@Fernanda_Gentil Tô assistindo os jogos na cazetv, e é triste o bombardeio de propaganda de bets, é triste ver vcs influenciando as pessoas a perderem dinheiro. Não dá pra deitar a cabeça no travesseiro em paz, apenas por dizerem: joguem com responsabilidade.
@carinabst Tenho 60 anos, uma filha de 20 e outra de 28. Dizer eu te amo é como respirar aqui em casa,pq enquanto filha,eu nunca ouvi,e disse que sendo mãe,eu diria sempre.Elas aprenderam e aqui se diz eu te amo até qdo vai levar a cachorra na rua, qdo desce na portaria, pra dormir.É bom d+
Sim, claro, antes da iFood não existia entregador na pizzaria do bairro. Além disso, o iFood inventou uma tecnologia chamada bicicleta, criada especialmente para ser usada em entregas.
Agora, saindo da provocação e indo para o debate real: o Brasil sempre conviveu com uma economia de subsistência que usa uma enorme massa de trabalhadores abandonados pelo Estado, pessoas que se submetem a qualquer coisa porque a alternativa é a fome e a miséria.
Hoje, são as plataformas que cumprem esse papel de exploração.
O ponto é que não temos que tolerar mais isso. Temos que discutir como e onde gerar empregos com dignidade. Como o Estado pode atuar, seja como empregador direto, seja induzindo bons empregos.
Alguém pode argumentar que o atual estágio da automação torna impossível gerar empregos para todos.
No capitalismo, ao que tudo indica, sim. Na verdade, no capitalismo neoliberal sem freios, certamente.
A questão é que o avanço da tecnologia não deveria ser tratado como sinônimo natural de desemprego. O desemprego não é uma lei da natureza. Não é inevitável. É uma invenção e uma necessidade do capitalismo, o primeiro sistema que produziu miséria em meio a uma enorme abundância e que usa a tecnologia criada pelos seres humanos para escravizá-los.
Em um mundo minimamente digno, os ganhos de produtividade da automação, da inteligência artificial ou de qualquer nova tecnologia deveriam servir para reduzir fortemente a jornada de trabalho, garantindo mais tempo livre, mais direitos, mais qualidade de vida e mais possibilidade de viver.
Mas, no nosso mundo, a tecnologia inventada pela classe trabalhadora não é usada para que ela tenha mais tempo para descansar, estudar, conversar, se divertir ou sonhar.
É usada para explorar ainda mais a própria classe trabalhadora.
A uberização da nossa classe trabalhadora deveria ser tratada com seriedade. Não como algo natural. Não como “alternativa ao desemprego”, como se o desemprego também fosse uma força da natureza.
Deveria ser um dos eixos do debate eleitoral. Deveria ser. Mas, infelizmente, há uma interdição no debate econômico brasileiro. O pavor da extrema direita nos paralisou. Não conseguimos ver além do “neoliberalismo progressista” como alternativa à destruição fascista.
Os grandes temas e desafios foram jogados para baixo do tapete. Só se discute qual será a próxima medida de ajuste fiscal, ou quando virá a redução da taxa de juros do Banco Central que fará a economia brasileira encontrar seu rumo. Aliás, é bizarro a esquerda achar que é a redução da Selic que desenvolve um país, em vez de tratar isso como uma condição necessária e absolutamente insuficiente. Mas vamos voltar ao tema.
A questão é que enquanto esses debates de superfície hegemoniza o imaginário da esquerda, as classes dominantes moem o nosso povo.
Somos um país dominado pelo agro, que quer que o mercado doméstico se foda, que o meio ambiente se foda, porque exporta soja para a China fazer ração para porcos. Tudo isso com destruição de territórios, muito dinheiro estatal e concentração brutal de renda. A grana da exploração vai para formar bancadas políticas que defendem a nossa dependência e subordinação com orgulho.
Claro, o setor primário-exportador também tem as mineradoras, que arrancam nossas riquezas e destroem o meio ambiente, deixando a conta da destruição para o povo.
Do outro lado, vistos como mais modernos e elegantes, sediados na potente São Paulo, estão os bancos, tomando o dinheiro da classe trabalhadora com as taxas de juros mais altas do planeta.
Ou seja: de um lado, um setor primário-exportador que aparelha o Estado, concentra riqueza, não gera porra nenhuma de emprego decente e ainda deixa um passivo ambiental brutal para o povo pagar.
