A nota oficial do Governo Lula confirma: ficarão do lado do CV e do PCC e contra a população brasileira.
Isso a pretexto de preservar o Brasil de uma fantasiosa intervenção externa.
Não é a toa que o crime organizado prosperou nos vinte anos de governos do PT.
Não é a toa que o estado mais violento do país, a Bahia, seja também governado pelo PT.
Essa aliança do governo com o mundo do crime tem que acabar.
Traficantes do PCC e CV são terroristas: o que de fato muda?
Muda TUDO. Agora não se trata apenas dos integrantes dos grupos terroristas. Lembram do MADURO? Então… Qualquer pessoa que apoie esses grupos passa a correr risco jurídico nos EUA.
Por exemplo: se um indivíduo, empresa, político, banqueiro, advogado, empresário ou autoridade pública brasileira financiar, facilitar operações, fornecer recursos, lavar dinheiro, prestar apoio material, proteger conscientemente a atuação dessas organizações, passa a ser investigado sob legislação antiterrorismo AMERICANA.
FARIA LIMA EM PÂNICO
O sistema financeiro internacional fica muito mais perigoso para os envolvidos, por exemplo. Os EUA podem agora congelar ativos, bloquear contas, impedir acesso ao sistema financeiro americano, aplicar sanções, restringir vistos, abrir investigações criminais. E mesmo uma empresa aprovada na bolsa de valores americana vai perder tudo, caso seja comprovado o vínculo com os terroristas.
Na prática, os bancos do mundo inteiro aumentarão drasticamente o nível de vigilância porque ninguém quer ser acusado de facilitar transações de organizações terroristas.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
O que antes era “com até ao crime organizado”, agora é COMBATE AO TERRORISMO. A MUDANÇA permite cooperação mais agressiva entre FBI, DEA, DHS, Departamento do Tesouro, Departamento de Estado, agências de inteligência etc.
O PCC e o Comando Vermelho não são apenas um problema policial brasileiro. Eles são uma ameaça internacional à segurança dos Estados Unidos. Agora o bicho vai pegar 🎶
Lula afirma que está muito triste com a decisão dos Estados Unidos de classificar “nossos criminosos” como terroristas.
Nossos? Seus criminosos, Lula.
Esta na hora de se aposentar.
O PT foi contra a CPI do Master. Misteriosamente, a base de Lula se recusou a assinar o pedido de investigação.
A oposição apoiou. Eu assinei. Já os "companheiros" preferiram ficar de fora.
Por quê? Medo do que pode aparecer?
Sem blindagem. Sem acordão. CPI do Master, já!
Sábado, 21/fev/26
Deixo a Papuda após uma longa e atenta conversa com o Presidente Jair Bolsonaro.
Nesta oportunidade, encontrei e apertei a mão do Nikolas Ferreira (MG) e do Sanderson (RS).
Meu pai, preso político, continua soluçando intensamente e, ontem, apresentou uma crise severa de vômitos ao longo da tarde. Ainda assim, pediu que eu informasse aos senhores que está confeccionando, inicialmente, uma lista de pré-candidatos ao Senado, aos governos estaduais e a outras participações políticas igualmente relevantes.
Mesmo diante da evidente degradação de sua saúde, mantém-se focado, lúcido e construtivo. Tudo verdadeiramente impressionante, dada a força que demonstra em meio a tantas adversidades.
Agradeço, em nome de minha família, todas as energias emanadas para o seu bem-estar e para a preservação de sua saúde.
Um forte abraço a todos.
ANISTIA JÁ
Silvinei Vasques, ex-direto da PRF, policial de carreira, um homem honrado, preso pela polícia do Paraguai no aeroporto de Assunção após romper a tornozeleira e fugir desse hospício chamado Primeira Turma do STF que só tem psicopatas doentes querendo extirpar Bolsonaristas.
@CarlosBolsonaro Será que precisa que o Brasil chegue a atos iguais o Nepal, para derrubar esse maldito sistema, e libertar o nosso Pres/te Bolsonaro e todos os presos politicos? Por Deus nada é impossível, mas temos que fazer a nossa parte.
A América Latina vive há décadas sob a influência de uma rede de poder que ultrapassa fronteiras nacionais e combina ideologia, crime organizado e projetos de perpetuação no poder. No centro dessa engrenagem estão regimes autoritários, movimentos políticos articulados regionalmente e estruturas do narcotráfico que funcionam como fontes de financiamento, intimidação e controle social.
O regime venezuelano tornou-se, ao longo dos anos, um eixo estratégico dessa rede. Diversas investigações internacionais, relatórios e denúncias apontam para a infiltração do tráfico de drogas em setores do Estado, criando um sistema no qual o crime organizado deixa de ser um ator marginal e passa a integrar a própria lógica de poder. Esse modelo não se limita à Venezuela: ele se espalha por rotas que cruzam a Colômbia, a América Central, o Caribe e alcançam o Brasil, sempre protegido por discursos políticos que tentam deslegitimar qualquer questionamento rotulando-o como “perseguição ideológica”.
Cuba exerce um papel singular nesse tabuleiro. Embora não atue como grande produtora de drogas, funciona como centro de formação política, inteligência e articulação estratégica. O regime cubano exportou, por décadas, um método de controle do Estado, repressão à dissidência e uso sistemático da propaganda como arma, influenciando governos e movimentos em toda a região. Esses tentáculos ideológicos ajudam a sustentar regimes aliados, mesmo quando envolvidos em colapsos econômicos, violações de direitos humanos ou relações obscuras com o crime transnacional.
Nesse contexto, o atentado e a perseguição contra Jair Bolsonaro em 2018 - e os fatos que se seguiram - não podem ser tratados como episódios isolados ou meramente individuais. Independentemente das responsabilidades diretas, o clima de ódio político fomentado por parte da imprensa, a radicalização incentivada por estruturas organizadas e o silêncio conveniente de setores que se autoproclamam “defensores da democracia” levantam questionamentos e afirmações legítimas. Tentativas de eliminar fisicamente adversários sempre foram instrumentos clássicos de regimes e movimentos que não toleram rupturas com seus projetos de poder.
O que se observa é a formação de uma teia continental: o tráfico de drogas garantindo recursos, regimes autoritários oferecendo proteção política e institucional, e articulações ideológicas fornecendo narrativa e legitimidade internacional. Essa combinação corrói democracias, enfraquece instituições e submete populações inteiras à pobreza, ao medo e à censura.
Romper essa engrenagem exige coragem política, transparência e cooperação internacional real - não alianças baseadas em conveniência ideológica. A defesa da liberdade na América Latina passa, necessariamente, por expor essas conexões, investigar sem seletividade e rejeitar qualquer forma de relativização do crime quando ele se disfarça de “projeto político”.
Viva a liberdade, e que Deus proteja @jairbolsonaro .