We are entering the 15 days that could definitively alter this decade.
Trump announces that Tuesday will be the day for the destruction of energy infrastructure and bridges. Statement that he will commit war crimes on social media.
The effects of a U.S. ground assault on Iran would put into practice the worst-case scenario expected by the American Department of Defense.
The model was studied by Ilan Goldenberg, former head of Iran confrontation scenario analysis during the Obama administration. He spent 15 years simulating war games, and in every alternative designed, the outcome was the same: in a quest for survival, the Iranian regime attacks the entire oil infrastructure of the Middle East—the core of OPEC.
Compounded by the prior effects of the war in Ukraine, the situation worsens. Russia, Europe's traditional energy supplier, has distanced itself and now denies supply, whether of gas or diesel.
A U.S. attack, besides causing a shortage of oil and its derivatives—impacting other commodities such as fertilizers, helium, and sulfates—removes the supply capacity of Europe’s reliable energy partners: the Middle Eastern monarchies.
Trump had all these data points present at the time of his decision-making; these are studies from the U.S. government itself. This will be an act of geopolitical reorganization. Starting in late April, with the exception of the Americas, all countries will enter rationing. Supply lines will be altered, and competitive advantages will be completely rebalanced. Economic measures will be adopted to face wartime conditions, but their effects may extend for many years beyond a ceasefire or peace.
Everything will depend on how proportional and balanced Iran's defensive strikes are, as they seek economic chaos to force a halt to the attacks on their territory and regime. The longer it takes, the more damage will be inflicted.
We must with Government of Brazil prepare lasting subsidy measures for over 24 months.
Within this rearrangement, there is a window of opportunity for our industry to gain market share. However, we cannot allow the oil shock to inflate our price-forming base in a way that renders our access to the global market unviable.
This must be a decision of State. The National Congress, the Government, and the responsible opposition must think of Brazil, rather than any petty electoral opportunity. We need Petrobras, the National Congress, and the Government of Brazil in total alignment. https://t.co/c3pXGy7a9B
Ou voce é evangélico e Cristao…
Ou vota no TARIFLAVIO Bolsomaster, amigo do bandido Vorcaro e do matador de aluguel Adriano Da Nobrega!
As 2 coisas nao da!
O Comando Vermelho nunca esteve tão próximo do Poder como esteve com o PL nos Governos do Rio de Janeiro.
E o comandante dessa articulação é Flávio Rachadinha.
Biografias (por Mary Zaidan)
Independentemente de gostar ou não de Lula ou de Flávio, é obrigatório reconhecer a diferença abissal entre o histórico de cada um
https://t.co/Qzxd6db4Ry
A dívida pública brasileira, entre 2019 e 2025, cresceu menos do que a média mundial e muito menos do que a dos países emergentes. A forma simplória, alarmista e homogênea com que a cobertura econômica trata o tema da dívida pública é angustiante e triste. Perde-se a oportunidade de educar a população e de abordar o tema sem o usual moralismo do “gestão do estado é igual gestão doméstica” ou da “gastança irresponsável”. O texto abaixo ajuda a compreender a complexidade, características e os desafios dos endividamentos, além dos seus tempos e movimentos. “Por si só, dívida não é um problema, defeito ou erro, nem para setor público, nem para o privado. Dívida é sinônimo de crédito. Não há economia que cresça e se desenvolva sem crédito.” Questão é conhecer suas dinâmicas e adotar/aperfeiçoar os instrumentos e mecanismos que a tornem cada vez mais justa socialmente e segura (trabalho perene, sem bala de prata e sem “ações fetiche” de desejo das elites que escrevem os editoriais da grande imprensa).
Fonte: https://t.co/bI8v6oExrF
🇧🇷 FOI MUITO GRAVE o que aconteceu em Joinville-SC, onde vimos a extrema direita, marchar em alusão aos camisas negras e paradas, responsáveis pela ascensão do Nazismo e Fascismo na Europa.
O Bolsonarismo passou de todos os limites.
Fica o alerta 👇🏾
A reação do senador Flávio Bolsonaro à pergunta do jornalista Tralli, da TV Globo, quando foi lembrado o livro que sairá nos próximos dez dias, do ex-comandante da Aeronáutica Baptista Jr., onde é relatada a trama golpista de 2022, foi um ato claro de fuga do assunto.
Disse o senador que o militar apoia a campanha de Lula, o que é uma clara mentira.
Baptista Jr. nunca escondeu que era bolsonarista.
Não quis apoiar o golpe do pai de Flávio e, por essa razão, é atacado.
O candidato da oposição mentiu, o que não foi uma novidade.
Por várias vezes mentiu, inclusive na "mordida" de grana que fez à Vorcaro e que o áudio do The Intercept revelou.
A reação de Flávio mostra bem a dificuldade que tem hoje o bolsonarismo de sustentar a narrativa de que houve apenas protesto de senhoras com a bíblia na mão.
Foi golpe frustrado, e o brigadeiro foi um dos que se opuseram à loucura golpista.
Esperemos para os próximos dias o livro "Eu disse não – Uma trincheira antigolpista", do ex-comandante da Aeronáutica, narrando a trama de Bolsonaro e sua cúpula para anular a eleição e dar um golpe de Estado.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro vai ser uma sequência de fugas: do livro de Baptista Jr. Que narra o golpe ; do áudio do The Intercept, onde dava uma mordida em Vorcaro; e da iminência da prisão do argentino Fernando Cerimedo, que coordenava a internet suja com dinheiro do narcotráfico e era intimamente relacionado com a família Bolsonaro.