De outro, um setor rentista que toma o pouco que os trabalhadores têm por meio de juros criminosos.
Como gerar empregos bons para o nosso povo no meio disso tudo? Não tem como. Com essas duas frações dominantes organizando o país, sobra um bolsão de desesperados. E esse bolsão, em vez de ser tratado como um problema nacional gravíssimo, vira matéria-prima barata para as plataformas, que têm se tornado a terceira força dessa tríade da destruição.
É assim que o Brasil se torna, ao mesmo tempo, paraíso do agro, dos rentistas e das empresas de aplicativo. Um país com gente demais precisando aceitar qualquer coisa para sobreviver.
Não está tudo bem só porque o desemprego vem caindo desde 2021. Os empregos gerados são uma merda. O trabalhador ganha mal. Está endividado até o pescoço. Trabalha muito. Não tem tempo de viver. Não tem tempo de estudar. Aliás, estudar para quê, em um país que não tem muito a oferecer aos pobres além de uma CLT destruída pela já naturalizada contrarreforma de Temer em 2017 e uma vida esmagada pela escala 6x1?
A pergunta correta não é o que essas pessoas fariam sem Uber, iFood ou 99.
A pergunta correta é que tipo de país aceita que milhões de trabalhadores só tenham como horizonte pedalar, dirigir e se arriscar todos os dias sem direitos, sem proteção e sem futuro.
@deccache A única coisa que dominou e domina na "esquerda" lulominion é o slogan:
Não critica que eles voltam.
E acho que eles saíram vitoriosos nisso, temos que reconhecer, sem críticas do seu campo, o governo veio até aqui, e ainda ajudou a manter vivo o bolsonarismo. Eles ganharam.
@jwookissed Não tem site do desenrola,a negociação é com o banco, entrando direto no aplicativo deles. E já posso te dizer que, pelo menos ontem, o desconto no picpay era algo em torno de 3%. Sei disso pq uma prima disse que tentou resolver a situação dela e a dívida não alterou nada.
@brealt A história há de cobrar seu preço daqueles que escolheram viver dando "chances" pra tal guinada à esquerda do PT. Chegamos onde chegamos, com um filho de um gen@cida podendo ser eleito, pq aceitaram frente ampla, ñ cobraram as promessas, mas agora juram que será diferente.
@canalantenados Cara, Ana Paula tá muuuuito chata. Tá dando ranço de ver e eu gostava demais. Só que agora tá cansativo, não tá leve, não tá divertido.
@canalantenados Gente, tô tomando ranço da AP, na boa. Não torço pra Jordana, queria a milena campeã, mas a resposta dela sobre não ter votado na AP foi perfeita, ela ia jogar voto fora, e a AP que acha que tudo tem que ser sobre ela, precisava ir lá pra confrontar. Só ela quer enredo. Chaaaato
@tiamaoficial Eu gostava da AP, mas já tá me dando ranço, pq no fim é tudo sobre ela, isso cansa, como a Eumira e Chai com o mesmo discurso: eu ñ sei nada, ñ entendo nada, sou burra, que coloca a AP num posto de megera, e nesse ponto eu entendo a AP, pq dá enredo de vítima pra Chai
@KriskaCarvalho Juros altíssimos, trabalhos precários, fila da previdência superando 2,9 milhões, cortes no bpc e redução da valorização do SM, dívidas, inadimplencia, comida cara, contas caras. Será que uma conversa no uber, na padaria vai mudar a perspectiva de quem tá sofrendo com tudo isso?
@belabracho Pela conversa com a Couto, me pareceu que ela realmente pensa que as atitudes da Milena (principalmente ela) e AP podem não estar sendo bem vistas, ela então já deu um jeito de deixar um vt dizendo não aprovar. E agora não querer parecer manipulável😒Gosto dela, mas é covarde d+
Babu VERBALIZOU que o objetivo é cavar a expulsão da ana e da milena, ELE VERBALIZOU!
NÃO É POSSÍVEL que o @tadeuschmidt@bbb@tvglobo@globoplay não vai entrar ao vivo e informar que isso é CONTRA AS REGRAS! Pq isso é jogo sujo! #BBB26
COPIEM E COLEM, VAMOS FAZER BARULHO