Na raiz de decisões estúpidas como a do TST, que condenou uma fábrica da Ortobom por não ter mulheres na gerência, está o costume do intelectual público de criar padrões imaginários e querer impor esses padrões à sociedade. "As mulheres são maioria na população, então deveriam ser maioria nas empresas", diz o intelectual público progressista no auge de seu raciocínio aritmético. Não entende que, como dizia Robert Nozick, "liberty upsets patterns". Mesmo se houvesse igualdade completa de tratamento e de origem, não haveria igualdade de resultados - pois as pessoas são livres, têm preferências e escolhas diversas, e essa "liberdade desafia padrões". Sem entender que as pessoas são diversas, o intelectual acha que qualquer desigualdade na sociedade é fruto de "discriminação estrutural". Tenta fazer da sociedade real um espelho de seu mundo imaginário.
Para conseguir dinheiro, imóvel e ingressos, existe um caminho legal, mas duro:
Trabalhar.
Na política, vagabundos deslumbrados, especializados em enganar as massas,
buscam vida de luxo levando vantagens de empresários favorecidos por sua atuação.
Essa gente tem de ser presa.
Elon Musk criou, em um único dia, 4.400 novos milionários.
Quase 400 deles ultrapassaram os US$ 100 milhões.
Não são banqueiros nem investidores de risco. São funcionários da SpaceX: soldadores, técnicos, mecânicos e até funcionários da cantina. Durante vinte anos, a empresa pagou gente de todos os níveis com ações, não só com salário alto. Quem produziu colheu.
Juan Hernandez, imigrante mexicano, aceitou um emprego de soldador por US$ 28 a hora em 2015, sem nem saber direito o que era a SpaceX. Recebeu uma pequena participação de US$ 10 mil e pôde comprar mais por desconto em folha. Hoje sua fatia vale US$ 880 mil.
Trevor Hise ignorou os conselhos dos pais para pegar um emprego “seguro” na General Electric. Escolheu a SpaceX, ficou 12 anos e acumulou mais de 100 mil ações. Ao preço da listagem, são US$ 13,5 milhões. Aos 37 anos, ele já pode se aposentar. Palavras dele: “A magnitude disso é ridícula.”
O detalhe mais eloquente veio antes mesmo da abertura de capital: mais de 100 funcionários se uniram discretamente para contratar uma gestora de fortunas capaz de cuidar de até US$ 5 bilhões. Muitos nunca tinham precisado de wealth manager na vida.
Há décadas os IPOs de empresas de tecnologia enriquecem programadores. Desta vez, o dinheiro chegou ao chão de fábrica. Isso é capitalismo de verdade: quem arrisca, quem trabalha e quem entrega valor colhe frutos proporcionais.
A esquerda odeia esse tipo de história. Porque ela prova que a verdadeira ascensão social não vem de dividir a miséria alheia, mas de criar riqueza que eleva quem tem coragem de construir.
O tal ser humano está por trás do PayPal, foi um dos fundadores da OpenAI, e está aí pousando foguetes, fazendo carros dirigirem sozinhos, e levando internet pra Amazônia.
Érika Hilton além de usar o meu dinheiro para pagar maquiadores fez o quê mesmo?
Afinal, houve pedido formal da extradição de Ricardo Magro ao governo Trump ou esta foi apenas mais uma bravata de Lula? Ainda aguardamos a resposta...
Here’s how Polish fans celebrate their club’s victory.
Before leaving the square, they cleaned up after themselves. No one was beaten up or raped.
Be Like Poland.
Da série: perdeu, Mané. Pague seus impostos em dia e não amola. Faz o L. 🤡
“Levantamento da Frente Nacional dos Consumidores de Energia contabiliza que o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a atual legislatura do Congresso Nacional criaram uma despesa extra na conta de luz da ordem de R$ 985 bilhões até 2050.
Ou seja, quase R$ 1 trilhão em novos custos para tarifa de energia elétrica já está contratado e vai entrar ao longo do tempo —sem considerar as demais despesas que naturalmente aparecem todos os anos, como reajustes tarifários, correção da inflação ou o efeito das bandeiras.
O valor equivale a seis vezes o orçamento anual do Bolsa Família ou cinco vezes o orçamento do Minha Casa, Minha Vida. Se o montante fosse compartilhado, seria possível dar quase três salários mínimos para cada um dos 213 milhões habitantes do país.
Os gastos incluem despesas não previstas do Tratado de Itaipu, prorrogação de benefícios e incentivos a projetos de renováveis e a contratação de fontes para suprir a falta de geração em períodos do dia.”
