Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paixa, Aline Bei, Monica Salmaso e Fabio Porchat foram alguns dos nomes que apareceram na reportagem do Metrópoles de artistas que se hospedaram na embaixada brasileira em Roma.
Alguns deles viajaram com verba 100% pública para a Itália. Foram um total de 68 pessoas hospedadas em Roma.
Ao todo, a manutenção das embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custaram mais de R$ 240 milhões no ano passado.
Sim, dinheiro meu e seu que, por não estar disponível nos cofres públicos, é pegado em um empréstimo pagando IPCA + 8% a.a. até 2065.
O caso de Fafá de Belém é escabroso: ela ganhou quase R$ 300 mil dos pagadores de impostos para passar 4 dias no país.
Esse é o custo para se manter artistas mandando as pessoas votarem no Lula. E quem paga a conta, como sempre, somos nós.
MRV #MRVE3: a ação que o mercado quer comprar, mas a Resia não deixa
Poucas ações da construção civil estão tão divididas quanto MRVE3 agora.
A operação brasileira voltou a mostrar força. A operação americana ainda cobra a conta. E o mercado está tentando decidir se isso é turnaround ou apenas mais um repique em ação alavancada.
A análise a seguir foi gerada pela base de dados do https://t.co/GKfD7aR9Ca, um agente de IA que monitora 2.300 fontes de conteúdo de finanças.
Saiba mais no final do post.
O PROBLEMA: A VIRADA DO BRASIL AINDA CARREGA A CONTA DOS EUA
A MRV tem duas empresas dentro do mesmo ticker.
A primeira é a operação brasileira. No 1T26, ela entregou lucro ajustado de R$ 132,8 milhões e margem bruta de 31%, segundo os dados consolidados pelo Valor, E-Investidor, InfoMoney e ADVFN.
A segunda é a Resia. A subsidiária americana segue como o ponto que impede o mercado de comprar a virada inteira.
O grupo reduziu o prejuízo consolidado em 78%, para R$ 77,6 milhões. Isso é melhora.
Mas ainda é prejuízo.
E enquanto a incorporação nacional tenta sustentar a tese, a Resia continua sendo o ativo que define a confiança, a desalavancagem e a percepção de risco de MRVE3.
Leia o Valor sobre a redução do prejuízo da MRV&Co:
https://t.co/oEyWO00Clw
Veja o InfoMoney sobre a leitura de Goldman, BBI e JPMorgan após o 1T26:
📷https://t.co/gLVh0hPy7J
O TERMÔMETRO NÃO É DE CONSENSO. É DE BRIGA
Nos últimos 90 dias, o Sentinelus monitorou 224 menções sobre MRVE3.
Foram 111 positivas, 70 negativas e 43 neutras.
O saldo é positivo. Mas não é confortável.
A MRV aparece como uma das histórias mais debatidas do setor porque há argumentos fortes dos dois lados.
De um lado, Minha Casa Minha Vida, repasses acelerando, venda de ativos nos EUA e melhora no caixa.
Do outro, juros altos, margem travada, Resia, dívida e cortes de recomendação.
Esse é o ponto: MRVE3 não está sendo ignorada. Está sendo disputada.
A OPERAÇÃO BRASILEIRA COMEÇOU A RESPONDER
O dado mais recente mudou o tom da conversa.
Em maio, a MRV reportou 3.665 unidades produzidas, alta de 12,8% sobre a média do primeiro trimestre. Os repasses chegaram a 3.408 unidades, avanço de 24,2% contra a média do 1T26.
O mercado reagiu. Segundo o Terra, a ação subiu 3,67% após a divulgação.
Essa é a parte da tese que os otimistas querem ver: mais produção, mais repasse, mais conversão de vendas em caixa.
E o pano de fundo ajuda.
As mudanças no Minha Casa Minha Vida foram lidas por BTG, BB-BI, Citi e XP como um gatilho relevante para as construtoras de baixa renda. O BTG projetou ganho de até 21% no poder de compra familiar. A XP colocou a MRV entre as empresas posicionadas para capturar o ciclo.
Leia o Money Times sobre a aceleração de produção e repasses em maio:
📷https://t.co/ue17GFV1Yt
Veja o Money Times sobre a leitura da XP para as construtoras de baixa renda:
📷https://t.co/V2Gssc9mw8
RESIA É O ATIVO QUE O MERCADO QUER VER SAIR DO BALANÇO
A venda de ativos nos Estados Unidos virou o principal teste da desalavancagem.
