não por roubar, mas por enfrentar o regime.
E então veio a presidência. E aí o choque foi maior ainda. O governo Bolsonaro foi tudo, menos decorativo. Em quatro anos, com pandemia, guerra, sabotagem institucional, liminares intermináveis e um Congresso hostil, ele fez aquilo que os outros só prometiam.
Começou pelo tripé estrutural, que muda a espinha dorsal do Estado. A reforma da Previdência finalmente saiu do papel. Regras endurecidas, idade mínima, freio no rombo bilionário. Todos os presidentes anteriores prometeram. Só um entregou.
Durante a pandemia, Bolsonaro fez exatamente o contrário do que o sistema esperava. Ele não entregou o país ao pânico, não aceitou toque de recolher eterno, não deixou governadores destruírem a economia sem prestar contas e não transformou lockdown em religião. Ele centralizou o que era do governo federal e devolveu aos estados o que era deles. E foi justamente aí que começaram a tentar reescrever a narrativa.
O governo federal garantiu respiradores, EPIs, medicamentos, hospitais de campanha, repasses emergenciais e toda a estrutura que cabia à União. Apenas em 2020, governadores e prefeitos receberam repasses recordes, muito acima do gasto real com a pandemia, tanto que vários estados fecharam o ano com superávit bilionário. Foi durante a pandemia que Bolsonaro colocou em operação o maior programa de transferência direta de renda da história do país, o Auxílio Emergencial, resgatando milhões da fome enquanto governadores compravam respirador superfaturado e hospital clandestino em galpão vazio.
O SUS foi reforçado com verba em escala inédita. Hospitais de campanha foram financiados pela União e abandonados pelos estados. A compra e distribuição de vacinas começou antes de qualquer governo latino-americano e o Brasil se tornou um dos países que mais vacinou no mundo em menor tempo. Foi com Bolsonaro que o país garantiu vacinas da Pfizer, AstraZeneca, Janssen, CoronaVac e ainda produziu milhões de doses em território nacional via Fiocruz e Butantan. A imprensa fingiu que não viu.
E enquanto isso, Bolsonaro enfrentava governadores que fecharam tudo sem critério, quebraram pequenos negócios, humilharam trabalhadores autônomos e transformaram a pandemia em ferramenta política. Ele foi o único a questionar lockdown sem evidência científica, o único a denunciar superfaturamento em respiradores, o único a cobrar prestação de contas dos bilhões repassados aos estados. Enquanto o resto do mundo elogiava Suécia e Flórida, o Brasil apedrejava qualquer tentativa de equilíbrio entre saúde e economia.
Foi também na pandemia que Bolsonaro acelerou a digitalização do governo, garantiu acesso facilitado a benefícios, simplificou cadastro, criou plataformas de atendimento remoto e impediu que milhões de brasileiros ficassem completamente sem renda. Foi o governo federal que evitou desabastecimento, que garantiu produção agrícola, que manteve transporte funcionando e que impediu que o país colapsasse como a Europa.
No fim, Bolsonaro foi crucificado não pelo que fez, mas pelo que não aceitou fazer: ele não aceitou governar pelo medo, não aceitou destruir a economia, não aceitou entregar autonomia cega a governadores e prefeitos, não aceitou transformar o Brasil em laboratório autoritário sob o pretexto da saúde pública. E é por isso que até hoje tentam culpá-lo por uma pandemia global enquanto varrem para debaixo do tapete a incompetência e a corrupção de estados e municípios.
É exatamente isso que a história vai registrar, gostem ou não. Bolsonaro fez o que cabia ao governo federal, entregou mais do que recebeu e foi o único que não usou a pandemia para enriquecer, controlar ou manipular o povo. Por isso virou alvo. Por isso virou símbolo. E por isso tentam apagá-lo até hoje.
A Lei da Liberdade Econômica rompeu a burocracia medieval que travava empresas. Reduziu licenças inúteis, mexeu no Código Civil, limitou abuso regulatório e tirou o Estado da garganta do cidadão que quer trabalhar. Foi a primeira grande legislação brasileira feita para liberar, não para controlar.
O governo digital avançou como nunca. Cartórios, repartições e processos migraram para o online. O Brasil virou referência mundial em digitalização estatal. O país finalmente entrou no século XXI.
Depois veio a área que ninguém quer discutir porque desmonta narrativas: saneamento. O marco legal destravou mais de setecentos bilhões de reais em investimentos, estabeleceu metas claras, abriu o setor para concorrência e colocou o país no rumo da universalização da água e do esgoto. Uma política pública gigantesca que não vira meme, mas salva vidas.
E então veio a transposição do Rio São Francisco. Décadas de obras paradas, abandonadas, sabotadas. Bolsonaro retomou, pagou, acelerou e entregou trechos inteiros. Ramais, canais, estações, sistemas de bombeamento. O sertão finalmente recebeu água encanada. O Ramal do Agreste sozinho mudou a rotina de mais de dois milhões de pessoas.
Na infraestrutura, o impacto foi histórico. Setenta e nove leilões, quase um trilhão em investimentos privados previstos, mais de cem obras rodoviárias entregues só em um ano, BR-163 concluída, Norte–Sul operando, FIOL e FICO retomadas, Ponte do Guaíba finalmente entregue. A máquina de transporte, que sempre foi refém de empreiteira, voltou a funcionar.
Além disso, mais de setecentas obras de turismo foram concluídas, incluindo orlas, praças, centros urbanos e revitalizações. Moradias foram entregues em escala nacional por meio do Casa Verde e Amarela. No total, mais de vinte mil obras concluídas entre 2019 e 2022.
E é aqui que está a ferida exposta: grande parte dessas obras começou em governos passados, mas estava morta, travada, abandonada. Alguém precisava enfrentar TCU, ONG, Ministério Público, licitações emperradas, amarras políticas e entregar. Esse alguém não foi o sistema. Foi Bolsonaro.
Por isso sua história é incômoda. Porque ele provou que dá para governar sem roubar. Provou que dá para mexer nas estruturas sem servir às empreiteiras. Provou que é possível enfrentar corporações, sindicatos, a burocracia e a imprensa ao mesmo tempo e ainda entregar resultado.
E por isso tentam apagá-lo. Porque admitir os fatos significaria reconhecer que um presidente sem máfia política fez aquilo que o sistema inteiro nunca quis que fosse feito. No país em que o normal é enriquecer no poder, Bolsonaro virou o réu que não roubou. E isso, para o sistema, é imperdoável.
Esse é o ponto. Essa é a biografia. Esse é o espinho atravessado na garganta da elite que governa o Brasil há décadas.
E é exatamente isso que eles nunca conseguirão apagar.
E mesmo assim ainda tem gente que fala que Bolsonaro não fez nada.
@HugoMottaPB chegou o momento de colocar a ANISTIA AMPLA, GERAL E IRRESTRITA na pauta e permitir que o Congresso cumpra seu papel.