Ricardo Wagner Roquetti, coronel aviador da Aeronáutica, comportou-se como uma mariquinha mexeriqueira, da forma mais desonrosa possível e inconcebível para um homem - especialmente militar.
Ele não queria que sua identidade fosse conhecida. Preferia ficar no segredinho, na marola, falando pelas costas, como fazem as velhinhas futriqueiras.
Limítrofe, confiou que o gabinete de Alexandre de Moraes agiria com ética e sigilo. Caso usasse o cérebro - e não as vísceras - saberia que isso não é possível.
Ao ler o infame e-mail, só me vinha à mente uma voz afeminada de homem dando gritinhos histéricos: “ui, ui, ele viu meu LinkedIn”!
EDITORIAL: ‘Um general quatro estrelas na cadeia’ – A prisão de um personagem como Braga Netto é reveladora do desassombro com que membros do alto escalão do governo anterior parecem ter agido para se manter no poder (via @opiniao_estadao) https://t.co/XhEw2ayR4y
Independente da legitimidade ou não de um processo judicial e com todo o respeito a quem pensa de outra forma, não compartilho da ideia de que, diante das leis e dos regulamentos, os Oficiais Generais devam ser tratados de forma distinta dos demais cidadãos ou militares.
Eles não podem ser considerados inimputáveis, pois não são insanos nem desprovidos de discernimento, pelo contrário. Muito menos são dotados de tamanha pureza que os torne incapazes de cometer deslizes.
Mesmo ocupando o topo da hierarquia militar, é absurdo imaginar que estejam imunes a transgressões. São humanos, sujeitos às mesmas imperfeições que qualquer outra pessoa. E, como tal, devem ser vistos e tratados, sem privilégios, sob o rigor das leis e dos regulamentos.