A MRV concluiu a venda do empreendimento Tributary, na Geórgia, por US$ 73,3 milhões.
Com isso, os desinvestimentos da Resia chegaram a US$ 91,5 milhões no 1T26.
O plano é maior: a meta citada nos cards é chegar a US$ 800 milhões em vendas de ativos até 2026.
A leitura positiva é direta. Menos Resia, menos complexidade. Mais caixa, menos desconfiança.
Mas há um detalhe incômodo.
O Itaú BBA observou que o preço final saiu 5% abaixo do esperado. O Citi também apontou incômodo com a taxa de capitalização de 6,0%, acima dos 5,3% projetados.
Ou seja: vender ajuda. Mas vender bem importa.
Leia o Money Times sobre a venda do Tributary e a reação dos analistas:
📷https://t.co/YNcCX22Rhq
Veja o E-Investidor sobre a leitura do Citi:
https://t.co/camKpmmZRm
O CAIXA MELHOROU. MAS VEIO COM ASTERISCO
A MRV reportou geração de caixa de R$ 387 milhões no primeiro trimestre.
O número é forte.
Mas o mercado olhou a composição.
Segundo Exame, Money Times, Valor e ADVFN, parte relevante do alívio veio da Resia, com venda de ativos nos EUA. A própria leitura consolidada do Sentinelus aponta R$ 348 milhões de contribuição da subsidiária americana.
No Brasil, as vendas líquidas cresceram 13,9%, chegando a R$ 2,47 bilhões. O VGV de lançamentos ficou em R$ 2,92 bilhões.
Só que o operacional ainda tinha gargalo.
O Money Times apontou descasamento de 1.518 unidades no repasse do Minha Casa Minha Vida, represando R$ 240 milhões na Caixa.
Esse é o tipo de detalhe que separa uma melhora contábil de uma virada operacional limpa.
Leia a Exame sobre a geração de caixa com venda de ativos nos EUA:
📷https://t.co/InMImE5Z4y
Veja o Money Times sobre geração de caixa, repasses e MCMV:
📷https://t.co/i3YZoyfJwl
A MARGEM É O NÚMERO QUE AINDA PRECISA ANDAR
A margem bruta virou um teste.
A Exame apontou que o lucro da incorporadora saltou 639% no primeiro trimestre, mas a margem ficou estagnada em 31%.
A Bloomberg Línea trouxe a leitura do CFO Ricardo Paixão: o freio veio de ajustes conservadores na inflação de custos, com impacto de tensões geopolíticas.
O Valor trouxe outro argumento da gestão: estoque pronto como trunfo para proteger margens contra a inflação de insumos.
A empresa tenta dizer que a margem travada é temporária.
O mercado quer prova.
Porque, para MRVE3, não basta vender mais. Precisa vender, repassar, gerar caixa e recompor margem ao mesmo tempo.
Leia a Exame sobre lucro da incorporação e margem travada:
📷https://t.co/e9fcNBaEU2
Veja o Valor sobre estoque pronto como defesa contra inflação de custos:
https://t.co/S5tq7YHJMB
O UBS-BB TIROU O PÉ
O evento mais duro veio no começo de junho.
O UBS-BB cortou a recomendação da MRV para neutra e reduziu o preço-alvo de R$ 12 para R$ 7.
A revisão foi agressiva.
O banco citou juros estruturalmente mais altos, riscos na Resia e menor atratividade da MRV frente a Tenda e Plano&Plano. A projeção de lucro para 2026 caiu 34%, para R$ 650 milhões.
Isso muda a temperatura da tese.
Não porque um banco define sozinho o valor de uma empresa. Mas porque o corte ataca justamente os pontos mais sensíveis: juros, margem, Resia e visibilidade.
E em uma ação que depende de desalavancagem e confiança, visibilidade é quase tão importante quanto lucro.
Leia o InfoMoney sobre o corte do UBS-BB:
📷https://t.co/r6YX766lSr
O GRÁFICO VIROU CAMPO DE BATALHA
A leitura técnica também ficou dividida.
Dalton Vieira identificou tendência de baixa e perda de suportes relevantes. Dom B3 descartou posições compradas após a ação negociar a R$ 6,89, com queda de 5,62% e sinal de venda no gráfico de 60 minutos. Thiago Bisi também reforçou viés baixista em março, quando o papel acumulava queda de 28% no mês.
Mas há contrapontos.