Mais um ótimo artigo do Mario Sabino. Até quando o verdugo do Estado de direito de Pindorama vai continuar solapando a democracia? 👇
Moraes ignorou o direito, sustou a constituição e aboliu o parlamento
Por Mário Sabino
“Estranha democracia, a brasileira, onde um único juiz, o ministro Alexandre de Moraes, pode suspender monocraticamente a aplicação de uma lei aprovada pelo Congresso, no caso específico a da Dosimetria.
Não vou entrar no mérito se diminuir as penas dos condenados pelo 8 de janeiro e a de Jair Bolsonaro é justo ou não (acho justo) ou discorrer sobre a qualidade intelectual e moral da maioria dos parlamentares (acho péssima).
A questão é que o Congresso aprovou a lei, a Associação Brasileira de Imprensa e o PSol (não são a mesma coisa?) entraram previsivelmente com Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) para derrubá-la no tapetão do STF — e Moraes tomou uma decisão fora das regras do jogo.
O pretexto foi uma ação impetrada por uma condenada em 8 de janeiro, que pede a aplicação da Lei da Dosimetria para reduzir a sua pena. O ministro argumentou que não poderia julgar pedidos como o dela, enquanto estiverem tramitando ADIs que põem em dúvida a validade da legislação aprovada pelo Congresso.
Ele poderia ter ficado nisso, mas não: deu uma caneta e suspendeu a aplicação da lei.
Não sou advogado (ainda os há ou existem apenas “juristas” no Brasil?), mas sei que direito é forma. É a forma concertada, cristalizada, aplicada no dia a dia, incansavelmente, nas petições, nos prazos, nos acórdãos, nos instrumentos recursais, que diferencia o direito daquilo que não tem forma ao adquirir qualquer uma: a vingança.
Diversos advogados estão estupefatos com a profanação da forma do direito, mais uma perpetrada desde há quase quatro anos, na suspensão da aplicação da Lei da Dosimetria.
Moraes não suspendeu a lei no âmbito das ADIs, das quais foi sorteado relator, em outro sorteio de resultado curioso no STF. Mesmo que o tivesse feito, a decisão monocrática seria contrária à previsão legal, segundo a qual só o tribunal poderia adotar uma medida cautelar tão drástica.
O ministro tirou do ar a Lei da Dosimetria como relator de um processo de execução penal — o que só não é completo absurdo no país que anda normalizando absurdos completos. Como escreveu o professor de processo penal Rodrigo Chemim, do Paraná:
“A decisão é errada, até porque, quando se admite isso, cria-se uma categoria juridicamente estranha: uma espécie de suspensão monocrática, seletiva e incidental da lei, sem previsão constitucional clara e sem o procedimento próprio do controle de constitucionalidade.”
A lei foi suspensa sem que tenha sido declarada inconstitucional. Como explica Chemim, “continua formalmente válida para todos, mas deixa de valer naquele caso porque assim decidiu individualmente o relator. Se normalizarmos isso, a segurança jurídica deixa de depender da Constituição, da lei e dos procedimentos de controle, para depender da vontade decisória de quem julga. E, nesse cenário, a jurisdição constitucional deixa de funcionar como garantia democrática e passa a operar como instrumento de exceção”.
Moraes ignorou a forma do direito, suspendeu a Constituição e aboliu o parlamento com a sua canetada. E tudo fica ainda mais esquisito quando se sabe que as penas dos condenados de 8 de janeiro e de Bolsonaro podem ser usadas como moeda de troca para evitar o impeachment de ministros do STF.”
A velha imprensa corrupta, que patrocinou tudo isso (porque era necessário defender a "democracia"), de vez em quando acorda, faz cara de espanto, dá uns gritinhos indignados e, logo em seguida, volta a dormir.
"If you believe in equal rights, then what do ‘women's rights,’ ‘gay rights,’ etc. mean? Either they are redundant or they are violations of the principle of equal rights for all."
— Thomas Sowell
OpenCode just got a major upgrade.
Native GUI chat, switch to terminal anytime, inline diffs, git panel, message queueing, steering, rich tool calls, switch providers mid-conversation, and more.
Uma engasgada vira beatbox, um clique no relógio vira percussão. Adicionamos o lindo canto Macuxi dos indígenas da reserva Raposa Serra do Sol pra dar mais cor e pura brasilidade ao remix.
"A vida, sem música, seria um erro." — Friedrich Nietzsche