@danimontori_at apontou fundo duplo e saída de canal de baixa como tese técnica de reversão. @victorfbranco enxergou suporte semanal em LTA e média de 50 períodos, com R$ 8,50 como gatilho de momentum e R$ 7,10 como suporte crítico.
O gráfico está dizendo a mesma coisa que os fundamentos.
A MRV tem gatilhos. Mas ainda não tem consenso.
Veja Dalton Vieira sobre a leitura técnica da MRV:
📷https://t.co/tU8Keymr5f
Veja Dom B3 sobre perda de suporte e cautela:
📷https://t.co/RWZ8zvB1UL
A CONCLUSÃO QUE AINDA DEPENDE DA RESIA
MRVE3 alternou pancadas e alívios nos últimos 90 dias: queda de 7,85% após balanço, tombo de 9,45% em abril, alta de 7,49% com Minha Casa Minha Vida e novo respiro com a prévia operacional de maio.
A leitura otimista é simples: o Brasil voltou a funcionar, o MCMV ajuda, os repasses aceleraram e a venda de ativos nos EUA pode reduzir o ruído.
A leitura pessimista também é simples: a Resia ainda manda na confiança, a margem travou em 31%, os juros seguem altos e o UBS-BB reduziu o preço-alvo para R$ 7.
A MRV não precisa provar que tem demanda. Precisa provar que consegue transformar demanda em caixa limpo antes que a Resia continue explicando o desconto da ação.
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de compra ou venda.
Esse compilado foi gerado pelo https://t.co/GKfD7aR9Ca
O Sentinelus é uma plataforma brasileira de inteligência de mercado para investidores da B3. Um agente de IA que rastreia continuamente mais de 2.300 fontes — canais do YouTube, posts no X (FinTwit), documentos de RI, comunicados da CVM e mais de 800 portais de notícias financeiras, enquanto você dorme.
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81 deputados do PL votaram junto com PT pelo fim da escala 6x1. Só 11 contra.
Discurso do bolsonarismo em redes e carros de som é um, voto é outro.
É assim há mais de 7 anos quando temem perder voto ou querem mais dinheiro público e blindagem contra investigações.
Falta fibra.
🚨VEJA - Waack detona Flávio por achar que uma foto com Trump vale algo e diz que deve servir para ocupar o lugar de Vorcaro ou Castro
“É submeter o interesse nacional ao interesse de um agrupamento político comandado pelos Bolsonaros, a mesma crítica que sempre se fez a Lula.”
Precisamos dar voz a quem já não pode falar! Eu sei que o áudio é verdadeiro, pois, à época, o próprio Major me ligou para relatar tudo isso e avisar que havia postado os áudios em suas redes com militares. Eu amo meu País, por isso, precisamos construir uma alternativa! Retirem Flávio Bolsonaro da corrida presidencial. Ele vai nos subtrair uma chance!
Romeu Zema foi ao @poder360 hoje em Brasília. 22 minutos, sem filtro.
Ele governou o estado mais endividado do Brasil por 7 anos e meio. Sem levar um parente. Sem escândalo. Pagando R$ 29 bi em dívidas que não eram dele.
Agora quer ser presidente.
Conheça mais sobre ele 👇
2022: Lule estava preso, destruído, sem chances.
Bolsonaro, o “gênio do xadrez 4D”, ajudou a soltar o bebum achando que seria fácil enfrentá-lo nas urnas.
2026: Lule derretendo a própria popularidade.
Se colocassem um cone contra ele, o cone venceria
Aí inventaram o Flávio Bolsonaro, o rei da rachadinha, o filho que obrigou o pai a negociar com o sistema.
Resultado?
Lule ressuscitou e hoje briga de igual pra igual em 2026.
Pergunta que não quer calar:
Os Bolsonaros são ou não são os melhores aliados do PT?
🚨 BOMBA: Flávio Bolsonaro enviou 200 MIL em emenda parlamentar para ONG ligada aos irmãos Brazão, assassinos de Marielle Franco!
A PF captou conversas de um bandido conhecido como Peixe, também condenado no assassinato de Marielle, com o GABINETE DE FLÁVIO!
A ONG captou mais de 200 milhões em emendas entre 2020 e 2024, com vários parlamentares, num esquema multimilionário de roubo de verba pública!
O PT está desesperado com o Zema.
Todos os outros opositores estão sendo facilmente derrubados com vazamentos seletivos. Todos têm pontos fracos.
Com Zema é diferente.
Zema é blindado por sua conduta correta, franca e honesta.